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Salmo 56 (57)

Pe. Antônio Pereira de Figueiredo

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais este é o Salmo 57.

1Ao regente do côro. Não destruas, Davi pôs esta inscrição Miktham quando fugindo da presença de Saul se retirou à cova. 2Tem piedade de mim, ó Deus, tem piedade de mim: Porque em ti confia a minha alma. E na sombra das tuas asas esperarei, até que passe a iniquidade. 3Clamarei ao Déus altíssimo: Ao Deus que me fêz bens. 4Enviou desde o céu, e livrou-me: Cobriu de opróbrio aos que me pisavam. Enviou Deus a sua misericórdia, e a sua verdade, 5e tirou a minha alma do meio dos cachorros dos leões: conturbado dormi. Filhos dos homens, os dentes são armas e setas e a sua língua espada aguçada. 6Exalta-te a ti; ó Deus, sôbre os céus: E brilhe a tua glória por tôda a terra. 7Êles têm preparado laço aos meus pés: E têm feito encurvar a minha alma. Cavaram diante de mim uma cova: E cairam nela. 8Aparelhado está o meu coração, ó Deus, aparelhado o meu coração: Cantarei, e direi salmo. 9Levanta-te, glória minha. levanta-te. saltério e cítara: Levantar-me-ei de manhã. 10Louvar-te-ei entre os povos, Senhor: E salmo te direi entre as Nações: 11Porque a tua misericórdia tem sido engrandecida até aos céus, e a tua verdade até às nuvens. 12Exalta-te a ti, ó Deus, sôbre os céus: E brilhe a tua glória sôbre tôda a terra.

Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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