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Bíblia em um ano Dia 234/365

Dia 234

Ez 32–33 · 2Cor 13 · Sl 135,1-9 (136) · cerca de 15 min

  1. Antigo TestamentoEz 32–33
  2. Novo Testamento2Cor 13
  3. Salmos e ProvérbiosSl 135,1-9 (136)
Destaque da leitura de hoje“A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, e a caridade de Deus, e a comunicação do Espirito Santo seja com todos vós. Amém.”2 Coríntios 13,13

Antigo TestamentoEz 32–33

Ezequiel 32

1E aconteceu que, no ano duodécimo, no mês duodécimo, ao primeiro do mês, me foi dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: 2Filho do homem, faze pranto sôbre Faraó, rei do Egito, e dir-ihe-ás: Tu te assemelhaste ao leão das gentes, e ao dragão, que está no mar: E tu ferias com as pontas tudo o que estava nos teus rios, e turbavas as águas com os teus pés, e pisavas as correntes delas. 3Por cuja causa isto diz o Senhor Deus: Eu estenderei sôbre ti a minha rêde na multidão de muitos povos, e eu te tirarei para fora na minha rêde. 4E te arrojarei em terra, lançar-te-ei sôbre a face do campo: E farei pousar sôbre ti tôdas as aves do céu, e fartarei do teu corpo as alimárias de tôda a terra. 5E espalharei as tuas carnes por cima dos montes e encherei os teus outeiros do teu sangue podre. 6E regarei a terra por cima dos montes com o cheiro insuportável do teu sangue, e os vales ficarão cheios do que tiver saído de ti. 7E enlutarei o céu, quando fôres morto, e farei enegrecer as suas estrêlas: Encobrirei o sol com uma nuvem, e a lua não dará a sua luz. 8Eu farei que todos os lumiares do céu se entris-teçam sôbre a tua perda: E espalharei as trevas sôbre a tua terra, diz o Senhor Deus, quando os teus feridos caírem no meio da terra, diz o Senhor Deus. 9E farei bramir o coração de muitos povos, quando tiver espalhado a nova da tua ruína entre as gentes sobre uns paises que tu não conheces. 10E farei com que muitos povos fiquem atônitos a vista da tua perda: E deixar-se-ão por causa dela os seus reis possuir em extremo de um formidável horror, quando a minha espada começar a voar sôbre os rostos deles: E se espantará repentinamente cada um, desconfiando da sua própria vida no dia da tua ruína. 11Porque isto diz o Senhor Deus: A espada do rei de Babilônia virá sobre ti. 12Eu pelas espadas dos fortes desfarei as tuas numerosas tropas: Todos êstes povos são inexpugnáveis: E êles destruirão a soberba do Egito e tôda a sua multidão será dissipada. 13E farei perecer tôdas as suas alimárias, que se criavam ao longo de suas águas: E não nas turvará jamais pé de homem, netm unha de alimárias as enlodará. 14Então tornarei eu puríssimas as suas águas, e farei correr os seus rios como o azeite, diz o Senhor Deus: 15Quando eu tiver desolado a terra do Egito: Será porém despojada a terra de quanto nela há, quando eu ferir a todos os seus habitadores: E eles saberão que eu sou o Senhor. 16Êste é o pranto que tu deves fazer, e desta sorte é que hão de chorar a Faraó: As filhas das gentes os lamentarão: Sôbre o Egito e sôbre a sua multidão, o chorarão, diz o Senhor Deus. 17E aconteceu que no ano duodécimo, aos quinze do mês, me foi dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: 18Filho do homem, canta um cântico lúgubre sôbre todo o povo do Egito: E precipita-o a êle mesmo, e as filhas das gentes fortes na terra mais baixa com aquêles que descem ao lago. 19Em que és mais estimável? Desce, e dorme com os incircuncidados. 20Êles cairão todos no meio daqueles que foram mortos à espada: Foi dada a espada, precipitaram-no a êle, e a todos os seus povos. 21Do meio do inferno virão falar-lhe os mais pode-' rosos dentre os fortes, que lá desceram com os que tinham vindo em seu socorro, e que, tendo passado pelo fio da espada, morreram incircuncidados. 22Ali está Assur, e tôda a sua multidão de povo: Os seus sepulcros estão ao redor dele: Todos êles foram mortos, e os mesmos que caíram a golpes da espada, ( S) 23cujos sepulcros foram postos no mais profundo do lago: E todo o seu povo foi sepultado ao redor do seu sepulcro, tôda esta turbamulta de mortos, e que pereceram à espada, os quais noutro tempo tinham causado terror na terra dos viventes. 24Ali está Elam, e todo o seu povo ao redor do seu sepulcro: Todos êstes são os que foram mortos, e passados ao fio da espada: Os que desceram incircuncidados aos mais baixos lugares da terra: Os que difundiram o seu terror na terra dos viventes, e que levaram sôbre si a ignomínia com os que descem ao lago. 25Êles puseram o leito dêle entre todos os seus povos no meio dos quais foram mortos: Os seus sepulcros estão ao redor dele: Todos estes são uns incircuncidados e foram passados ao fio da espada: Porque in-fundiram o seu terror na terra dos viventes, e levaram sôbre si a ignomínia com os que descem ao lago: Êles foram postos no meio dos que tinham sido mortos. 26Ali se acha Mosoc e Tubal, e todo o seu povo: "Os seus sepulcros estão ao redor dêle: Todos êstes são uns incircuncidados e foram mortos, e cairam debaixo da espada: Porque difundiram o seu terror na terra dos viventes. 27E não dormiram com os valentes, e que caíram mortos, e com os incircuncidados, que desceram ao inferno com as suas armas, e que puseram as suas espadas debaixo das suas cabeças, e as suas iniqüidades penetraram até os seus ossos: Porque êles se fizeram O terror dos fortes na terra dos viventes. 28Tu pois serás também reduzido em pó no meio dos incircuncidados, e dormirás com os que foram passados ao fio da espada. 29Ali a Iduméia, e os seus reis, e todos os seus capitães, que com o seu exército foram postos entre aquêles que foram mortos à espada: E que dormiram com os incircuncidados, e com os que descem ao lago. 30Ali todos os príncipes do Aquilão, e todos os caçadores: Que foram conduzidos com os que tinham sido mortos, todos tremendo, e todos confusos, apesar da sua ferocidade: Que morreram incircuncidados, com os que tinham perecido a golpes da espada, também êles levaram sôbre si a sua confusão com os que descem ao lago. 31Faraó os viu, e êle se consolou sôbre tôda a sua multidão, que foi morta pelo gume da espada, Faraó os viu, e todo o seu exército, diz o Senhor Deus: 32Porque eu espalhei o meu terror pela terra dos viventes, e dormi no meio dos incircuncidados, com os que tinham sido mortos pela espada: Faraó, e todo o seu povo, diz o Senhor Deus.

Ezequiel 33

1Foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: 2Filho do homem, fala aos filhos do teu povo, e tu lhes dirás: Quando eu tiver feito vir a espada sôbre uma terra, e o povo desta terra tomar um homem dos ínfimos dentre êles, e o constituir por Atalaia para vigiar sôbre êle. 3E êle vir que vem a espada sôbre esta terra, e tocar a trombeta, e avisar disto ao povo: 4E se ouvindo algum, seja êle quem quer que fôr, o som da trombeta, e não se guardar, e sobrevier a espada, e o matar: O seu sangue cairá sôbre a sua cabeça. 5Êle ouviu o som da trombeta, e não se guardou, cairá sôbre êle o seu sangue: Mas se êle se guardar, salvará a sua alma. 6Se ao contrário o Atalaia vir que vem a espada, e não tocar a trombeta: E o povo se não guardar, e vier a espada, e levar uma alma dentre êles: Êste tal foi por certo apanhado na sua iniqüidade, mas eu demandarei o seu sangue da mão do Atalaia. 7Ora tu, filho do homem, tu és aquele à quem eu constitui por Atalaia à casa de Israel: Tu pois, ouvindo as palavras da minha bôca, lhas anunciarás a êles da minha parte. 8Se dizendo eu ao ímpio: Ímpio, tu infalivelmente morrerás: Não falares tu ao ímpio, para êle se guardar do seu caminho: Morrerá êsse ímpio na sua iniqüidade, mas eu requererei da tua mão o seu sangue. 9Se advertindo tu porém o ímpio que se converta dos seus caminhos, êle se não converter do seu caminho: Morrerá êle na sua iniqüidade: Porém tu livraste a tua alma. 10Tu pois, filho do homem, dize à casa de Israel: Assim falastes vós, dizendo: As nossas iniqüidades, e os nossos pecados estão sôbre nós, e nós apodrecemos nêles: Como poderemos nós logo viver? 11Responde-lhes assim: Eu juro por minha vida, diz o Senhor Deus: Que eu não quero a morte do ímpio, mas sim que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos, deixando os vossos péssimos caminhos: E por que haveis vós de morrer, casa de Israel? 12Tu pois, filho do homem, dize aos filhos do teu povo: Em qualquer dia que o justo pecar, a sua justiça não no livrará: E em qualquer dia que o ímpio se converter da sua impiedade, a impiedade lhe não fará mal: E em qualquer dia que o justo venha a pecar, êle não poderá viver na sua justiça. 13Ainda quando eu disser ao justo que terá vida, e êle confiado na sua justiça cometer a iniquidade: Tôdas as suas obras de justiça serão entregues ao esquecimento, e êle, na sua iniqüidade que cometeu, nessa mesma morrerá. 14Se porém depois que eu tiver dito ao ímpio: Tu certissimamente morrerás: E êle fizer penitência do seu pecado, e obrar conforme a retidão e a justiça: 15E se êsse ímpio restituir o penhor que lhe foi confiado, e se tornar a seu dono os bens que furtou, se andar nos mandamentos da vida, e não fizer nada de injusto: Êle viverá certissimamente, e não morrerá: 16Nenhum dos pecados que cometeu lhe será imputado: Êle fêz o que era reto e justo, assim certissimamente viverá. 17Depois disto replicaram os filhos do teu povo: O caminho do Senhor não é justo, e o caminho dêles é injusto. 18Porque quando o justo se apartar da sua justiça, e cometer obras de iniqüidade, êle morrerá nelas. 19Pelo contrário, quando o ímpio deixar a sua impiedade, e fizer obras de retidão e justiça, êle viverá por elas. 20Ainda assim dizeis vós: O caminho do Senhor não é reto. Casa de Israel, eu hei de julgar a cada um de vós segundo os seus próprios caminhos. 21E aconteceu no ano duodécimo, no décimo mês, aos cinco do mês da nossa transmigração, que um homem que tinha fugido de Jerusalém, me veio buscar, dizendo: À cidade foi devastada. 22Ora a mão do Senhor se me tinha dado a sentir na tarde do dia antecedente ao em que tinha chegado. o homem que fugirá: E abriu a minha bôca antes que: o tal homem viesse ter comigo pela manhã, e tendo-me sido aberta a bôca, não fiquei mais em silêncio. 23E foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: 24Filho do homem, os que habitam nessas casas arruinadas sôbre a terra de Israel, falando assim dizem: Abraão era um só homem, e êle possuiu esta terra por herança: Nós outros, porém, somos muitos, a nós é que foi dada esta terra para a possuirmos. 25Dir-lhes-ás portanto: Isto diz o Senhor Deus: Vós que comeis as vossas viandas com sangue, e levantais os vossos olhos para as vossas imundicias, e que derramais o sangue alheio: Porventura possuireis esta terra como vossa herança?. 26Vós sempre estivestes prontos para puxar pela espada, vós cometestes abominações, e cada um de vós tem violado a mulher de seu próximo: E então possuireis vós esta terra como herança? 27Tu lhes dirás isto: Assim diz o Senhor Deus: Eu juro por minha vida, que os que habitam nesses lugares arruinados, perecerão à espada: E os que estão nos campos, serão entregues às feras para que os devorem: E os que se acolheram aos lugares fortes, e às cavernas, morrerão de peste. 28E reduzirei esta terra a uma solidão, e a um deserto, e desfalecerá a sua altiva fortaleza: E os montes de Israel serão desolados, sem que haja pessoa alguma que por êles passe. 29E êles saberão que eu sou o Senhor, quando eu tiver assim tornado desolada e deserta a terra dêles por causa de tôdas as suas abominações, que êles têm cometido. 30Quanto a ti, filho do homem: Os filhos do teu povo, que falam de ti junto dos muros, e às portas de suas casas, e dizem uns para os outros, cada um falando com o seu vizinho: Vinde, e ouçamos qual seja a pala-vira que sai da bôca do Senhor. 31Pelo que êles vêm a ti, como um povo que se ajunta em bandos, e êles se assentam diante de ti como sendo meu povo: Mas êles ouvem as tuas palavras, e não fazem nada do que lhes dizes: Porque êles as mudam em cânticos que repassam pela sua bôca, entretanto que o seu coração segue a sua avareza. 32E tu a seu respeito és como uma ária de música, que se canta por um modo doce e agradável: Assim é que êles ouvem as tuas palavras com gôsto, sem contudo fazerem o que tu lhes dizes. 33Mas quando vier o que foi predito (como está a ponto de vir), então é que êles saberão que houve um profeta entre êles.

Novo Testamento2Cor 13

2 Coríntios 13

1Eu me disponho a vos ir ver pela terceira vez. Na bôca de duas, ou três testemunhas estará tôda a palavra. 2Assim como já o disse dantes achando-me presente, assim o digo também agora estando ausente, que se eu fôr outra vez, não perdoarei aos que antes pecaram, nem a todos os demais. 3Porventura buscais prova daquele que fala em mim, Cristo, o qual não é fraco em vós, mas sim poderoso em vós? 4Porque ainda que foi crucificado por enfermidade: Vive todavia pelo poder de Deus. Porque também nós somos enfermos nele: Mas viveremos com êle, pela virtude de Deus em vós. 5Examinai-vos a vós mesmos, se estais firmes na fé: Provai-vos a vós mesmos. Acaso não vos conhecei a vós mesmos, que J esüs Cristo está em vós? Se é que porventura não sois reprovados. 6Mas espero que conhecereis que nós não somos reprovados. 7E rogamos a Deus que não façais mal nenhum, não porque nós pareçamos aprovados, mas a fim de que vós façais o que é bem: Ainda que nós sejamos como reprovados. 8Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. 9Porque nos alegramos de ser fracos, enquanto vós sois fortes. E ainda rogamos pela vossa, perfeição. 10Portanto, eu vos escrevo isto ausente, para que estando presente não empregue com rigor a autoridade, que Deus me deu para edificação, não para destruição. 11Quanto ao mais, irmãos, alegrai-vos, sêde perfeitos, admoestai-vos, senti uma e a mesma coisa, tende paz, eo Deus da paz e da dileção será convosco. 12Saudai-vos uns aos outros em ósculo santo. Todos os santos vos saudam. 13A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, e a caridade de Deus, e a comunicação do Espirito Santo seja com todos vós. Amém.

Salmos e ProvérbiosSl 135,1-9 (136)

Salmo 135 (136)

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais: Salmo 136.

1Aleluia. Glorificai ao Senhor, porque é bom: Porque a sua misericórdia é para sempre. 2Glorificai ao Deus dos deuses: Porque a sua misericórdia é para sempre. 3Glorificai ao Senhor dos senhores: Porque a sua misericórdia e para sempre. 4O que faz grandes maravilhas só: Porque a sua misericórdia é para sempre. 5O que fêz os céus com inteligência: Porque a sua misericórdia é para sempre. 6O que firmou a terra sôbre as águas: Porque a sua misericórdia é para sempre. 7O que fêz os grandes luminares: Porque a sua misericórdia é para sempre. 8O sol para presidir ao dia: Porque a sua misericórdia é para sempre. 9A lua, e as estrêlas para presidirem à noite: Porque a sua misericórdia é para sempre.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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