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Colossenses 4

Pe. Antônio Pereira de Figueiredo

1Vós, senhores, fazei com os vossos servos o que é de justiça e equidade: Sabendo que também vós tendes Senhor no Céu. 2Perseverai em oração, velando nela com ação de graças: 3Orando ao mesmô tempo também por nós, para que Deus nos abra a porta da palavra para anunciarmos d'mistério de Cristo (pelo qual todavia estou prêso) 4para que o manifeste, assim como é necessário que eu o apregoe. 5Conduzi-vos em sabedoria com aquêles que estão fora, remindo o tempo. 6A vossa conversação seja sempre sazonada em graça com sal, para que saibais como deveis responder a cada um. 7O muito amado irmão Tíquico, e fiel ministro, e companheiro meu no Senhor vos fará saber o estado de tôdas as minhas coisas: 8O qual eu vo-lo enviei expressamente para que saiba o estado das vossas coisas, e console os vossos corações, 9juntamente com Onésimo, muito bem amado, e fiel irmão, que é da vossa naturalidade. Êles vos informar ão de tudo o que aqui se passa. 10Sauda-vos Aristarco, que é meu companheiro na prisão, e Marcos, primo de Barnabé, sôbre o qual vos tenho já feito minhas recomendações: Se êle fôr ter convosco, recebei-o 11E Jesus, que se chama Justo: Os quais são da circuncisão: Êstes sós são os que me ajudam no Reino de Deus, êles têm sido a minha consolação. 12Sauda-vos Epafras, que é vosso conterrâneo, servo de Jesus Cristo, sempre solicito por vós nas suas orações, para que sejais com firmeza perfeitos, e completos em tôda a vontade de Deus. 13Porque lhe dou êste testemunho, que tem muito trabalho por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e pelos que se acham em Hierápolis. 14O muito amado Lucas, médico, vos sauda, e também Demas. 15Saudai aos irmãos que estão em Laodicéia, e a Ninfas, e a Igreja que está em sua casa. 16E lida que fôr esta Carta entre vós, fazei-a ler também na Igreja dos Laodicenses: E lêde vós outros a dos de Laodicéia. 17E dizei a Arquipo: Vê o ministério, que recebeste do Senhor, para o cumprires. 18Esta saudação escrevo eu, Paulo, do meu próprio punho. Lembrai-vos das minhas prisões. A graça seja convosco. Amém.

Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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