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Bíblia em um ano Dia 68/365

Dia 68

Nm 36; Dt 1 · Mc 11,18-33 · Sl 40 (41) · cerca de 11 min

  1. Antigo TestamentoNm 36; Dt 1
  2. Novo TestamentoMc 11,18-33
  3. Salmos e ProvérbiosSl 40 (41)
Destaque da leitura de hoje“O Senhor Deus de Israel seja bendito por todos os séculos: Assim seja, assim seja.”Salmo 40,14 (41)

Antigo TestamentoNm 36; Dt 1

Números 36

1Então se chegaram os príncipes das famílias de Galad filho de Maquir, filho de Manasses, da linhagem dos filhos de José: e falaram a Moisés diante dos príncipes de Israel, e lhe disseram: 2O Senhor te ordenou a ti que és o nosso senhor. que por sorte repartisses a terra entre os filhos de Israel, e que desses às filhas de Salfaad, nosso irmão, a herança devida a seu pai: 3As quais se os homens de outra tribo as receberem por mulheres, segui-las-á a sua possessão, e transferida a outra tribo, será diminuída da nossa herança: 4e assim acontecerá, que quando chegar o jubileu, isto é, o ano quinquagésimo da remissão, se confundirá a distribuição das sortes, e a herança de uns passará aos outros. 5Respondeu Moisés aos filhos de Israel, e por mandado do Senhor, lhes disse: A tribo dos filhos de José falou bem. 6E esta lei a respeito das filhas de Salfaad foi promulgada pelo Senhor: Casem com quem quiserem, contanto que seja com homens da sua tribo: 7Para que a herança dos filhos de Israel se não confunda, passando duma tribo a outra. Pelo que todos os varões tomarão mulheres de sua tribo, e famílias, 8e tôdas as mulheres tomarão maridos da mesma tribo: Para que a herança fique nas famílias, 9e não se misturem entre si as tribos, mas fiquem assim, 10como foram separados pelo Senhor. E as filhas de Salfaad o fizeram, como se lhes mandou: 11e assim Maala, e Tersa, e Hegla, e Melca, e Noa casaram com os filhos de seu tio paterno, 12da família de Manasses, que foi filho de José: e a herança, que lhes tinha sido adjudicada, permaneceu na tribo e família de seu pai. 13Êstes são os mandamentos e os juízos, que o Senhor deu por Moisés aos filhos de Israel, nas planícies de Moab sobre o Jordão defronte de Jericó.

Deuteronômio 1

1Estas são as palavras. que Moisés disse a todo o Israel na banda de aquém do Jordão na planície do deserto, defronte do mar Vermelho, entre Faran, Tofel. La-ban, e Haserot, onde há muitíssimo ouro: 2a onze jornadas de Horeb pelo caminho do monte Seir até Cadesbarne. 3No ano quadragésimo, no undécimo mês, no primeiro dia do mês, disse Moisés aos filhos de Israel tudo o que o Senhor lhe tinha ordenado que lhes dissesse: 4Depois de ter derrotado a Seon rei dos amorreus, que habitava em Hesebon: e a Og rei de Basan, que morava em Astarot, e em Edrai, 5da banda de aquém do Jordão, no país de Moab. Começou pois a explicar a Lei, e a dizer: Druteronôniio. 6O Senhor nosso Deus nos falou em Horeb, dizendo: Assaz vos tendes demorado neste monte: 7Voltai, e vinde ao monte dos amorreus, e a todos os mais lugares vizinhos, às campinas, aos montes e aos vales, que ficam para o Meio-Dia, e ao longo da costa do mar, à terra dos cananeus, e do Líbano até ao grande rio Eufrates. 8Eis-aí, disse êle, vo-la entreguei eu: Entrai e metei-vos de posse duma terra, que o Senhor tinha prometido com juramento dar a vossos pais Abraão, Isaac, e Jacó, e à sua descendência depois dêles. 9E eu nesse mesmo tempo vos disse: 10Eu só não posso reger-vos: Porque o Senhor vosso Deus vos multiplicou, e sois hoje tão numerosos, como as estrelas do céu. 11(O Senhor Deus de vossos pais ajunte a êste número muitos milhares, e vos abençoe como prometeu.) 12Eu só não posso aturar o pêso dos vossos negócios, e diferença. 13Dai dentre vós homens sábios e capazes, e cuja vicia seja conhecida pela sua probidade nas vossas tribos, para cjue eu vo-los ponha por chefes. 14Vós me respondestes então: É uma boa coisa, a que tu queres fazer. 15E eu tirei das vossas tribos homens sábios e nobres, e os constituí príncipes, e tribunos, e centuriões, e comandantes de cinquenta e de dez, que vos instruíssem, de cada coisa. 16E lhes mandei, dizendo: Ouvi-os, e julgai o que fôr justo: Ou êle seja cidadão, ou estrangeiro. 17Nenhuma distinção haverá de pessoas, do mesmo modo ouvireis o pequeno que o grande: Nem tereis acepção de pessoa alguma, porque este é o juízo de Deus. Mas se achardes dificuldades em alguma coisa, dai-me parte, e ouvir-vos-ei. 18E eu vos ordenei tudo o que devíeis fazer. 19E tendo partido de Horeb, passamos pelo grande e medonho deserto, que vistes, pelo caminho do monte do amorreu, conforme o Senhor nosso Deus no-lo tinha mandado. E tendo chegado a Cadesbarne, 20eu vos disse: Chegastes ao monte do amorreu, que o Senhor nosso Deus nos há de dar. 21Olha a terra, que o Senhor teu Deus te dá: Sobe e faze-te senhor dela, como o Senhor nosso Deus o prometeu a teus pais: Não temas, nem te atemorizes nada. 22Então vos chegastes vós todos a mim, e dissestes: Enviemos homens que considerem o país: e que nos ensinem por que caminho devemos entrar, e as cidades a que devemos ir. 23E como me tivesse parecido bem esta lembrança, enviei doze homens dentre vós, um de cada tribo. 24Os quais tendo-se pôsto a caminho, e passando as serras, vieram até o Vale do Cacho de Uva: e depois de considerada a terra, 25tomando dos seus frutos, para mostrarem a sua fertilidade, no-los trouxeram, e disseram: Excelente é a terra, que o Senhor nosso Deus nos há de dar. 26E vós não quisestes subir a ela, mas incrédulos à palavra do Senhor nosso Deus, 27murmurastes nas vossas tendas, e dissestes: O Senhor tem-nos ódio, e por isso nos tirou da terra do Egito, para nos entregar nas mãos dos amorreus, e para acabar conosco. 28Para onde subiremos? os que foram mandados aterraram o nosso coração, dizendo: E” muita a gente que há, e de estatura mais alta do que a nossa: As cidades são grandes, e fortificadas até ao céu, ali vimos os filhos dos Enacins. 29E eu então vos disse: Não tenhais mêdo e não os temais: 30O Senhor Deus, que é o vosso condutor, êle mesmo pelejará por vós. como o fêz no Egito à vista de todos. 31E na solidão (tu mesmo o viste) te levou o Senhor teu Deus por todo o caminho, por onde andastes, como um homem costuma levar a um seu terno filhinho, até que chegásseis a êste lugar. 32E nem ainda assim destes crédito ao Senhor vosso Deus, 33que foi diante de vós por todo o caminho, e mediu o lugar, onde devíeis assentar as vossas tendas, mostrando-vos o caminho de noite com o fogo, e de dia com a coluna de nuvem. 34Tendo o Senhor pois ouvido as vossas murmurações, irado jurou, e disse: 35Nenhum dos homens desta péssima ralé verá a excelente terra, que eu com juramento prometi a vossos pais: 36Exceto Caleb filho de Jefone: Porque êste a verá, e eu lhe darei a êle, e a seus filhos a terra, que êle calcou, porque seguiu o Senhor. 37Nem há para que alguém se espante desta indignação contra o povo, quando o Senhor irado também contra mim, por causa de vós. disse: Nem tu entrarás lá: 38Mas em teu lugar entrará Josué filho de Nun teu ministro: Exorta-o e anima-o, porque êle é que há: de repartir a terra por sorte a Israel. 39As vossas crianças, de quem dissestes que seriam levadas cativas, e os vossos filhos que hoje ainda não sabem discernir entre o bem, e o mal, êstes entrarão: e a êles darei a terra, e a possuirão. 40Mas vós desandai e tornai para o deserto pelo caminho do mar Vermelho. 41E me respondestes: Nós pecamos contra o Senhor: subiremos e pelejaremos, como o Senhor. nosso Deus o mandou. E quando vós armados marcháveis para o monte, 42o Senhor me disse: Dize-lhes: Não empreendais subir nem pelejeis, porque eu não estou convosco: Para que não caiais mortos diante de vossos inimigos. 43Eu vo-lo disse, e não me ouvistes: Mas opondo-vos ao mandado do Senhor, e todos inchados de soberba subistes ao monte. 44Tendo pois saído o amorreu, que habitava nas serras, e vindo em vosso encontro, êle vos perseguiu como as abelhas costumam perseguir: e vos foi retalhando desde Seir até Horma. 45E como depois de terdes voltado chorásseis diante do Senhor, êle vos não ouviu, nem se quis dobrar aos VOSSOS rogos. 46Assim ficastes muito tempo em Cadesbarne.

Novo TestamentoMc 11,18-33

Marcos 11

18O que ouvindo os príncipes dos sacerdotes e os escribas, andavam excogitando de que modo o haviam de perder, porque como todo o povo admirava a sua doutrina, tinham mêdo dele. 19Quando era já pela tarde, saiu da cidade. 20E no outro dia pela manhã, ao passarem pela fi-guéira, viram que ela estava sêca até às raízes. 21Então lembrado Pedro, disse para Jesus: Olha, Mestre, como se secou a figueira que tu amaldiçoaste. 22E respondendo, Jesus lhe disse: Tende a fé de Deus. 23Em verdade vos afirmo, que todo o que disser a êste monte: Tira-te, e lança-te no mar, e isto sem hesitar no seu coração, mas tendo fé de que tudo o que disser sucederá, êle o verá cumprir assim. 24Por isso vos digo, tôdas as coisas que vós pedirdes orando, crêde que as haveis de haver, e que assim vos sucederão. 25Mas quando vos puserdes em oração, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai-lha, para que também vosso Pai, que está nos Céus, vos perdoe vossos pecados.', 26Porque se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos Céus, vos não há de perdoar vossos pecados. 27E voltaram outra vez a Jerusalém. E andando Jesus pelo Templo, se chegaram a êle os príncipes dos sacerdotes, e os. escribas, e os anciãos: 28E lhe disseram: Com que autoridade fazes tu estas coisas? e quem te deu êste poder de fazer essas coisas? 29E respendendo, Jesus lhes disse: Eu também vos farei uma pergunta, e respondei-me a ela: E eu então vos direi com que autoridade faço estas coisas. 30O batismo de João era do Céu, ou dos homens? Respondei-me. 31Mas êles faziam lá consigo êste juízo, discorrendo: Se nós dissermos que era do Céu, dir-nos-á êle:Por que razão logo não crestes nele? 32Se dissermos que dos homens, temos mêdo do povo: Porque todos tinham a João em conta de um profeta. 33E respondendo, disseram a Jesus: Não sabemos. E respondendo Jesus, lhes disse: Pois nem eu-tampouco vos direi com que autoridade vos faço estas coisas.

Salmos e ProvérbiosSl 40 (41)

Salmo 40 (41)

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais: Salmo 41.

1Ao regente do côro, salmo do mesmo Davi. 2Bem-aventurado o que cuida sôbre o necessitado, e o pobre: O Senhor o livrará no dia mau. 3O Senhor o guarde, e lhe dê vida, e o faça bem-aventurado na terra: E não o entregue ao poder de seus inimigos. 4O Senhor lhe dê auxílio sôbre o leito da sua dor: Tôda a sua cama revolveste na sua enfermidade. 5Eu disse: Senhor, compadece-te de mim: Sara a minha alma, porque pequei contra ti. 6Os meus inimigos falaram contra mim dizendo: Quando morrerá, e perecerá o seu nome? 7E se algum entrava a ver-me, falava coisas vãs: O seu coração recolheu em si iniqüidade. Êle saía fora, e falava sôbre isso mesmo. 8Contra mim murmuravam todos os meus inimigos: Contra mim urdiam males. 9Palavra injusta decretaram contra mim: Porventura o que dorme não se poderá outra vez levantar? 10Ainda o homem da minha paz, em quem eu confiei: O que comia o meu pão, engrandeceu sôbre mim a sua traição. 11Tu pois, Senhor, tem compaixão de mim, e ressuscita-me: E eu lhes retribuirei. 12Nisto conheci eu que tu mc querias bem: Em que o meu inimigo se não alegrará sôbre mim. 13Porque tu me tomaste na tua proteção por causa da minha inocência: E tu me fortificaste diante de ti para sempre. 14O Senhor Deus de Israel seja bendito por todos os séculos: Assim seja, assim seja.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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