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Salmo 63 (64)

Pe. Antônio Pereira de Figueiredo

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais este é o Salmo 64.

1Ao regente do côro. Salmo de Davi. 2Ouve, ó Deus, a minha oração quando te rogo: Do temor do inimigo livra a minha alma. 3Defendeste-me da conspiração dos malignos: Da multidão dos que obram iniquidade. 4Porque aguçaram como espada as suas línguas: Entesaram o arco, coisa amarga, 5para de emboscada assetear ao inocente. 6De súbito o assetearam: Obstinaram-se na sua depravada resolução. Trataram de esconder laços: Disseram: Quem os verá? 7Excogitaram iniquidades: Faltaram-os perscrutadores no escrutínio. Chegar-se-á o homem ao profundo do coração: 8E Deus será exaltado. As feridas que êles fazem são como as das flechas de crianças: 9E as suas línguas perderam a fôrça voltando-se contra êles mesmos. Conturbados foram todos os que viam: 10E todo o homem temeu. E anunciaram as obras de Deus: E entenderam os seus feitos. 11Alegrar-se-á o justo no Senhor, e esperará nêle. e serão louvados todos os retos de coração.

Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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