Receba o Santo do Dia e a Palavra de Deus no WhatsApp — grátis
‹ ›

Eclesiastes 11

Pe. Antônio Pereira de Figueiredo

1Lança o teu pão sôbre as águas que passam: Porque depois de muitos tempos o acharás. 2Reparte dêle com sete, e ainda com oito: Porque não sabes que mal estará para vir sôbre a terra. 3Se as nuvens estiverem carregadas, elas derramarão chuva sôbre a terra. Se a árvore cair para a parte do meio-dia ou para a do norte, em qualquer lugar onde cair, aí ficará. 4O que observa o vento não semeia: E o que considera as nuvens, nunca segará. 5Do modo que tu ignoras qual seja o caminho do espírito, e de que sorte se compaginem os ossos no ventre da pejada, assim também não conheces as obras de Deus, que é o criador de tôdas as coisas. 6Semeia de manhã a tua semente, e de tarde não cesse a tua mão de fazer o mesmo: Porque não sabes qual das duas antes nascerá: Se esta ou aquela: E se ambas nascerem a um tempo, melhor será. 7A luz é doce, e é coisa deleitável aos olhos o ver' o sol. 8Se o homem viver muitos anos, e em todos êles se alegrar, deve trazer à lembrança o tempo tenebroso, e os muitos dias: Pois quando êles vierem, serão conven-cidas de vaidade as coisas passadas. 9Regozija-te pois, ó mancebo, na tua mocidade, e viva em alegria O teu coração na flor de teus anos, e anda conforme os caminhos do teu coração e segundo os desejos em que põem a mira os teus olhos, mas sabe que Deus te fará ir a juízo para dar conta de tôdas estas coisas. 10Lança fora do teu coração a ira e alonga da tua carne a malícia. Porque a mocidade e o deleite são umas coisas vãs.

Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

WhatsApp