Apocalipse 4
Pe. Antônio Pereira de Figueiredo
1Depois disto, olhei, e vi uma porta aberta no Céu, ca primeira voz que ouvi era como de trombeta, que falava comigo, dizendo: Sobe cá, e mostrar-te-ci as coisas que é necessário fazerem-se depois destas. 2E logo fui arrebatado em espirito: E vi imediatamente um Trono, que estava pôsto no Céu, e sobre o Trono estava um assentado. 3E aquele que estava assentado no Trono, era pelo que parecia semelhante a uma pedra de jaspe « de sardoó-nio, e ao derredor do Trono estava um iris que se assemelhava à côr de esmeralda. 4Estavam também ao derredor do trono outros vinte e quatro tronos: E sôbre êstes tronos se viam assentados vinte e quatro anciãos, vestidos de roupas brancas, e nas suas cabeças coroas de ouro. 5E do trono saiam relâmpagos e vozes, e trovões: E diante do trono estavam sete lâmpadas ardentes, que são os sete Espíritos de Deus. 6E à vista do trono havia um como mar de vidro transparente semelhante ao cristal: E no meio do trono, e ao redor do trono, quatro animais cheios de olhos, por diante e por detrás. 7E o primeiro animal era semelhante a um leão, e -o segundo animal semelhante a um novilho, e o terceiro animal tinha o aspecto como de homem, e o quarto animal era semelhante a uma águia voando. 8E os quatro animais, cada um dêles tinha seis asas: E à roda e por dentro estavam cheios de olhos: E não cessavam de dia e de noite de dizer: Santo, Santo, Santo, o Senhor Deus onipotente, o que era, e o que é, e o que há de vir. 9E quando aqueles animais davam glória, e honra, e bênção ao que estava assentado sôbre o trono. que vive por séculos dos séculos 10Os vinte e quatro Anciãos se prostravam diante do que estava assentado no trono, «e adoravam ao que vive por séculos dos séculos, e lançavam as suas coroas diante do trono, dizendo:, 11Tu és digno, Q Senhor nosso Deus, de receber glória, e honra, e poder: Porque tu criaste tôdas as coisas, e pela tua vontade é que elas eram, e foram criadas.