Oseias 6
Pe. Antônio Pereira de Figueiredo
1Êles, vendo-se na sua tribulação, dar-se-ão pressa a recorrer a mim: Vinde, e tornemo-nos para o Senhor: 2Porque êle é o que nos cativou, e o que nos sarará: Êle o que nos feriu, e o que nos curará. 3Êle nos dará a vida em dois dias: Ao terceiro dia êle nos ressuscitará, e nós viveremos na sua presença. Nós entraremos na ciência do Senhor, e o seguiremos, a fim de o conhecermos: A sua saída está aparelhada como a da Aurora, e êle descerá sôbre nós como a chuva temporã e seródia costuma vir sôbre a terra. 4Que te farei eu, ó Efraim? Que te farei, ó Judá? A vossa misericórdia não teve mais duração que as nuvens da manhã, e que o orvalho transitório da madrugada. 5Por isso é que os tratei duramente pelos meus profetas, eu os matêi pelas palavras da minha bôca: E os juízos que eu exercitarei sôbre ti, sairão tão claros como a mesma luz. 6Porque o que eu quero é a misericórdia e não o sacrifício, e a ciência de Deus mais que os holocaustos. 7Mas êles como Adão quebraram o pacto, que tinham feito comigo; no mesmo culto que me davam prevaricaram contra mim. 8Galaad é uma cidade dos artífices dos ídolos, tôda inundada de sangue. 9E como as faces dos homens ladrões, ela se acha cúmplice com os sacerdotes, que matam no caminho aos que vão de Siquém: Pois obraram a maldade. 10Eu vi na casa de Israel uma coisa horrenda: Ali se acham as fornicações de Efraim: Israel se vê contaminado. 11Mas tu também, ó Judá, prepara-te para sêres ceifado, até que eu torne a trazer o meu povo do cativeiro.