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Bíblia em um ano Dia 165/365

Dia 165

Os 14; Is 1–2 · At 18 · Sl 94 (95) · cerca de 12 min

  1. Antigo TestamentoOs 14; Is 1–2
  2. Novo TestamentoAt 18
  3. Salmos e ProvérbiosSl 94 (95)
Destaque da leitura de hoje“Louvor e cântico do mesmo Davi. Vinde, regozijemo-nos no Senhor: Celebremos as glórias de Deus nosso Salvador.”Salmo 94,1 (95)

Antigo TestamentoOs 14; Is 1–2

Oseias 14

1Pereça Samaria, porque concitou seu Deus a amar-gurar-se: Pereçam aos fios da espada, sejam machuca-dos seus tenros infantes, e sejam fendidas pelo ventre as suas prenhadas. 2Converte-te, ó Israel, ao Senhor teu Deus: Porque pela tua iniquidade é que caíste. 3Tomai convosco humildes palavras, e convertei-vos ao Senhor: E dizei-me: Tira-nos tôdas as nossas iniquidades, recebe êste bem: E nós te ofereceremos novilhos em sacrifício com os louvores dos nossos lábios. 4Assur não nos salvará, nós não montaremos em cavalos, nem diremos jamais: Os nossos deuses são as obras das nossas mãos: Porque tu te commpadecerás daquele pupilo que descansa em ti. 5Eu curarei as suas chagas, amá-los-ei por um puro efeito do meu beneplácito: Porque o meu furor se tem apartado dêles. 6Eu serei como um orvalho, Israel brotará como a açucena, e a sua raiz romperá em iançamento, como as plantas do Líbano. 7Estender-se-ão os seus ramos, e a sua glória será como a oliveira: E o seu cheiro, como o do Líbano. 8Êles virão repousar debaixo da sua sombra: Viverão de trigo, e deitarão os seus renovos, como uma vinha: À sua nomeada rescenderá como o vinho do Líbano. 9Depois disto dirá Efraim: Que tenho eu mais com os ídolos? Eu o escutarei e eu o farei crescer para cima como a uma viçosa faia: De mim virá o achar-se em ti o teu fruto. 10Quem é o sábio, e o que entenderá estas maravilhas? Quem o inteligente, e o que saberá estas coisas? Porque os caminhos do Senhor são direitos, e nêles andarão os justos: Os prevaricadores porém cairão nêles.

Isaías 1

1Visão de Isaías, filho de Amós, a qual êle viu sôbre Judá e Jerusalém no tempo de Ozias, de Joatan, de -Acaz, e de Ezequias, reis de Judá. 2Ouvi, Céus, e tu, ó terra, escuta, porque o Senhor é quem falou. Criei uns filhos, e engrandeci-os: Porém eles me desprezaram. 3Conheceu o boi a seu possuidor, e o jumento o presépio do seu dono: Mas Israel não me conheceu, e o meu povo não entendeu. 4Ai da nação pecadora, do povo carregado de iniquidade, da ralé maligna, dos filhos malvados: Abandonaram o Senhor, blasfemaram o Santo de Israel, tornaram para trás alienados. 5Que importará que cu vos fira de novo, acumu-lando vós umas prevaricações sobre outras? Tôda a cabeça está enferma, e todo o coração abatido. 6Desde a planta do pé até o alto da cabeça não há nêle coisa sã: Tudo é uma ferida, e uma contusão, e uma chaga entumecida, que não está ligada, nem se lhe aplicou remédio para a sua cura, nem com óleo foi suavi-zada. 7A vossa terra está deserta, as vossas cidades abrasadas do fogo: Os estranhos à vossa vista devoram a vossa região, e ela será devastada como numa assolação de inimigos. 8E ficará desamparada a filha de Sião como choupana em vinha, e como choça em pepinal, e como cidade que é devastada. 9Se o Senhor dos exércitos nos não tivera conservado alguns da nossa linhagem, teriamos sido como Sodoma, e ter-nos-íamos tornado tais como Gomorra. 10Ouvi a palavra do Senhor, príncipes de Sodoma, escutai a lei do nosso Deus, povo de Gomorra. 11De que me serve a mim a multidão das vossas vítimas, diz o Senhor? já estou farto delas: Não quero mais holocaustos de carneiros, nem gordura de animais nédios, nem sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes. 12Quando vinheis à minha presença quem reque-reu estas coisas de vossas mãos, para que andásseis nos meus átrios? 13Não ofereçais mais sacrifícios em vão: O incenso é para mim abominação. Neomênia e Sábado e outras festividades não sofrerei, os vossos ajuntamentos são iníquos: 14A minha alma aborrece as vossas Calendas, e as vossas solenidades: Elas se me têm feito molestas, cansado estou de as sofrer. 15E quando estenderdes as vossas mãos, apartarei de vós os meus olhos: E quando multiplicardes as vossas orações, não as atenderei: Porque as vossas mãos estão cheias de sangue. 16Lavai-vos, purificai-vos, tirai de diante de meus olhos a malignidade de vossos pensamentos: Cessai de obrar perversamente, 17aprendei a fazer bem: Procurai o que é justo, socorrei ao oprimido, fazei justiça ao órfão, defendei a viúva. 18E vinde, e argui-me, diz o Senhor: Se os vossos pecados fôrem como a escarlata, êles se tornarão brancos como a neve: E se fôrem roxos como o carmezim ficarão alvos como a branca lã. 19Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis os bens da terra. 20Mas se não quiserdes, e me provocardes a ira: Devorar-vos-á a espada, porque a bôca do Senhor falou. 21Como se fêz prostituta a cidade fiel, cheia de retidão? Habitou nela a justiça, mas agora os homicidas. 22A tua prata se mudou em escória: O teu vinho se misturou com água. 23Os teus príncipes são infiéis, companheiros de ladrões: Todos amam as dádivas, andam atrás das recompensas. Não fazem justiça ao órfão: E a causa da viúva não tem acesso a êles. 24Por êste motivo diz o Senhor Deus dos exércitos, o forte de Israel: Ai! que eu me consolarei sôbre os meus adversários, e me vingarei de meus inimigos. 25E voltarei a minha mão sôbre ti, e acrisolarei a tua escória até à última depuração, e tirarei de ti todo o teu estanho. 26E restituirei os teus juízes como foram dantes, e os teus conselheiros como antigamente: Depois disto "serás chamada a cidade do justo, a cidade fiel. 27Sião será resgatada em juízo, e será restabelecida em justiça. 28E quebrantará os malvados, e juntamente os pecadores: E os que desampararam ao Senhor serão consumidos. 29Porque êles serão confundidos pelos ídolos, a, quem sacrificaram: E vós vos envergonhareis dos jardins que tínheis escolhido, 30quando vos tornardes como um carvalho, a que caem as fôlhas, e como uma horta sem água. 31E será a vossa fortaleza como torcida de estôpa, e a vossa obra como faisca: E uma e outra se queimará ao mesmo tempo, e não haverá quem a apague.

Isaías 2

1Visão de Isaías, filho de Amós, sôbre Judá e Jerusalém. 2E nos últimos dias estará preparado o monte da casa do Senhor no cume dos montes, e se elevará sobre os outeiros, e concorrerão a eles tôdas as gentes. 3E irão muitos povos, e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor, e à casa do Deus de Jacó, e êle nos ensinará os seus caminhos, e nós andaremos pelas suas veredas: Porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra do Senhor. 4E julgará as nações, e argüirá a muitos povos: E das suas espadas forjarão relhas de arados, e das suas lanças foices: Não levantará a espada uma nação contra outra nação, nem daí por diante se adestra-rão mais para a guerra. 5Casa de Jacó, vinde e caminhemos na luz do Senhor. 6Pois tu arrojaste o teu povo, a casa de Jacó: Porquanto êles se têm enchido como noutro tempo e tiveram agoureiros como os filisteus, e se uniram a mancebos estranhos. 7Cheia está a terra de prata e de ouro: E não têm têrmo os seus tesouros: 8E cheia está a sua terra de cavalos: E são inumeráveis as suas quadrigas: E cheia está a sua terra de ídolos: Adorarani a obra de suas mãos, a qual fizeram os seus dedos. 9E se encurvou o homem, e o varão se abateu: Portanto não lhes perdoes. 10Entra na penha, e nas aberturas da terra esconde-te da espantosa presença do Senhor, e da glória de sua majestade. 11Os olhos altivos do homem têm sido abaixados, e encurvada será a altiveza dos varões e só o Senhor será exaltado naquele dia. 12Porque o dia do Senhor dos Exércitos será sôbre todo o soberbo, e altivo, e sôbre todo o arrogante: E êle será humilhado. 13E sobre todos os cedros do Líbano altos e levantados, e sôbre todos os carvalhos de Basan. 14E sôbre todos os montes altos, e sobre todos os outeiros elevados. 15E sôbre tôda a tôrre eminente, e sôbre todo o muro fortificado, 16e sôbre tôdas as naus de Tarsis, e sôbre tudo o que é belo à vista. 17E será encurvada a arrogância dos homens, e. abatida a altiveza dos varões, e só o Senhor será sublimado naquele dia: 18E os ídolos serão de todo esmigalhados: 19E entrarão nas cavernas das penhas e nas vora-gens da terra por causa da presença formidável do Senhor, e da glória de sua majestade, quando se levantar para ferir a terra. 20Naquele dia arrojará o homem os seus ídolos de prata, e os seus simulacros de ouro, que para si tinha feito a fim de os adorar não sendo mais que toupeiras e morcegos. 21E entrará nas aberturas das pedras, e nas cavernas dos rochedos por causa da presença formidável do Senhor, e da glória de sua majestade, quando se levantar para ferir a terra. 22Cessai pois de irritar êste homem, cujo fôlego réspira no seu nariz, porquanto êle mesmo é reputado pelo Excelso.

Novo TestamentoAt 18

Atos dos Apóstolos 18

1Depois disto, havendo saído Paulode Atenas, che- - gou a Corinto. 2E achando ali um judeu por nome Áquila, natural do Ponto, que pouco antes havia chegado de Itália, e a Priscila sua mulher (pelo motivo de que tinha mandado Cláudio sair de Roma a todos os judeus) se uniu a les. 3E porquanto era do seu mesmo ofício, estava com eles, e trabalhava: (Porque o ofício dêles era o de fazer tendas de campanha.), 4E disputava todos. os sábados na Sinagoga, fazendo entrar nos seus discursos o nome do Senhor Jesus, e convencia aos judeus e aos gregos. 5E quando vieram de Macedônia Silas e Timóteo, Paulo instava com a sua pregação, dando testemunho aos judeus de que Jesus era o Cristo. 6Mas como êles contradissessem, e blasfemassem, sacudindo êle os seus vestidos, lhes disse: O vosso sangue seja sôbre a vossa cabeça: Eu estou limpo, desde agora me vou para os gentios. 7E saindo dali, entrou em casa de um chamado Tito Justo, temente a Deus, cuja casa vizinhava com a Sinagoga. 8E Crispo, que era o príncipe da Sinagoga, creu no Senhor com todos os da sua casa: E muitos dos coríntios, ouvindo-o, criam e eram batizados. 9Ora de noite em visão disse o Senhor a Paulo: Não temas, mas fala, e não te cales. 10Porque eu sou contigo, e ninguém se chegará a ti para te fazer mal, porque tenho muito povo nesta cidade. 11E se deteve ali um ano, e seis meses, ensinando entre êles a palavra de Deus. 12Mas sendo procônsul de Acaia, Galião, os judeus de comum acordo se levantaram contra Paulo, e o levaram ao tribunal, 13dizendo: Êste pois contra a lei persuade aos homens que sirvam a Deus. 14E como Paulo começasse a abrir a sua bôca, disse Galião aos judeus: Se isto fôsse na realidade algum agra-conforme o direito. 15Mas se são questões de palavra, e de nomes, e da vossa lei, vêde-o vós lã: Porque eu não quero ser juiz destas coisas. 16E assim os mandou sair do tribunal. 17Então eles todos, lançando mão de Sóstenes, cabeça da Sinagoga, lhe davam pancadas diante de tribunal: E a Galião nada disto lhe dava cuidado. 18Mas Paulo havendo permanccido ali ainda muitos dias, despedindo-se dos irmãos, navegou para a Síria (e com êle Priscila e Áquila) depois de se ter feito cortar o cabelo em Cêncris: Porque tinha voto. 19E chegou a Éfeso, e os deixou ali. TE tendo êle entrado na Sinagoga, disputava contra os judeus. 20E rogando-lhe êles que ficasse ali mais tempo, não consentiu nisso. 21Mas despedindo-se dêles, e dizendo-lhes: Outra vez, querendo Deus, voltarei a vós, partiu de Éfeso. 22E descendo a Cesaréia, subiu a Jerusalém e saudou aquela Igreja, e logo passou a Antioquia. 23E havendo estado ali por algum tempo, partiu, atravessando por sua ordem a terra de Galácia e a Frígia, fortalecendo a todos os Discípulos. 24E veio a Éfeso um judeu por nome: Apolo, natural de Alexandria, homem eloquente, mui versado nas Escrituras. 25Êste era instruído no caminho do Senhor: E falava com fervor de espírito e ensinava com diligência o que pertencia a Jesus, conhecendo somente o batismo de João. 26Este pois começou a falar com liberdade na Sinagoga. Quando Priscila e Áquila o ouviram, o levaram. consigo e lhe declararam mais particularmente o caminho do Senhor. 27E querendo êle ir a Acaia, havendo-o animado a. isso os irmãos, escreveram aos Discípulos que o recebessem. le, tendo ali chegado, foi de muito proveito para aquêles que haviam crido. 28Porque com grande veemência convencia públicamente aos judeus; mostrando-lhes, pelas Escrituras, que Jesus era o Cristo.

Salmos e ProvérbiosSl 94 (95)

Salmo 94 (95)

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais: Salmo 95.

1Louvor e cântico do mesmo Davi. Vinde, regozijemo-nos no Senhor: Celebremos as glórias de Deus nosso Salvador. 2Apresentemo-nos ante a sua face para o louvar e celebremo-lo com salmos. 3Porque o Senhor é Deus grande: E rei grande sôbre todos os deuses. 4Porque na sua mão estão todos os limites da terra: E as alturas dos montes são suas. 5Porquanto seu é o mar, e êle o fêz: E as suas mãos formaram a terra árida. 6Vinde, adoremos, e prostremo-nos: E choremos diante do Senhor, que nos criou. 7Porque êle é o Senhor nosso Deus: E nós povo do seu pasto, e ovelhas da sua manada. 8Se hoje ouvires a sua voz, não queirais endurecer os vossos corações: 9Assim como na altercação em o dia da tentação no deserto: Onde me tentaram vossos pais, me provaram, e viram as minhas obras. 10Quarenta anos estive desgostado com esta geração, e disse: Êstes sempre erram de coração. 11E êles não acertaram os meus caminhos: Pelo que lhes jurei na minha ira: Não entraram no meu repouso.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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