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Bíblia em um ano Dia 272/365

Dia 272

2Cr 24–25 · Fm 1 · Pr 6,18-26 · cerca de 12 min

  1. Antigo Testamento2Cr 24–25
  2. Novo TestamentoFm 1
  3. Salmos e ProvérbiosPr 6,18-26
Destaque da leitura de hoje“Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo.”Filêmon 1,3

Antigo Testamento2Cr 24–25

2 Paralipômenos 24

1Joás era de sete anos quando começou a reinar: E reinou quarenta anos em Jerusalém; sua mãe chamava-se Sebia de Bersabée. 2E fêz o que era bom aos olhos do Senhor todo o tempo que viveu o pontífice Jojada. 3E Jojada o fêz casar com duas mulheres, da quais teve filhos e filhas. 4Depois disto projetou Joás o reparar a casa do Senhor. 5E fêz ajuntar os sacerdotes, e os levitas, e lhes disse: Saí por tôdas as cidades de Judá, e cobrai de todo o Israel o dinheiro, para a reparação do templo do vosso Deus, todos os anos, e fazei isto com tôda a diligência: Mas os levitas houveram-se com negligência. 6Mandou pois o rei chamar o pontífice Jojada, e lhe disse: Por que não tiveste tu cuidado de obrigar os levitas a trazerem de Judá e de Jerusalém o dinheiro, que foi determinado por Moisés servo do Senhor, com que contribuísse todo o povo de Israel para o tabernáculo do testemunho? 7Porque a impiíssima Atália, e seus filhos tinham destruído a casa de Deus, e com tudo o que tinha sido consagrado no templo do Senhor ornaram o templo de Baal. 8Mandou pois o rei, que fizessem um cofre: E puseram-no junto da porta da casa do Senhor da parte de fora. 9E publicou-se em Judá e em Jerusalém, que cada um viesse trazer ao Senhor a contribuição que Moisés servo de Deus tinha disposto sôbre todo o Israel no deserto: 10E alegraram-se todos os príncipes, e todo o povo e concorrendo lançaram no cofre do Senhor o dinheiro: E tanto lançaram que ficou cheio. 11E quando era tempo de levar êste cofre à presença do rei por mãos dos levitas (porque êles viam que havia muito dinheiro) entrava o escrivão do rei com aquele, que o sumo pontífice tinha designado, e despejavam o dinheiro que havia no cofre: Depois tornavam a levar o cofre para o seu lugar: E assim o faziam todos os dias, e com isto se recolheu uma imensa quantia de dinheiro. 12A qual o rei e Jojada deram aos inspetores das obras da casa do Senhor: E eles pagavam com êle aos canteiros e aos artífices de cada uma das obras, para se reparar a casa do Senhor: E aos oficiais que trabalhavam em ferro e em bronze, para se segurar o que ameaçava ruína. 13E êstes obreiros trabalhavam com muita indústria, e por suas mãos cerraram as fendas das paredes, e restituíram a casa do Senhor ao seu antigo estado, e fizeram com que ficasse firme, 14E depois que tiveram feitas tôdas as obras, levaram ao rei, e a Jojada o remanescente do dinheiro: E dele se fizeram os vasos para o ministério do templo, e para os holocaustos, e copos, e outros vasos de ouro e prata: E ofereciam-se continuamente holocaustos na casa do Senhor durante tôda a vida de Jojada. 15Mas Jojada envelheceu, e cheio de dias morreu, tendo de idade cento e trinta anos: 16e sepultaram-no com os reis na cidade de Davi, por êle ter feito bem a Israel, e à sua casa. 17Depois que Jojada morreu, entraram os príncipes de Judá, e prestaram ao rei grandes obséquios, o qual atraído das suas lisonjas, conveio com êles. 18E abandonaram o Templo do Senhor Deus de seus pais, e serviram aos bosques, e às estátuas, e êste pecado chamou pela ira do Senhor contra Judá e contra: Jerusalém. 19E lhes enviava profetas que os fizessem tornar para o Senhor, os quais por mais que protestassem, êles lhes não queriam dar ouvidos. 20O Espírito de Deus pois encheu o sumo sacerdote Zacarias filho de Jojada, e êle se apresentou diante do povo, e lhe disse: Eis-aqui o que diz o Senhor Deus: Por que violais vós os preceitos do Senhor, o que vos não será de proveito, e por que abandonastes vós o Senhor para êle vos abandonar 21Êles congregando-se contra êle, o apedrejaram no átrio da casa do Senhor, conforme a ordem do rei. 22E o rei Joás não se lembrou dá misericórdia, que Jojada pai de Zacarias tinha usado com êle, mas matou-lhe seu filho. O qual quando expirava disse: O Senhor o veja, e lhe peça contas. 23E no cabo dum ano, veio o exército da Síria contra Joás: E veio a Judá e a Jerusalém, e matou a todos os príncipes do povo, e remeteu ao rei a Damasco tôda a prêsa. 24E é certo que tendo vindo os siros em mui pequeno número, o Senhor lhes entregou nas suas mãos uma multidão infinita, porque êles tinham deixado o Senhor Deus de seus pais: E ao mesmo Joás trataram ignominiosamente. 25E retirando-se o deixaram em grandes dores: E seus servos se levantaram contra êle para vingarem o sangue do filho do pontífice Jojada, e o assassinaram no seu leito, e morreu: E sepultaram-no na cidade de Davi, mas não no jazigo dos reis. 26Os que conspiraram contra êle foram Zabad filho de Semaat amonita, e Josabad filho de Semarit moabita. 27E os seus filhos, e a soma de dinheiro, que se ajuntou em seu tempo, e o restabelecimento da casa de Deus acham-se escritos com maior diligência nos livros dos reis: E reinou em seu lugar seu filho Amasias.

2 Paralipômenos 25

1Amasias tinha vinte e cinco anos quando começou a reinar, e reinou vinte e nove anos em Jerusalém; sua mãe chamava-se Joadan de Jerusalém. 2E fêz o bem na presença do Senhor: Mas não com um coração perfeito. 3E como visse o seú império seguro, mandou matar os servos que tinham assassinado o rei seu pai, 4mas não mandou matar os filhos dêles, como está escrito no livro da lei de Moisés, onde o Senhor pôs este preceito, dizendo: Não serão mortos os pais pelos filhos, nem os filhos por seus pais, mas cada qual morrerá pelo seu delito. 5Amasias pois congregou todo o Judá, e o distribuiu por famílias, e por tribunos, e por centuriões, em todo o Judá, e Benjamim: E alistou desde vinte anos e para cima, e achou trezentos mil mancebos, que podiam ir à guerra, e levar lança e escudo. 6Tomou também a sôldo cem mil homens robustos do reino de Israel, por cem talentos de prata. 7Mas veio ter com êle um homem de Deus, e lhe disse: O' rei, não marche o exército de Israel contigo: Porque o Senhor não é com Israel, nem com todos os filhos de Efraim: 8Se tu imaginas que o sucesso da guerra depende da fôrça do exército, Deus fará que tu sejas vencido pelos inimigos: Porque só Deus pode socorrer, e pôr em fugida. 9E disse Amasias ao homem de Deus: Que será logo feito de cem talentos que eu dei aos soldados de Israel? E o homem de Deus lhe respondeu: Assaz Deus tem de onde te pode dar muito mais do que isso. 10Assim Amasias separou o exército, que lhe tinha vindo de Efraim, para que voltasse para a sua terra: Êles em extremo irritados contra Judá voltaram para o seu país. 11E Amasias cheio de confiança fêz marchar o seu povo, e foi até o Vale das Salinas, e derrotou dez mil dos filhos de Seir. 12E os filhos de Judá fizeram prisioneiros a outros dez mil homens, e tendo-os levado ao escarpado dum rochedo, os precipitaram do alto a baixo, e todos êles arrebentaram. 13Porém aquele exército, que Amasias tinha recambiado para não vir à guerra com êle, espalhou-se pelas cidades de Judá desde Samaria até Betoron, e depois de ter morto a três mil homens fêz uma grande presa. 14E Amasias depois da matança dos idumeus, e depois de ter trazido os deuses dos filhos de Seir, fêz dêles seus próprios deuses, e os adorava, e lhes oferecia incenso. 15Portanto, irritado o Senhor contra Amasias, lhe enviou um profeta, que lhe disse: Por que adoraste tu deuses, que não livraram seu povo de tuas mãos? 16E dizendo-lhe isto o profeta, êle respondeu: Acaso és tu o conselheiro do rei? Cala-te, não te custe o contrário a vida. E retirando-se o profeta, disse: Eu sei que Deus tem decretado a tua morte, por teres feito êste mal, e sôbre isto não deste ouvidos ao meu conselho. 17Amasias pois rei de Judá tomando uma péssima resolução, mandou dizer a Joás filho de Joacaz, filho de Jeú, rei de Israel: Vem, vejamo-nos um ao outro. 18Mas êste lhe tornou a mandar os mensageiros, dizendo: O cardo, que está no Líbano, mandou dizer ao cedro do Líbano: Dá a tua filha por mulher ao meu filho: Eis senão quando as bêstas que estavam no bosque do- Líbano, passaram e pisaram o cardo. 19Tu disseste: Eu desbaratei a Edom, e por isso teu coração se ensoberbeceu: Deixa-te estar em tua casa; por que buscas a desgraça contra ti para pereceres tu, e Judá contigo? 20Não o quis Amasias ouvir, porque era vontade do Senhor entregá-lo nas mãos dos inimigos por causa dos deuses de Edom. 21Saiu pois Joás rei de Israel em marcha, e puseram-se os exércitos à vista um do outro: E Amasias rei de Judá estava acampado em Betsames de Judá: 22E Judá caiu diante de Israel, e fugiu para as suas tendas. 23Enfim Joás rei de Israel apanhou a Amasias rei de Judá, filho de Joás, filho de Joacaz em Betsames, e o levou a Jerusalém: E derribou o muro da cidade desde a porta de Efraim até à porta do ângulo quatrocentos côvados. 24E trouxe para Samaria todo o ouro, e prata, e todos os vasos, que achou na casa de Deus, e na de Obededom, e nos tesouros da casa real, e assim mesmo os filhos dos que estavam em reféns. 25E Amasias filho do rei Joás, rei de Judá, viveu quinze anos depois da morte de Joás, filho de Joacaz, rei de Israel. 26E o resto das ações de Amasias tanto as primeiras como as últimas estão escritas nos livros dos reis de Judá e de Israel. 27E depois que este príncipe abandonou o Senhor, armaram uma conjuração contra êle em Jerusalém. E tendo fugido para Laquis, os conjurados mandaram homens, e estes o mataram aí. 28E trazendo-o sôbre uns cavalos, o enterraram com os seus maiores na cidade de Davi.

Novo TestamentoFm 1

Filêmon 1

1Paulo, prêso de Jesus Cristo, e Timóteo, seu irmão: Ao amado Filemon, e Coadjutor nosso. 2Ea Ápia nossa muito amada irmã, e a jÁrquipo companheiro da nossa milícia, e à Igreja que está em tua casa. 3Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo. 4Graças dou ao meu Deus, fazendo sempre memória de ti nas minhas orações. 5Ouvindo a tua caridade, e a fé que tens no Senhor Jesus, e para com todos os Santos: 6Para que a comunicação da tua fé seja clara, pelo conhecimento de tôda a obra boa, que há em vós por Jesus Cristo. 7Pois tenho tido grande gôzo e consolação na tua caridade: Porquanto os corações dos Santos por ti, irmão, foram confortados. 8Pelo que, ainda que eu tenha muita liberdade em Jesus Cristo, para te mandar o que te convém. 9Contudo antes te rogo com caridade, porque tu és tal como Paulo, velho, e atualmente prêso de Jesus Cristo. 10Rogo-te por meu filho Onésimo, que eu gerei nas prisões. 11O qual em algum tempo te foi inútil, mas agora é útil assim para mim, como para ti. 12O qual te tornei a enviar. E tu recebe-o, como às minhas entranhas. 13Eu queria demorá-lo comigo, para que me servisse por ti nas prisões.do Evangelho. 14Mas sem o teu consentimento nada quis fazer, para que o teu benefício não fôsse como por necessidade, senão voluntário. 15Porque talvez êle se apartou de ti por algum tempo, para que tu o recobrasses para sempre. 16Não já como um servo, mas em vez de servo, um irmão muito amado, principalmente de mim: E quanto mais de ti assim na carne, como no Senhor? 17Portantc se me tens por companheiro recebe-o como a mim. 18E se algum dano te fêz ou te deve alguma coisa: Carrega-o sôbre mim. 19Eu, Paulo, o escrevi de mão própria: Eu o pagarei, por te não dizer que até a ti mesmo te me deves. 20Sim, irmão. Eu me gozarei de ti no Senhor. Recreia as minhas entranhas no Senhor. 21Eu ie escrevi estas coisas na confiança que a tua obediência me dá: Sabendo que farás ainda mais de quanto digo. 22Mas também com isto prepara-me pousada: Porque espero pelas vossas orações, que eu seja concedido a vós outros. 23Epafras que está prêso comigo por Jesus Cristo te sauda. 24O mesmo fazem Marcos, Aristarco, Demas e Lucas, que são meus coadjutores. 25A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja com o vosso espirito. Amém.

Salmos e ProvérbiosPr 6,18-26

Provérbios 6

18coração que maquina malvadíssimos projetos, pés prontos para correr ao mal, 19testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia discórdias entre seus irmãos. 20Conserva, meu filho, preceitos de teu pai, e não largues a lei de tua mãe. 21Traze-os incessantemente atados ao teu coração, e põe-nos à roda da tua garganta. 22Quando andares,êles te acompanhem: Quando dormires, êles te guardem, e em acordando fala com êles: 23Porque o mandamento é uma candeia, e a lei uma luz e a repreensão da disciplina o caminho da vida: 24Para que te guardem da má mulher, e da língua lisonjeira da estranha. 25Não cobice o teu coração a sua formosura, nem te deixes prender dos seus acenos: 26Porque o preço da meretriz apenas é de um pão: Mas a mulher cativa a alma do homem, a qual não tem preço.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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