3 João 1
Pe. Antônio Pereira de Figueiredo
1O Presbítero ao caríssimo Gaio, a quem eu amo na verdade. 2Caríssimo, eu peço a Deus nas minhas orações que te prospere em tudo e que te conserve em saúde, assim como a tua alma se acha em bom estado. 3Eu me alegrei muito pela vinda dos irmãos, e pelo testemunho que deram da tua verdade, assim como tu andas na verdade. 4Eu não tenho maior. gôsto de -outra coisa, que -de ouvir que os meus: filhos andam no caminho da verdade. 5Caríssimo, tu te portas com fidelidade em tudo o que fazes com os irmãos, e particularmente com os peregrinos. 6Os quais deram testemunho da tua caridade na face da igreja: Aos quais, se encaminhares como convém segundo Deus, farás bem. 7Porque pelo seu Nome é que êles partiram, não recebendo nada dos gentios. 8Nós pois devemos receber a êstes tais, para trabalharmos com êles no adiantamento da verdade. 9Eu talvez tivera escrito à Igreja: Mas aquele Dió-trefes, que ama ter entre êles a primazia, não nos recebe: 10Por isso se eu lá for, darei a entender as obras que êle faz, chilrando com palavras malignas contra nós: E como se isto não lhe bastasse: Nem ainda quer receber a nossos irmãos: E veda aos que os recebem que o não façam, e os lança fora da Igreja. 11Caríssimo, não imites o mal, mas o bem. Aquele que faz bem, é de Deus:.O que faz mal, não viu a Deus. 12De Demétrio todos dão testemunho e a mesma verdade lho dá, e nós lho damos também: E tu sabes que D nosso testemunho é verdadeiro. 13Eu tinha mais coisas que te escrever: Mas não quis fazê-lo por tinta e pena. 14Porque espero ver-te cedo e então falaremos cara a cara. A paz seja contigo. Os nossos amigos te saudam. Tu sauda também os nossos amigos cada um em particular.