Salmo 41 (42)
Pe. Antônio Pereira de Figueiredo
Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais este é o Salmo 42.
1Ao regente do côro. 2Assim como o servo suspira pelas fontes das águas: Assim a minha alma suspira por ti, ó Deus. 3A minha alma está ardendo de sêde pelo Deus forte e vivo: Quando virei e aparecerei diante da face de Deus. 4As minhas lágrimas foram o meu pão de dia e de noite: Enquanto se me diz cada dia: Onde está o teu Deus? 5Eu me lembrei destas coisas, e derramei a minha alma dentro de mim: Porque eu passarei ao lugar do tabernáculo admirável, até à casa de Deus: Com voz de regozijo, e louvor: Som festivo de «quem se banqueteia. 6Por que estás triste, alma minha? E por que me conturbas? Espera em Deus, porque eu ainda tenho de o louvar: Salvação do meu rosto, 7e Deus meu. Dentro de mim mesmo está conturbada a minha alma: Pelo que me lembrarei de ti na terra de Jordão, e de Hermon desde o, monte pequeno. 8Um abismo chama outro abismo, à voz das tuas cataratas. Tôdas as tuas coisas altas, e as tuas ondas sôbre mim passaram. 9No dia enviou o Senhor a sua misericórdia e de noite o seu cântico. Dentro de mim orarei ao Deus de minha vida 10dizendo a Deus: Tu és meu amparador. Por que te esqueceste de mim? E por que ando triste enquanto me aflige o inimigo? 11Ao tempo que os meus ossos se quebram, me improperam os meus inimigos que me perseguem: Dizendo-me todos os dias: Onde está o teu Deus? 12Por que estás tu triste, alma minha? E por que me conturbas?. Espera em Deus, porque ainda tenho de o louvar: Salvação do meu rosto, e Deus meu.