Dia 222
Ez 5–7 · 2Cor 1 · Sl 118,157-167 (119) · cerca de 13 min
Destaque da leitura de hoje“Olha que tenho amado os teus mandamentos, Senhor: Dá-me vida pela tua misericórdia.”Salmo 118,159 (119)
Antigo TestamentoEz 5–7
Ezequiel 5
1E tu, filho do homem, pega numa navalha afiada, que corte os cabelos: E tomá-la-às, e a passarás por cima da tua cabeça e da tua barba: E tomarás uma balança de pêso, e reparti-los-ás. 2Uma têrça parte lançá-la-ás ao fogo no meio da cidade, à medida que os dias do cêrco se fôrem cumprindo: E tomarás a outra têrça parte, e cortá-la-ás com uma espada ao redor da mesma cidade:.Deitarás porém ao vento a outra têrça parte que restar e eu irei atrás dêle com a espada nua. 3Desta. têrça parte porém tirarás tu um pequeno número: E atá-los-ás numa ponta da tua capa. 4E ainda dêstes tirarás tu alguns pcucos, e lançá-los-ás no meio do fogo, e queimá-los-às com as chamas: E daqui sairá uma labareda por tôda a casa de Israel. 5Isto diz o Senhor Deus: Esta é Jerusalém, no meio das gentes eu a pus, e em contôrno dela as suas terras. 6E desprezou os meus juízos, até o ponto de se tornar mais ímpia que as gentes: E os meus preceitos ainda mais que tôdas as terras, que estão ao redor dela: Porque êles arrojaram de si os meus juízos, e não andaram nos meus preceitos. 7Portanto isto diz o Senhor Deus: Porque vencestes em impiedade as gentes que estão ao redor de vós, e não andastes nos meus preceitos, e não observastes os meus juízos, nem ainda obrastes segundo as leis das gentes, que estão à roda de vós: 8Portanto isto diz o Senhor Deus: Aqui estou eu contra ti, e eu mesmo exercerei no meio de ti os meus juízos aos olhos das gentes: 9E farei contra ti o que ainda não tenho feito, e coisas que nunca mais as farei semelhantes por causa de tôdas as tuas abominações. 10Por isso os pais comerão a seus filhos no meio de ti, e os filhos comerão a seus pais, e eu exercerei em ti os meus juízos: E a todo o vento padejarei tôdas as tuas relíquias. 11Portanto vivo eu, diz o Senhor Deus: Se pelo motivo de teres violado o meu santuário com tôdas as tuas ofensas, e com tôdas as tuas abominações, eu também te não quebrantar, e o meu ôlho te não perdoar, nem eu tiver a menor compaixão de ti. 12Um têrço dos teus morrerá de peste, e será consumido de fome no meio de ti: E outro têrço dos teus cairá morto ao fio da espada em teu circuito: Quanto porém ao outro têrço que te restar, eu o espalharei a todo o vento, e irei atrás dêles com a espada nua. 13E satisfarei o meu furor, e nêles farei descansar a minha indignação, e eu me consolarei: E êles saberão que eu, o Senhor, falei no meu ciúme, depois que eu tiver satisfeito nêles a minha indignação. 14E cu te reduzirei a um deserto, e a ser o opróbrio das gentes, que estão ao redor de ti, à vista de todo o que fôr passando. 15E serás o opróbrio, e a blasfêmia, e o escarmento, e o assombro entre as gentes que estão em teu contôrno: Quando eu tiver exercido contra ti os meus juízos com furor, e com indignação, e com increpações de ira. 16Eu o Senhor o disse: Quando eu despedir as mais que penetrantes setas da fome contra êles: As quais serão mortais, e que eu despedirei para vos perder: E ajuntarei a fome sôbre vós, e quebrarei entre vos o báculo do pão. 17E enviarei contra vós a fome, e as mais cruéis alimárias até vos reduzirem a extermínio: E a peste, e o sangue passarão por ti, e farei vir a espada sôbre ti: Eu, o Senhor, o disse.
Ezequiel 6
1E foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: 2Filho do homem, vira o teu rosto para os montes de Israel, e profetizarás contra êles. 3E dirás: Montes de Israel, ouvi a palavra do Senhor Deus: Isto diz o Senhor Deus aos montes, e aos outeiros, aos rochedos, e aos vales: Eis-aí mandarei eu sobre vós a espada, e destruirei os vossos altos: 4E demolirei os vossos altares, e serão quebrados os vossos simulacros, e arrojarei os vossos mortos entre os vossos ídolos: 5E estenderei os cadáveres dos filhos de Israel por diante dos vossos simulacros: E espalharei os vossos ossos ao redor dos vossos altares, 6em tôdas as vossas habitações. As cidades serão desertas, e os altos serão demolidos, e desfeitos: E os vossos altares cairão, e serão quebrados: E cessarão os vossos ídolos, e os vossos templos serão derribados, e ficarão extintas as vossas obras. 7E cairão os mortos no meio de vós: E sabereis que eu sou o Senhor. 8E deixarei no meio de vós os que tiverem fugido da espada entre as gentes, quando vos espalhar pelas terras. 9E aquêles dentre vós que tiverem sido livrados, se lembrarão de mim entre as gentes, para onde foram levados cativos: Porque eu quebrantei o seu coração fornicário, e que se apartava de mim: E os olhos dêles pros-tituídos pela fornicação após dos seus ídolos: E êles se desagradarão de si mesmos por causa dos males que fizeram em tôdas as suas abominações. 10E saberão que eu o Senhor não disse debalde que lhes havia de fazer êste mal. 11Isto diz o Senhor Deus: Fere a tua mão, e dá uma pancada no teu pé, e dize: Ai sobre tôdas as abominações dos males da casa de Israel porque êles hão-de perecer. pela espada, pela fome e pela peste. 12Aquêle que está longe morrerá de peste: E o que está perto cairá aos golpes da espada: E o que fôr deixado, e sitiado, morrerá de fome: E fartarci nêles a minha indignação. 13E sabereis que eu sou o Senhor quando os vossos mortos estiverem estendidos no meio dos vossos ídolos, à roda dos vossos altares, em todos os outeiros elevados, e em todos os cumes dos montes, debaixo de tôda a árvore dos bosques, debaixo de todo o carvalho frondoso. lugares onde queimaram fragrantes incensos a todos os seus ídolos. 14E estenderei a minha mão sôbre êles: Deixarei desolada e desamparada a terra. desde o deserto de De-blata, em tôdas as suas habitações: E saberão que eu sou o Senhor.
Ezequiel 7
1É foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: 2Eu, filho do homem, dize: Isto diz o Senhor Deus à terra de Israel: O fim vem, vem o fim sôbre as quatro plagas desta terra. 3Agora é que vem o fim sôbre ti, e eu desafogarei o meu furor contra ti: E te julgarei conforme os teus caminhos: E te porei diante dos olhos tôdas as tuas abominações. 4E o meu ôlho te verá sem se magoar, nem me compadecerei de ti: Mas porei sôbre ti os teus caminhos, e as tuas abominações estarão no meio de ti: E vós sabereis que eu sou o Senhor. 5Isto diz o Senhor Deus: Eis uma aflição, eis-que logo vem outra aflição: 6O fim vem, vem o fim, êle despertou contra ti: Ei-lo aí vem. 7O' tu, que habitas na terra, uma total ruína vem sôbre ti: E” chegado ó tempo, está perto o dia da mortandade, e não da glória dos montes. 8Agora, derramarei eu de perto a minha ira sôbre ti, e satisfarei em ti o meu furor: E te julgarei conforme os teus caminhos, e porei sobre ti tôdas as tuas maldades. 9E o meu ôlho te verá sem se magoar, nem eu me compadecerei de ti, mas pôr-te-ei às costas os teus caminhos, e as tuas abominações estarão no meio de ti: E vós sabereis que eu sou o Senhor que firo. 10Eis-aqui o dia, ei-lo aí vem: Saiu a total destruição, floresceu a vara, brotou a soberba. 11A iniqüidade se levanto sôbre a vara da impiedade: Não restará nada dêles, nem do povo, nem do seu estrondo: E não haverá nêles descanso. 12Chegou o tempo, está próximo o dia: O que compra não se alegre: E o que vende, não chore: Porque a ira está sôbre todo o seu povo. 13Porque o que vende, não tornará a possuir o que vendeu, e ainda estará a sua vida entre os viventes: Porque a visão concernente a tôda a sua multidão não tornará atrás: E nenhum será reforçado por causa da iniqüidade da sua vida. 14Tocai a trombeta, preparem-se todos, mas não há ninguém que vá à batalha: Porque a minha ira está sobre todo o seu povo. 15Fora a espada, e dentro a peste e a fome: O que está no campo, morrerá à espada: E os que estão na cidade, serão devorados pela peste e pela fome. 16E os que dentre êles fugirem, salvar-se-ão: Mas êles estarão sôbre os montes como pombas dos vales, todos tremendo, cada um por causa da sua iniquidade. 17Tôdas as mãos se enfraquecerão, e todos os joelhos distilarão águas. 18E cingir-se-ão de cilícios, e o mêdo os cobrirá, e em todo o rosto haverá confusão, e em tôdas as suas cabeças calva. 19A sua prata será lançada fora, e o seu ouro será reputado como um monturo. À sua prata e o seu ouro não os poderão livrar no dia do furor do Senhor. Êles não fartarão a sua alma, e os seus ventres se não encherão: Porque lhe têm servido de tropêço para a sua iniquidade. 20E converteram em soberba o adôrno de seus colares, e dele fizeram representativos das suas abominações e simulacros: Por isso fiz que fôsse para êles uma imin-dície: 21E pô-lo-ci nas mãos dos estranhos para ser saqueado, e aos ímpios da terra servirá de prêsa, e êles o contaminarão. 22E apartarei deles a minha face, e violarão o secreto do meu santuário: E entrarão nêle saqueadores e o profanarão. 23Acaba com a tua conclusão: Porque a terra está, cheia de juízo de sangues, e a cidade cheia de iniquidade. 24E farei vir os péssimos dentre as gentes, e eles se apoderarão das suas casas: E farei cessar à soberba dos poderosos, e aquéles péssimos possuirão os santuários dêles. 25Ao sobrevir-lhes de repente a angústia, êles buscarão a paz, e não a haverá. 26A um susto sucederá outro susto, e a um estrondo outro estrondo: E buscarão alguma visão de algum profeta, e a lei perecerá na bôca do sacerdote, e o conselho na bôca dos anciãos. 27O rei chorará e o príncipe cobrir--se-á de tristeza e as mãos do povo da terra tremerão de mêdo. Eu os tratarei conforme o seu caminho, e os julgarei conforme êles julgaram os outros: E saberão que eu sou o Senhor.
Novo Testamento2Cor 1
2 Coríntios 1
1Paulo, Apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, e Timóteo, seu irmão, à Igreja de Deus, que está em Corinto, e a todos os Santos, que há por tôda a Acaia. 2Graças vos seja dada, e paz da parte de Deus nosso Pai e da do Senhor Jesus Cristo. 3Bendito seja o Deus, e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdias e Deus de tôda a consolação: 4O qual nos consola em tôda a nossa tribulação para que possamos também nós mesmos consolar aos que estão em tôda a angústia, peio confôrto com que também nós somos confortados de Deus. 5Porque à medida que em nós crescem as penas de Cristo: Crescem também por Cristo as nossas consolações. 6Porque se somos atribulados, para vossa exortação é, e salvação; se somos consolados para vossa consolação é; se somos confortados, para vosso confôrto é, e salvação, a qual se realiza pelo sofrimento das mesmas aflições, que nós também sofremos. 7Para que seja firme a nossa esperança por vós; estando certos, que assim como sois companheiros nas aflições, assim o sereis também na consolação. 8Porque não queremos, irmãos, que vós ignoreis a nossa tribulação, que se excitou na Ásia, porque fomos maltratados desmedidamente sôbre as nossas fôrças, de sorte que até a mesma vida nos causava tédio. 9Mas nós dentro de nós mesmos tivemos resposta de morte, para não pormos a nossa confiança em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos: 10O qual nos livrou de tão grandes perigos, e livra ainda: Como esperamos que ainda igualmente nos livrará, 11se vós nos ajudardes também orando por nós: Para que pelo dom, que se nos tem concedido em atenção de muitas pessoas, por intervenção de muitos sejam dadas graças por nós outros. 12Porque a nossa glória é esta, o testemunho da nossa consciência, de que em simplicidade de coração e em sinceridade de Deus: E não em sabedoria carnal, mas pela graça de Deus temos vivido neste mundo: E maiormente convosco. 13Porque não vos escrevemos outra coisa, senão o que haveis lido, e conhecido. E espero queconhecereis até ao fim. 14E como também nos haveis conhecido em parte. que somos a vossa glória, assim como também vós sereis a nossa, no dia de nosso Senhor Jesus Cristo. 15E nessa confiança tinha resolvido primeiro ir ver-vos, para que vós recebêsseis uma dobrada graça: 16E passar por vós a Macedônia, e de Macedônia ir outra vez ter convosco, e ser acompanhado de vós outros até à Judéia. 17Tendo eu pois por então formado êste desígnio, foi acaso por inconstância não o executar eu? Ou quando eu tomo uma resolução, é esta uma resolução, que não passa de humana, de sorte que venha a se achar em mim SIM e NÃO? 18Mas Deus é fiel testemunha, de que não há' SIM e NÃO naquela fala que tive convosco. 19Porque o Filho de Deus Jesus Cristo, que tem sido por nossa intervenção pregado entre vós, por mim, e por Silvano e Timóteo, não'foi tal que se achasse nele SIM e NÃO, mas sempre houve STM. 20Porque tôdas as promessas de Deus são SIM em seu Filho: E por êle também é o Amém, que se diz a Deus para nossa glória. 21E o que nos confirma em Cristo convosco, e o que nos ungiu, é Deus: 22O qual também nos selou, e deu em nossos corações a prenda do espírito. 23Mas eu chamo a Deus por testemunha sôbre a minha alma, de que por perdoar-vos não tenho ido mais a Corinto: 24Não porque tenhamos domínio sôbre a vossa fé, mas porque somos cooperadores do vosso gôzo: Pois pela fé estais em pé.
Salmos e ProvérbiosSl 118,157-167 (119)
Salmo 118 (119)
Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais: Salmo 119.
157Muitos são os que me perseguem, e me atribulam: Entretanto eu não me desviei dos teus testemunhos, 158Vi os prevaricadores, e me consumia: Porque êles não têm guardado as tuas palavras. 159Olha que tenho amado os teus mandamentos, Senhor: Dá-me vida pela tua misericórdia. 160O princípio das tuas palavras é a verdade: Todos os juízos da tua justiça são eternos. 161Sin. Os príncipes me perseguiram sem causa: E o meu coração temeu as tuas palavras. 162Eu me alegrarei sôbre as tuas palavras: Como quem acha muitos despojos. 163Tenho aborrecido e abominado a iniquidade: tenho porém amado a tua lei. 164Sete vêzes no dia te disse louvor, sôbre os juízos da tua justiça. 165Gozam muita paz os que amam a tua lei: E não há para êles tropêço. 166Esperava a tua salvação, Senhor: E amei os teus mandamentos. 167A minha alma guardou os teus testemunhos: E em grande maneira os amou.