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Bíblia em um ano Dia 15/365

Dia 15

Gn 36–37 · Mt 11 · Sl 10 (11) · cerca de 13 min

  1. Antigo TestamentoGn 36–37
  2. Novo TestamentoMt 11
  3. Salmos e ProvérbiosSl 10 (11)
Destaque da leitura de hoje“Tomai sôbre vós o meu jugo; e aprendei de mim que sou manso, e humilde de coração: E achareis descanso para as vossas almas.”Mateus 11,29

Antigo TestamentoGn 36–37

Gênesis 36

1Eis aqui o catálogo dos descendentes de Esaú, chamado também Edom. 2Esaú tomou pois suas mulheres dentre as filhas de Canaã, a Ada, filha de Elon heteu, e Oolibama, filha de Ana, que era filha de Sebeon heveu. 3Foi também casado com Basemate, filha de Ismael, irmã de Nabaiote. 4Ada pariu Elifaz, Basemate, foi mãe de Rauel. 5Oolibama teve por filhos Jeus, Ielon, e Coré. Êstes são os filhos de Esaú, que lhe nasceram na terra de Canaã. 6Ora Esaú tomou suas mulheres, seus filhos, suas filhas, e tôdas as pessoas de sua casa, os seus bens, os seus gados e tudo o que possuía na terra de Canaã; e foi para outro país e se retirou de seu irmão Jacó. 7Porque como ambos eram muito ricos, não podiam morar juntos; nem a terra, onde êles viviam como estrangeiros, os podia conter no seu âmbito, por causa da multidão dos seus rebanhos. 8Esaú, chamado também Edom, habitou no monte Seir. 9Eis-aqui os descendentes de Esaú, pai dos idumeus, que habitaram no monte Seir. 10Os seus nomes são, Elifaz, que foi filho de Ada, mulher de Esaú, e Rauel que foi filho de Basemate, que foi também sua mulher. 11Filhos porém de Elifaz, foram Teman, Ornar, Sefo, Gatão, e Cenez. 12Elifaz, filho de Esaú, tinha também uma concubina chamada Tana, que lhe pariu a Amalec. Êstes são os netos de Ada, mulher de Esaú. 13Filhos de Rauel foram Naate, Zara, Sana e Meza. Êstes são os netos de Basemate, mulher de Esaú. 14Jeus, Ielon, e Coré foram filhos de Oolibama, mulher de Esaú, que era filha de Ana, e Ana filha de Sebeon. 15Os príncipes dos filhos de Esaú foram os filhos de Elifaz, primogênito de Esaú; o príncipe Teman, o príncipe Ornar, o príncipe Sefo, o príncipe Cenez, 16o príncipe Coré, o príncipe Gatão, o príncipe Amalec. Êstes são os filhos de Elifaz na terra de Edom, e netos de Ada. 17Filhos de Rauel, filho de Esaú, foram o príncipe Naate, o príncipe Zara. o príncipe Sarna, o príncipe Meza. Êstes são os príncipes, que procederam de Rauel na terra de Edom: e êstes os netos de Basemate, mulher de Esaú. 18Filhos de Oolibama, mulher, de Esaú, foram o príncipe Jeus, o príncipe Ielon, o príncipe Coré. Êstes foram os príncipes, que procederam de Oolibama, filha de Ana, e mulher de Esaú. 19Eis-aqui pois todos os filhos de Esaú, chamado também Edom, e os que dentre êles foram príncipes. 20Filhos de Seir horreu, que habitavam então esta terra, foram Latan, Sobal, Sebeon, Ana, 21Dison, Eser, e Disan. Êstes são os príncipes horreus, filhos de Seir na terra de Edom. 22Filhos de Lotam foram Hori, «e Heman: e êste Lotan tinha uma irmã, chamada Tana. 23Filhos de Sobal foram Alvan, Manaat, Ebal, Sefo, e Onão. 24Filhos de Sebeon foram Aia, e Ana. Êste Ana é o que achou umas caídas no deserto, quando apascentava os jumentos de Sebeon seu pai. 25Êle teve um filho, por nome Dison, e uma filha, por nome Oolibama. 26Filhos de Dison foram Hamdan, Eseban, Jetran, e Caran. 27Filhos de Eser foram Balaan, Zavan, e Acan. 28Filhos de Disan foram Hus, e Arão. 29Foram pois príncipes dos horreus os que se seguem: o príncipe Lotan, o príncipe Sobal, o príncipe Sebeon, o príncipe Ana, 30o príncipe Dison, o príncipe Eser, o príncipe Disan. Êstes foram os príncipes dos horreus, que governaram na terra de Seir. 31Os reis, que reinaram na terra de Edom antes que os filhos de Israel tivessem rei, foram êstes: 32Bela, filho do Beor, e a sua côrte se chamava Dénaba. 33Morto Bela, reinou em seu lugar Jobab, filho de Zara de Bosra. 34Morto Jobab, sucedeiMhe no reino Husão, que era da terra dos temanitas. 35Morto êste, reinou depois dêle Adad. Êste foi o que desfez os madianitas do país de Moab: a sua côrte se chamava Avit. 36Morto Adad sucedeu-lhe no reino Semla, que. era de Masreca. 37Morto Semla, reinou em seu lugar Saul que era dos arredores do rio de Roobote. 38Morto Saul, sucedeu-lhe no reino Balanan, filho de Acobor. 39Morto Balanan sucedeu em seu lugar Adar: a sua côrte se chamava Fau, e sua mulher se chamava Meetabel, filha, de Matreb que era filha de Mezaab. 40Eis-aqui pois os nomes dos príncipes, que procederam de Esaú, segundo suas famílias, lugares da sua habitação, e povos, que dêles tomaram os nomes. O príncipe Tama, o príncipe Alva, o príncipe Jetete. 41o príncipe Oolibama, o príncipe Ela. o príncipe Finon, 42o príncipe Cenez, o príncipe Teman, o príncipe Mabsar, 43o príncipe Magdiel, o príncipe Hirão. Êstes são os príncipes, que procederam de Edom, e que habitaram nas terras do seu império. E êste Edom, chamado também Esaú, é o que foi pai dos idumeus.

Gênesis 37

1Ora Jacó habitava na terra de Canaã, onde seu pai tinha assistido como forasteiro. 2E eis-aqui o qúe diz respeito à sua família. José aos dezesseis anos de sua idade, e não sendo ainda mais que menino, apascentava o rebanho com seus irmãos; e costumava acompanhar com os filhos de Bala, e de Zelfa, mulheres de seu pai. Numa ocasião acusou êle a seus irmãos diante de seu pai dum crime enorme. 3Amava Israel a José mais do que a todos seus irmãos pelo haver tido sendo: já velho: e êle lhe tinha mandado fazer uma túnica de várias côres. 4Seus irmãos pois vendo que seu pai o amava mais do que a todos os outros, aborreciam-no, e não podiam falar-lhe com brandura. 5Aconteceu também, que José referiu a seus irmãos um sonho, que tivera, que foi a semente, donde brotou ainda maior ódio. 6Porque êle lhes disse: Ouvi um sonho, que eu tive. 7Parecia-me que eu estava atando convosco uns molhos de trigo no campo: que o meu molho se levantava e se tinha em pé; e que os vossos, postos à roda do meu, o adoravam. 8Seus irmãos lhe responderam: Acaso serás tu nosso rei, e seremos nós sujeitos ao teu poder? Êstes sonhos pois, e êstes contos acenderam ainda mais a inveja, e o ódio, que os irmãos tinham contra êle. 9Teve José ainda outro sonho, que êle contou a seus irmãos por estas palavras: Pareceu-me como que via em sonhos, que o sol, e a lua, e onze estrêlas me adoravam. 10Tendo êle contado êste sonho a seu pai, e a seus irmãos, o pai o repreendeu, e lhe disse: Que quererá dizer êsse sonho, que tu tiveste? Será que eu, e tua mãe, e teus irmãos te hajamos de adorar sôbre a terra? 11Assim seus irmãos estavam cheios de inveja contra êle: mas seu pai considerava a coisa em silêncio.. 12Aconteceu então que os irmãos de José se cingiram a viver em Siquem, e ali apascentavam os rebanhos de seu pai. 13E disse Israel a José: Teus irmãos apascentam as nossas ovelhas no pais de Siquem. Vem, e mandar-te-ei para êles. 14Eu estou pronto, lhe disse José. Continuou Jacó: Vai, e vê se teus irmãos se portam bem, e se os rebanhos estão em bom estado: e contar-me-ás o que se passa. Tendo pois sido mandado de Hebron chegou a Siquem. 15E como um homem o encontrasse, andando daqui para ali no campo, e lhe perguntasse, que era o que buscava, 16êle lhe respondeu: Busco a meus irmãos; peço-te que me digas, onde estão êles pastoreando os rebanhos? 17O homem lhe respondeu: Êles foram-se dêste lugar, e eu os ouvi estarem dizendo entre si: Vamos para Dotain. Partiu pois José atrás de seus irmãos, e achou-os em Dotain. 18Tanto que êles o viram de longe, antes que chegasse a êles, resolveram matá-lo. 19E diziam uns para os outros. Eis-aí vem o sonhador: 20Vamos, tiremos-lhe a vida, metamo-lo numa.cisterna velha. Diremos que uma bêsta fera o devorou; e então se verá de que lhe serviram os seus sonhos. 21Rúben tendo-os ouvido falar assim, trabalhava pelo livrar das suas mãos, e lhes dizia: 22Não o mateis, e não derrameis o seu sangue, mas lançai-o nesta cisterna, que está no deserto, e conservai vossas mãos inocentes. Isto dizia êle com intento de o livrar das suas mãos, e de o restituir a seu pai. 23Ainda bem pois José não tinha chegado a seus irmãos, quando êstes lhe tiraram logo a sua túnica de várias côres, que descia até os artelhos: 24e o lançaram numa cisterna velha, que estava sem água. 25Depois tendo-se assentado para comerem, viram uns ismaelitas, que passavam e que vindos de Galaad levavam nos seus camelos aromas, resina, e mirra, e caminhavam para o Egito. 26Então disse Judá a seus irmãos: De que nos servirá matarmos a nosso irmão, e ocultarmos a sua morte?. 27Melhor é vendê-lo a êstes ismaelitas, e não manchar nossas mãos: porque êle é nosso irmão, e nossa carne, Assentiram seus irmãos ao que êle lhes dizia. 28Tendo pois tirado da cisterna a José quando passava uma cáfila de madianitas, venderam-no por vinte moedas de pratas aos ismaelitas, que o levaram ao Egito. 29Rúben, como voltando à cisterna não achasse o menino, 30rasgados os seus vestidos, veio ter com seus irmãos, e disse-lhes: O menino não aparece, e onde irei eu? 31Depois disto tomaram êles a túnica de José e tendo-a tingido no sangue dum cabrito, que mataram, 32enviaram-na a seu pai, dando ordem a que os portadores lhe dissessem: Eis-aqui uma túnica, que nós achamos; vê se ela é a de teu filho, ou não. 33O pai tendo-a conhecido, disse: Esta é a túnica de meu filho: alguma fera cruel o devorou; alguma bêsta devorou a José. 34E rasgados seus vestidos se cobriu de um cilício, chorando a seu filho por muito tempo. 35Então concorreram juntos seus filhos a ver se podiam aliviar seu pai na sua dor: mas êle não quis admitir consolação, e disse: Eu não hei de deixar de chorar, enquanto não descer com meu filho ao inferno. Pelo que continuou êle sempre em chorar. 36Entretanto os madianitas venderam José no Egito a Putífar, eunuco de Faraó, e general das suas tropas.

Novo TestamentoMt 11

Mateus 11

1E aconteceu que quando Jesus acabou de dar estas instruções aos seus doze discípulos, passou dali a ensinar e pregar nas cidades deles. 2E como João, estando no cárcere, tivesse ouvido as obras de Cristo, enviando dois de seus discípulos, 3lhe fêz esta pergunta: Tu és o que hás-de vir, ou é outro o que esperamos? 4E respondendo Jesus, lhes disse: Ide contar a João o que ouvistes, e vistes.: 5Os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos limpam-se, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, aos pobres anuncia-se-lhes o Evangelho: 6E bem-aventurado aquêle que não fôr escanda-lizado em mim. 7E logo que êles se foram, começou Jesus a falar de João às gentes: Que saístes vós a ver no deserto? uma cana agitada do vento? 8Mas que saístes a ver? um homem vestido de roupas delicadas? Bem vêdes que os que vestem roupas delicadas, são os que assistem nos palácios dos reis. 9Mas que saístes a ver? um profeta? Certamente vos digo, e ainda mais do que profeta. 10Porque este é de quem está escrito: Eis-ai envio eu o meu anjo ante a tua face, que preparará o teu caminho diante de ti. 11Na verdade vos digo, que entre os nascidos de mulheres não se levantou outro maior que João Batista. Mas o que é menor no reino dos Céus, é maior do que êle. 12E desde os dias de João Batista até agora, o reino dos Céus sofre violência, e os que fazem violência são os que o arrebatam. 13Porque todos os profetas, e a lei até João profetizaram: 14E se vós o quereis bem compreender, êle: mesmo é o Elias, que há-de vir. 15O que tem ouvidos de ouvir, ouça. 16Mas a quem direi eu que é semelhante esta geração? E” semelhante aos meninos, que estão sentados na praça: Que gritando aos seus iguais, 17dizem: Nós cantamos para vós, e vós não bailastes: Choramos-vos, e não chorastes. 18Porque veio João, que não comia, nem bebia, e dizem: £le tem demônio. 19Veio o Filho do homem, que come, e bebe, e dizem: Eis-aqui um homem glutão, e bebedor do vinho, amigo de publicanos, e de pecadores. Mas a sabedoria foi justificada por seus filhos. 20Então começou a lançar em rosto às cidades, em que foram obradas tantas das suas maravilhas, que não haviam feito penitência. 21Ai deti, Corozain, ai de ti, Betsaida: Que se em Tiro, e em Sidônia se tivessem obrado as maravilhas que se obraram em vós, muito tempo há que elas teriam feito penitência em cilício, e em cinza. 22Eu vos digo contudo: Que haverá menos rigor para Tiro, e Sidônia, que para vós outros no dia do Juízo. 23E tu, Cafarnaum, clevar-te-ás porventura até o Céu?. has-de ser abatida até o inferno: Porque se em Sodoma se tivessem feito os milagres que se fizeram em ti, talvez que ela tivesse permanecido até ao dia de hoje. 24Eu vos digo, contudo, que no dia do Juízo haverá menos rigor para a terra de Sodoma, que para ti. 25Naquele tempo respondendo Jesus, disse: Graças te dou a ti, Pai, Senhor do Céu, e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios, e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. 26Assim é, Pai: Porque assim foi do teu agrado. 27Tôdas as coisas me foram entregues por meu Pai. E ninguém conhece o filho senão o pai: Nem alguém conhece o pai senão o filho, e a quem o filho o quiser revelar. 28Vinde a mim todos os que andais em trabalho, e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. 29Tomai sôbre vós o meu jugo; e aprendei de mim que sou manso, e humilde de coração: E achareis descanso para as vossas almas. 30Porque'o neu jugo é suave, e o meu ônus é leve.

Salmos e ProvérbiosSl 10 (11)

Salmo 10 (11)

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais: Salmo 11.

1Ao regente do côro, salmo de Davi. 2No Senhor confio: Por que dizeis à minha alma: Foge para o monte como pássaro? 3Porque eis-aí os pecadores estenderam o seu arco, prepararam as suas setas na aljava, para as dispararem na obscuridade contra os que são de coração reto. 4Por que destruíram o que tu tinhas acabado: E que fêz o justo? 5O Senhor habita no seu templo, o trono do Senhor é no Céu. Os seus olhos olham para o pobre: As suas pálpebras fazem perguntas aos filhos dos homens. 6O Senhor faz perguntas ao justo e ao ímpio: Aquêle porém que ama a iniqüidade, aborrece a sua alma. 7Fará chover laços sôbre os pecadores: O fogo, e o enxofre, e as tempestades são a parte que lhes toca. 8Porque o Senhor é justo, e êle amou a justiça: O seu rosto olha para a equidade.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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