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Salmo 31 (32)

Pe. Antônio Pereira de Figueiredo

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais este é o Salmo 32.

1De Davi, Maskil. Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas: E cujos pecados são cobertos. 2Bem-aventurado o homem, a quem o Senhor não imputou pecado, e cujo espírito é isento de dolo. 3Porque calei, e envelheceram os meus ossos enquanto clamava todo o dia. 4Porque a tua mão se fêz pesada sôbre mim de dia e de noite: Eu me converti da minha miséria, enquanto se crava a espinha. 5Eu te manifestei o meu pecado: E não ocultei a minha injustiça. Eu disse: Confessarei ao Senhor contra mim a minha injustiça: E tu me perdoaste a impiedade do meu pecado. 6Por isso orará a ti todo o santo no tempo oportuno. Mas na inundação das muitas águas, a êle não se chegaram. 7Tu és a meu refúgio na tribulação, que me cercou: Alegria minha, livra-me dos que me cercam. 8Inteligência te darei, e instruir-te-ei neste caminho, em que hás-de andar: Fixarei sôbre ti os meus olhos. 9Não queirais ser como o cavalo e o mulo, que não têm entendimento. Com o bocado e com a brida aperta as queixadas daqueles que não se chegam a ti. 10Muitos são os açoites para o pecador, mas O que espera no Senhor misericórdia o cercará. 11Alegrai-vos no Senhor e regozijai-vos, ó justos, e gloriai-vos no reto do coração.

Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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