Isaías 56
Pe. Antônio Pereira de Figueiredo
1Eis-aqui o que diz o Senhor: Guardai o direito, e fazei Justiça: Porque perto está a minha salvação para vir, e a minha justiça para se manifestar. 2Bem-aventurado o homem, que assim o faz, e o filho do homem, que lançar mão disto, que guarda o sábado para que o não profane, que guarda as suas mãos para não obrar mal nenhum. 3E não diga o filho do estrangeiro, o qual se une ao Senhor, proferindo: O Senhor com uma divisão me separará de um povo: E não diga o eunuco: Eis-me aqui um lenho sêco. 4Porque eis-aqui o que diz o Senhor dos euinucos: Os que guardarem os meus sábados, e elegerem o que eu quis, e abraçarem a minha aliança:. 5Dar-lhes-ei na minha casa, e das minhas muralhas a dentro, um lugar, e um nome ainda melhor do que o que dão os filhos e as filhas: Dar-lhes-ei um nome sempiterno, que não perecerá jamais. 6E aos filhos do estrangeiro, que se unem ao Senhor para que o honretn, e amém o seu nome,para serem seus servos: À todo o que guarda o sábado para que o não profane, e ao que abraça a minha aliança: 7Eu os trarei ao meu santo monte, e os alegrarei na casa da minha oração: Os seus holocaustos, e as suas vitimas ser-me-ão agradáveis sôbre o meu altar: Porque a minha casa será chamada casa de oração para todos us povos. 8O Senhor Deus, que congrega os dispersos de Israel, diz: Ainda congregarei a êle os seus congregados. 9Vós, tôdas as alimárias do campo, tôdas as alimárias do bosque, vinde a devorar. 10Os seus sentinelas todos são cegos, todos universalmente se mostraram ignorantes: São uns cães mudos que não podem ladrar, que vêem coisas vãs, que dormem, e que amam os sonhos. 11E êstes cães tão sem vergonha não conheceram a fartura: Os mesmos pastôres ignoraram o que é inteligência: Todos declinaram para o seu caminho, cada um para a sua avareza desde o mais alto até o mais baixo. 12Vinde, tomemos vinho, e enchamo-nos de embriaguez: E será como hoje, assim também amanhã, e ainda muito mais.