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Bíblia em um ano Dia 55/365

Dia 55

Nm 5–6 · Mc 6,1-19 · Sl 34,9-15 (35) · cerca de 10 min

  1. Antigo TestamentoNm 5–6
  2. Novo TestamentoMc 6,1-19
  3. Salmos e ProvérbiosSl 34,9-15 (35)
Destaque da leitura de hoje“Como a próximo, e como a irmão nosso assim lhe comprazia: Como um que traz luto e está em tristeza assim me humilhava.”Salmo 34,14 (35)

Antigo TestamentoNm 5–6

Números 5

1E falou o Senhor a Moisés, dizendo: 2Manda aos filhos de Israel, que deitem fora do campo todo o leproso, e o que padece purgação branca, e o que está imundo por ter tocado coisa morta. 3Deitai-os fora do campo, quer êles sejam homens, quer sejam mulheres, para que não manchem o lugar, onde eu habito no meio de vós. 4Assim o fizeram os filhos de Israel, e botaram fora do campo estas pessoas, como o Senhor tinha ordenado a Moisés. 5Tornou o Senhor a falar a Moisés, dizendo: 6Dize isto aos filhos de Israel: Quando um homem, ou uma mulher tiverem cometido algum dos pecados, em que de ordinário caem os homens; e tiverem violado por negligência o mandamento do Senhor, e tiverem delinquido: 7Confessarão o seu pecado, e restituirão àquele, contra quem pecaram, o justo preço da injúria, que lhe fizeram, ajuntando ainda por cima a quinta parte. 8Se não se achar pessoa, que o receba, dar-se-á ao Senhor, e pertencerá ao sacerdote, além do carneiro, que se oferece como vítima de expiação, para aplacar a ira do Senhor. 9Tôdas as primícias, cjue os filhos de Israel oferecem, pertencem também ao sacerdote. 10E tudo o que se oferece no santuário pelos particulares, e se põe nas mãos do sacerdote, será dêle. 11Tornou o Senhor a falar a Moisés, dizendo: 12Fala aos filhos de Israel. e dize-lhes: Quando uma mulher tiver caído em falta, e desprezando a seu marido, 13tiver dormido com outro homem. de sorte que seu marido não possa descobrir a coisa. e o adultério esteja oculto, sem que ela possa ser convencida por testemunhas, porque não foi apanhada no crime: 14Se o marido se acha agitado do' espirito de ciúme contra sua mulher; que ou na realidade está manchada. ou foi acusada por uma falsa suposição: 15Êle a trará diante do sacerdote, e oferecerá por ela de oferta a décima parte duma medida de farinha de cevada, sôbre a qual êle não derramará azeite, nem porá incenso: Porque êste é um sacrifício de ciúme, e uma oblação feita para descobrir o adultério. 16O sacerdote pois a oferecerá, e a apresentará diante do Senhor. 17E tomando da água santa num vaso de barro, lançará nela uma pouca de terra do pavimento do tabernáculo. 18E tanto que a mulher se apresentar diante do Senhor, o sacerdote lhe descobrirá a cabeça, e lhe porá nas mãos o sacrifício de recordação, e a oferta de zelos: e êle mesmo terá as águas amaríssimas, sôbre que pronunciou as maldições com execração: 19e a esconjurará, e lhe dirá: Se um homem estranho não dormiu contigo, e tu te não manchaste, largando o leito de teu marido, não te farão mal estas águas amaríssimas, sôbre que eu lancei as maldições. 20Mas se tu te apartaste de teu marido, e te manchaste, e te deitaste com outro homem: 21Cairão sôbre ti estas maldições: O Senhor te. faça um objeto de maldição, e um exemplo para todo o seu povo: Êle faça que apodreça a tua coxa, e que o teu ventre inchando arrebente. 22Estas águas de maldição entrem no teu ventre, e inchando-te o útero, apodreça a tua coxa. E a mulher responderá, Amém, amém. 23E o sacerdote escreverá estas maldições num livro, e depois as apagará com estas águas amaríssimas, que êle carregou de maldições, 24e dar-lhas-á a beber. E depois que as tiver tragado, 25tomará o sacerdote da mão da mulher o sacrifício de zelos e levantá-lo-á diante do Senhor, e pô-lo-á em cima do altar: mas isto de modo, que primeiro 26tenha êle separado um punhado do que se ofereceu em sacrifício, e o queime sôbre o altar: e desta maneira de a beber à mulher das águas amaríssimas. 27Logo que ela as tiver bebido, se está culpada, e desprezando seu marido pecou por adultério, pene-trá-la-ão as águas da maldição. e inchando-lhe o ventre lhe apodrecerá a coxa: e a mulher será em execração, e escarmento para todo o povo. 28Porém se ela fôr inocente, não experimentará mal algum, é terá filhos. 29Esta é a lei dos zelos. Se uma mulher se retirar de seu marido, e lhe fôr infiel, 30e o marido agitado do espírito de zelos a apresentar diante do Senhor, e o sacerdote fizer com ela tudo o que fica escrito: 31será o marido sem culpa, e a mulher pagará; i sua maldade.

Números 6

1Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: 2Fala aos filhos de Israel, e lhes dirás: Quando um homem, ou uma mulher fizerem voto. de se santificar, e quiserem' consagrar ao Senhor: 3Se absterão de vinho. e de tudo o que pode embebedar. Não beberão vinagres de vinho, ou de qualquer outra beberagem, nem de tudo o que se espreme das uvas: Não comerão uvas frescas, nem passadas 4por todo o tempo que estiverem consagrados ao Senhor pelo voto: não comerão nada que possa ser de vinha, desde a uva passada até o bagulho. 5Por todo o tempo da separação do Nazareno não passará navalha pela sua cabeça, até que se completem os dias da sua consagração ao Senhor. Será santo, deixando crescer os cabelos da sua cabeça. 6Por todo o tempo da sua consagração não entrará onde haja algum morto, 7nem se contaminará assistindo ao enterro ainda de seu pai, ou de sua mãe, ou de seu irmão, ou de sua irmã, porque a consagração do seu Deus está sôbre a sua cabeça. 8Por todos os dias da sua separação será santo para o Senhor. 9Mas se alguém morrer subitamente diante dêle, ficará poluta a cabeça da sua consagração: a qual rapará logo no mesmo dia da sua purificação, e segunda vez no sétimo. 10No oitavo dia porém oferecerá ao sacerdote à entrada do concerto do testemunho duas rôlas, ou dois pombinhos, 11l e o sacerdote imolará uni pelo pecado, e outro em holocausto, e rogará por êle, porque pecou, manchando-se com a presença do morto: e santificará a sua cabeça naquele dia: 12e consagrará ao Senhor os dias da sua separação, oferecendo um cordeiro de um ano pelo pecado: mas de sorte, que os primeiros dias sejam perdidos, visto que a sua santificação foi manchada. 13Esta é a lei da consagração. Completos que forem os dias, a que por voto se tinha obrigado, trá-lo-á à entrada do tabernáculo do concerto, 14e apresentará ao Senhor a sua oferta, que será um cordeiro de um ano sem defeito em holocausto, e uma ovelha de um ano sem defeito pelo pecado, e um carneiro sem defeito por hóstia pacífica. 15e também um canistrel de pães asmos, que fôssem borrifados com azeite, e umas tortas sem fermento untadas de azeite, tudo com as suas libações: 16as quais coisas oferecerá o sacerdote diante do Senhor, e o fará tanto pelo pecado, como em holocausto. 17Imolará porém ao Senhor um carneiro por hóstia pacífica, oferecendo ao mesmo tempo o canistrel dos pães asmos, e as libações que por costume se devem. 18Então à porta do tabernáculo do concerto será rapado ao Nazareno o cabelo, da sua consagração: e o sacerdote tomará os seus cabelos, e os queimará no fogo, que está por baixo do sacrifício dos pacíficos. 19E porá nas mãos do Nazareno, depois de lhe ser rapada a cabeça, a espádua do carneiro cozida, e uma torta asma tirada do canistrel, e um filhó asmo. 20E recebidas dêle segunda vez estas coisas, as elevará diante do Senhor: e tendo sido santificadas, serão do sacerdote, como também o peito, que se mandou separar, e a perna: Depois disto pode o Nazareno beber vinho. 21Esta é a lei do Nazareno, quando tiver votado a sua oferta ao Senhor pelo tempo da sua consagração, afora aquelas coisas a que êle puder chegar segundo suas posses conforme o que prometera na sua mente, assim o fará êle para sua cabal santificação 22Falou o Senhor ainda a Moisés, dizendo: 23Dize a Aarão e a seus filhos: Assim abençoareis os filhos de Israel, e lhes direis: 24O Senhor te abençoe e te guarde. 25O Senhor te mostre a sua face, e se compadeça de ti. 26O Senhor volva o seu rosto para ti, e te dê à paz. 27E invocarão o meu nome sôbre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.

Novo TestamentoMc 6,1-19

Marcos 6

1Tendo Jesus saído dali foi para a sua pátria: E o seguiam os seus discípulos: 2E chegando o dia de sábado começou a ensinar na sinagoga: E muitos dos que o ouviam, sc admiravam da sua doutrina, dizendo: Donde vêm a êste tôdas estas coisas? e que sabedoria é esta que lhe foi dada? E donde tais maravilhas que pelas suas mãos são obradas? 3Não é êste o oficial, filho de Maria, irmão de Tiago, e de José, e de Judas, e de Simão? não vivem aqui entre nós também suas irmãs? E daqui tomavam motivo para se escandalizarem. 4Mas Jesus lhes dizia: Um profeta só deixa de ser honrado na sua pátria, e na sua casa, e entre os seus parentes. 5E não podia fazer ali milagre algum, senão foi que curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos: 6E Jesus se admirava da incredulidade deles, e andava pregando por tôdas as aldeias circunvizinhas. 7E chamou os doze: E começou a enviá-los a dois e dois, e lhes dava poder contra os espíritos imundos. 8E ordenou-lhes que não levassem nada nas jornadas, senão somente um bordão; nem levassem alforge, nem pão, nem dinheiro na cinta. 9Mas que fossem calçados de sandálias, e que não se provessem de duas túnicas. 10E dizia-lhes: Em qualquer casa onde entrardes, ficai nela, até sairdes do lugar: 11E quando alguns vos não receberem, nem vos escutarem, saindo dali, sacudi o pó dos vossos pés, em testemunho contra eles. 12E saindo êles pregavam aos povos, que fizessem penitência 13E. expeliam muitos demônios, e ungiam com óleo a muitos enfermos, e os curavam. 14E ouviu isto o rei Herodes, (porque o seu nome se tinha feito célebre) e dizia: E” que João Batista ressurgiu dentre os mortos: E por isso os prodígios obram nele. 15Outros porém diziam: E' Elias. E diziam outros: E” profeta como um dos profetas. 16Herodes, que ouvia êstes rumores, disse: Êste é João a quem eu mandei degolar e -que ressurgiu dos mortos. 17Porque é de saber que o mesmo Herodes, como tinha casado com Herodiades, sendo esta mulher de seu irmão Felipe, mandou prender, e meter em ferros a João, por causa desta mulher. 18Porque dizia João a Herodes: Não te é lícito ter a mulher. de teu irmão. 19E Herodíades lhe andava espreitando alguma ocasião: E o queria fazer morrer, porém não podia.

Salmos e ProvérbiosSl 34,9-15 (35)

Salmo 34 (35)

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais: Salmo 35.

9Mas a minha alma regozijar-se-á no Senhor: E deleitar-se-á em seu Salvador. 10Todos os meus ossos dirão: Senhor, quem é semelhante a ti? Que livras ao desvalido das mãos dos mais fortes que êle: Ao necessitado e ao pobre dos que o roubam. 11Levantando-se testemunhos iníquos, coisas que não sabia me perguntavam. 12Tornavam-me a mim males por bens: Esterilidade à minha alma. 13Porém eu quando me eram molestos, me vestia de cilício. Humilhava a minha alma com o jejum: E a minha oração dava voltas no meu seio. 14Como a próximo, e como a irmão nosso assim lhe comprazia: Como um que traz luto e está em tristeza assim me humilhava. 15E se alegraram e contra mim se ajuntaram: amontoaram-se sôbre mim açoites, e não o sabia.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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