Isaías 15
Pe. Antônio Pereira de Figueiredo
1Desgraça de Moab. Porque de noite foi assolada Ar, Moab emudeceu: Porque de noite foi demolida a muralha, Moab também emudeceu. 2Subiu a casa, e Dibon aos altos para chorar sôbre Nabo, e sôbre Médaba, Moab uivou: Iim tôdas as suas cabeças haverá calva e tôda a barba será rapada. 3Em suas encruzilhadas se acharam eles vestidos de saco: Sôbre os seus telhados, e nas suas praças todo o alarido se trocou em pranto. 4Gritará Hesebon e Elvale, até Jasa foi ouvida a voz dêles. Sôbre isto uivarão os armados de Moab, a sua mesma alma dentro de si dará urros. 5O meu coração clamará à vista de Moab, os seus ferrolhos irão fugindo até Segor, novilha de três anos: Porque pelo outeiro Luit subirá chorando, e no caminho de Oronaim levantarão a voz em ais de contrição. 6Porque as águas de Nemrim serão desamparadas, porquanto secou-se a erva, não vingaram as plantas, murchou-se tôda a verdura. 7Segundo a grandeza da obra assim será a sua visita: Levá-los-ão para a torrente dos salgueiros. 8Porque se fêz ouvir o clamor em tôrno dos confins de Moab: Chegaram até Galim os seus urros, e até ao poço de Elim se estendeu o seu clamor. 9Porquanto cheias ficaram de sangue as águas de Dibon: Pois enviarei sobre Dibon, uns acréscimos: Leões contra aquêles de Moab, que escaparem, e contra as relíquias da terra.