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Bíblia em um ano Dia 238/365

Dia 238

Ez 40 · Gl 4 · Sl 137 (138) · cerca de 12 min

  1. Antigo TestamentoEz 40
  2. Novo TestamentoGl 4
  3. Salmos e ProvérbiosSl 137 (138)
Destaque da leitura de hoje“Mas quando veio o cumprimento do tempo, enviou Deus a seu Filho, feito de mulher, feito sujeito à lei.”Gálatas 4,4

Antigo TestamentoEz 40

Ezequiel 40

1No ano vinte e cinco da nossa transmigração, no princípio do ano, no décimo dia do mês, no ano catorze depois que a cidade foi ferida: Neste mesmo dia veio a mão do Senhor sôbre mim, e me levou lá. 2Em visões de Deus: me levou à terra de Israel, e me deixou sôbre um monte muito alto: Sôbre o qual estava um como edifício de cidade que vergava para o meio-dia. 3E êle me.introduziu lá: E eis um homem, cuja vista era como a vista de arame, e êle tinha numa mão um cordel de linho, e na outra uma cana de medir: E êle estava à porta. 4Êste homem pois me disse: Filho do homem, vê com os teus olhos, e ouve com os teus ouvidos, e põe no teu coração tôdas as coisas que eu vou mostrar-te: Porque para elas te serem mostradas, fôste tu aqui trazido: Anuncia à casa de Israel tôdas as coisas que tu estás presenciando: 5Ao mesmo tempo eis-que vi um muro por fora, que de tôdas as partes rodeava a casa, e achava-se na mão daquele homem uma cana de medir, que tinha seis côvados e um palmo: E êle mediu a largura do muro, que era de uma cana, e a altura que era também de uma cana. 6Depois veio à porta, que olhava para o caminho oriental, e subiu pelos seus degraus: E mediu o limiar da porta, que tinha uma cana de largo, isto é, que o limiar tinha de largura uma cana: 7E mediu as câmaras, as quais tinham uma cana de comprido, e uma cana de largo: E entre as câmaras havia cinco côvados: 8E o limiar da porta, ao pé do vestíbulo da porta por dentro, tinha uma cana. 9E mediu o vestíbulo da porta, o qual tinha oito côvados, e a sua fachada que tinha dois: O vestíbulo da porta porém estava da parte de dentro. 10Ora as câmaras da porta que olhava para o caminho oriental, eram três de uma parte, e três de outra: Uma mesma medida era a das três câmaras, e uma mesma medida era a das três fachadas de ambas as partes. 11E mediu a largura do limiar da porta, dez côvados: E o comprimento da porta, treze côvados. 12E a margem que havia diante das câmaras, que era de um côvado: E um côvado rematava estas margens, que se correspondiam: E as câmaras de uma parte e da outra eram de seis côvados. 13E mediu a porta desde o teto de uma câmara até o teto da outra, largura de vinte e cinco côvados: Às portas estavam defronte uma da outra. 14E fêz os frontispícios de sessenta côvados: E ajuntou aos frontispícios o átrio da porta, que dominava tudo em roda. 15E diante da face da porta, a qual se estendia até à face do vestíbulo da porta interior, havia cingúenta côvados. 16Também fêz janelas oblíquas nas câmaras, e nos seus frontispícios, que estavam dentro da porta ao redor de uma e outra banda: E da mesma sorte havia tanto nos vestíbulos umas. janelas à roda pela parte de dentro, como diante das fachadas uma pintura de palmas. 17E êle me levou ao átrio de fora, e vi ali diversos gazotilácios, e o pavimento do átrio de tôdas as partes estava calçado de pedra: Ao redor do pavimento havia trinta gazofilácios. 18E o pavimento no frontispício das portas era mais baixo, segundo o. comprimento das portas. 19E êle mediu a largura desde a face da porta debaixo até o frontispício do átrio interior por fora, cem côvados para o oriente, e para o Aquilão. 20Mediu também a porta que olhava para o caminho do Aquilão do átrio exterior, tanto no comprimento como na largura. 21E as suas câmaras, que eram três de uma parte, e três da outra: E o seu frontispício, e o seu vestíbulo, que eram, segundo a medida da primeira porta, cinquenta côvados o seu comprimento, e vinte e cinco a sua largura. 22E as suas janelas, e o vestíbulo, e as esculturas, eram da mesma medida que a da porta que olhava para o oriente: E a de sete degraus a sua subida, e diante dela estava um vestíbulo. 23E a porta do átrio interior estava defronte da porta do Aquilão, e da Oriental: E mediu de uma porta à outra porta cem côvados. 24E êle me levou daqui ao caminho do meio-dia, e eis uma porta, que olhava para o meio-dia: E êle mediu o seu frontispício e o seu vestíbulo, que eram conforme as medidas acima. 25E as suas janelas, e os vestíbulos ao redor, assim como as outras janelas: Cinquenta côvados de comprido, e vinte e cinco côvados de largo. 26E subia-se a ela por sete degraus: E diante da sua porta estava um vestíbulo: E no seu frontispício havia umas palmas de escultura, uma duma parte e outra da outra. 27E a porta do átrio interior estava no caminho do meio-dia: E mediu de uma porta até à outra porta do caminho do meio-dia, cem côvados. 28E êle me introduziu no átrio interior, que estava junto da porta do meio-dia: E mediu a porta, que era da medida das outras. 29A sua câmara, e a sua fachada, e o seu vesti-bulo com as mesmas medidas: E as suas janelas, e o seu vestíbulo ao redor, cinquenta côvados de comprimento, e vinte e cinco côvados de largura. 30E o vestíbulo que dominava tudo em roda, tinha vinte e cinco côvados de comprido, e cinco côvados de largo. 31E o seu vestíbulo chegava ao átrio exterior, e viam-se as suas palmas no frontispício: E havia oito degraus, por onde se subia para êle. 32Depois me introduziu êle no átrio interior pelo caminho que olha para o oriente: E mediu a porta conforme as medidas acima. 33Mediu também a sua câmara, e o seu frontispício, e o seu vestíbulo, como acima: E as suas janelas. e os seus vestibulos em roda, cinquenta côvados de comprido, e vinte e cinco côvados de largo. 34E mediu o seu vestíbulo, isto é, o do átrio exterior: E no seu frontispício havia umas palmas entalhadas de uma e de outra parte: E a sua subida era por oito degraus. 35E daqui me conduziu à porta que olhava para o Aquilão: E êle a mediu segundo as mesmas medidas que: as precedentes. 36Mediu outrossim a sua câmara, e o seu frontispício, e o seu vestíbulo, e as suas janelas em roda, cin-gitenta côvados de comprido, e vinte e cinco côvados de largo. 37E o seu vestíbulo olhava para o átrio exterior: E no seu frontispício havia umas palmas entalhadas de uma e outra parte: E subia-se a êle por oito degraus. 38E em cada gazofilácio havia um postigo nos frontispícios das portas: Ali lavavam êles o holocausto. 39E no vestíbulo da porta havia duas mesas de uma parte, e duas mesas da outra: Para nelas se imolarem os holocaustos, assim pelo pecado, como pelo delito. 40E no lado de fora, que sobe ao postigo da porta, que vai ao Aquilão, havia duas mesas: E. do outro lado diante do vestíbulo da porta, havia também duas mesas. 41Quatro mesas de uma parte, e quatro mesas da outra: Aos lados da porta havia oito mesas, sôbre as quais imolavam. 42E as quatro mesas para o holocausto eram feitas de pedras de silharia: De um côvado e meio de comprido: E de um côvado-e meio de largo: E de um côvado de altura: Para porém. sobre elas os vasos de que se usava na imolação do holocausto, e da vítima. 43E elas tinham umas bordas de um palmo, revi-radas para dentro por tôda a roda: E sôbre as três mesas se punham as carnes da oblação. 44E fora da porta interior estavam as câmaras dos cantores no átrio interior, que era ao lado da porta que olhava para o Aquilão: E as suas faces estavam voltadas para a parte do meio-dia; uma delas estava ao lado da porta oriental, que clhava para o caminho do Aquilão. 45E o homem me disse: Esta é a câmara que olha para a parte do meio-dia; ela será para os sacerdotes que vigiam sôbre a guarda do templo. 46E esta outra câmara, que olha para e caminho do Aquilão, será para os sacerdotes que vigiam sôbre o ministério do altar: Êstes são os filhos de Sadoc, que se «chegam ao Senhor dentre os filhos de Levi para ministrarem diante dêle. 47E mediu o átrio, que tinha cem côvados de comprido, e cem côvados de largo em quadro: E o altar que está diante da face do templo. 48E me fêz entrar no vestíbulo do templo: E lhe mediu a entrada, que tinha cinco côvados de uma parte, e cinco côvados da outra: E a largura da porta, que tinha três côvados de uma parte, e três côvados da outra. 49E o comprimento do vestíbulo que tinha vinte côvados, e a largura que era de onze côvados, e subia-se a êle por oito degraus. E nos frontispícios havia duas colunas: Uma de uma parte, e outra da outra.

Novo TestamentoGl 4

Gálatas 4

1Digo pois: Que quanto tempo o herdeiro é menino, em nada difere do servo, ainda que seja senhor Ge tudo. 2Mas está debaixo dos tutores, e curadores. até q tempo determinado por seu pai: 3Assim também nós quando éramos meninos, ser-víamos debaixo dos rudimentos do mundo. 4Mas quando veio o cumprimento do tempo, enviou Deus a seu Filho, feito de mulher, feito sujeito à lei. 5A fim de remir aquêles que estavam debaixo da lei, para que recebessemos adoção de filhos. 6E porque vós sois filhos, mandou Deus aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Pai, Pai. 7E assim já não é servo, mas filho. E se é filho: Também é herdeiro por Deus. 8Mas então que certamente não conhecíeis a Deus, servieis aos que por natureza não são deuses. 9Porém agora tendo vós conhecido a Deus, ou para melhor dizer, sendo conhecidos de Deus: Como tornais outra vez aos rudimentos fracos, e pobres, aos quais quereis de novo: servir? 10Observais os dias, e os meses, e os tempos, e os anos. 11Temo-me de vós, não tenha sido talvez baldado o trabalho que tive convosco. 12Sêde como eu, porque também eu sou como vós, o que vos peço, irmãos: Vós nunca me ofendestes. 13E sabeis que ao princípio vos preguei o Evangelho com enfermidade da carne: E sendo eu a vossa tentação na minha carne, 14vós me não desprezastes, nem rejeitastes: Antes me recebestes como a um Anjo de Deus, como a Jesus Cristo. 15Onde está logo a vossa bem-aventirança? Porque vos dou testemunho, que, se pudesse ser, vos arranca-ríeis os olhos, e mos houvereis dado. 16Tornei-me eu logo vosso inimigo, porque vos disse a verdade? 17Eles vos zelam, não retamente: Mas querem-vos separar, para que os sigais a êles: 18Sêde pois zelosos do bem em bem sempre: E não só quando eu estou presente convosco. 19Filhinhos meus, por quem eu de novo sinto as dores do parto, até que Jesus Cristo se forme em vós. 20Eu porém quisera agora estar convosco, e mudar de palavras: Porque me vejo em tormento, sôbre como vos hei-de falar. 21Dizei-me-vós, os que quereis estar debaixo da Lei, não tendes lido a Lei? 22Porque está escrito: Que Abraão teve dois filhos, um de mulher escrava, e outro de mulher livre. 23Mas o que nasceu da escrava, nasceu segundo a carne: Mas o que nasceu da escrava, nasceu segundo a 24As quais coisas foram ditas por alegoria. Porque êstes são os dois Testamentos. Um certamente no monte Sinai, que gera para servidão; êste é figurado em Agar. 25Porque Sinai é um monte da Arábia, que representa a Jerusalém, que é cá debaixo, e que é escrava com seus filhos. 26Mas aquela Jerusalém, que é lá de cima, é livre, a qual é nossa mãe. 27Porque escrito está: Alegra-te, ó estéril, que não pares: Esforça-te, e dá vozes, tu que não estás de parto: Porque são muitos mais os filhos da desolada, que daquela que tem marido. 28E nós, irmãos, somos filhos da promessa según-do Isaac. 29Mas como então aquêle, que havia nascido segundo a carne, perseguia ao que era segundo o espirito: Assim também agora. 30Mas o que diz a Escritura? Lança fora a escrava e a seu filho: Porque o filho da escrava não será herdeiro com o filho da livre. 31E assim, irmãos, não somos filhos da escrava, senão da liyre: Com cuja liberdade Cristo nos fêz livres.

Salmos e ProvérbiosSl 137 (138)

Salmo 137 (138)

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais: Salmo 138.

1Do mesmo Davi. Eu te glorificarei a ti, Senhor, de todo o meu coração: Porque ouviste as palavras da minha bôca. À vista dos anjos te cantarei salmos: 2Eu te adorarei no teu santo Templo, e glorificarei o teu nome. Sôbre a tua misericórdia, e a tua verdade: Porque engrandeceste sôbre tudo o teu santo nome. 3Em qualquer dia que te invocar, ouve-me: Tu aumentarás na minha alma a fortaleza. 4Louvem-te, Senhor, todos os reis da terra: Porque ouviram tôdas as palavras da tua bôca. 5E cantem nos caminhos do Senhor: Que a glória do Senhor é grande. 6Porque o Senhor é excelso, e olha para as coisas humildes: E conhece de longe as coisas altas. 7Se eu andar no meio da tribulação, me farás viver: E sôbre a ira dos meus inimigos estendeste a tua mão, e me salvou a tua direita. 8O Senhor retribuirá por mim: Senhor, a tua misericórdia é para sempre: Não desprezes as obras das tuas mãos.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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