Ester 12
Pe. Antônio Pereira de Figueiredo
1E morava então na córte do rei com Bagata e Tara eunucos do rei, os quais eram porteiros do palácio. 2E havendo entendido os seus pensamentos, e reconhecido exatamente os seus desígnios, averiguou que intentavam pôr a mão no rei Artaxerxes, e se avisou disso ao rei, 3O qual, feito o processo aos dois, depois de confessarem, os sentenciou à morte. 4E o rei fêz escrever nos Anais o que havia passado: E Mardoqueu o fêz também por escrito para memória do caso. 5E ordenou-lhe o rei, que vivesse em um quarto do palácio, dando-lhe presentes pelo aviso. 6Mas Aman, filho de Amadati bugeu, estava em grande crédito para com o rei, e quis arruinar a Mardoqueu, e ao seu povo por causa dos dois eunucos do rei, que haviam sido mortos. Até aqui o Proêmio. O que se segue estava posto naquele lugar do livro onde se acha escrito. E saquearam seus bens, ou suas riquezas. O que somente na edição Vulgata temos achado. E este era o traslado da carta.