Isaías 25
Pe. Antônio Pereira de Figueiredo
1Senhor, tu és o meu Deus: Eu te exaltarei e apregoarei o teu nome: Porque tu fizeste maravilhas, declaraste por fiéis os teus antigos desígnios, amém. 2Porque tu reduziste a cidade a um túmulo, a cidade forte, a ruína, a casa dos estranhos: Para não ser cidade e para nunca jamais se reedificar. 3Por isso te louvará um povo forte, a cidade das nações robustas te temerá: 4Porque te fizeste fortaleza para o pobre, fortaleza para o necessitado na sua tribulação: Esperança contra o torvelhinho, sombra contra o calor. Porque o espírito dos robustos é como um torvelhinho que impele uma parede. 5Tu como o calor na sêde humilharás a insolência tumultuosa dos estranhos: E como com um calor que abrasa por entre nuvens, farás com que se vá murchando a descendência dos fortes. 6E o Senhor dos exércitos fará neste monte para todos os povos um banquete de manjares substanciais, um banquete de vinho de substanciais tutanos, dum vinho sem fezes. 7E neste monte quebrará a prisão do laço atado sôbre todos os povos e a teia que urdiu sôbre tôdas as nações. 8Êle precipitará a morte para sempre: E o Senhor Deus enxugará as lágrimas de tôdas as faces e tirará de cima de tôda a terra o opróbrio do seu povo: Porque o Senhor falou. 9E dirá naquele dia: Eis-aqui temos que êste é o nosso Deus, por êle esperamos e êle nos salvará: Êste é que é o Senhor, nós o esperamos longo tempo, nós exul-taremos e alegrar-nos-emos com a salvação que êle nos der. 10Porque neste monte repousará a mão do Senhor: E Moab será trilhado debaixo dêle, assim como se trilham as palhas debaixo dum carro. 11E estenderá as suas mãos por baixo dêle assim como as estende o nadador para nadar: E abaterá a sua glória com a esmigalhadura das mãos dêle. 12E as fortificações das tuas altas muralhas cairão, e se abaterão, e virão a terra até se reduzirem a pó.