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Bíblia em um ano Dia 273/365

Dia 273

2Cr 26–28 · Hb 1 · Pr 6,27-35 · cerca de 12 min

  1. Antigo Testamento2Cr 26–28
  2. Novo TestamentoHb 1
  3. Salmos e ProvérbiosPr 6,27-35
Destaque da leitura de hoje“Também depois de colhido às mãos, pagará sete vêzes em dôbro, e entregará todos os bens da sua casa.”Provérbios 6,31

Antigo Testamento2Cr 26–28

2 Paralipômenos 26

1Todo o povo de Judá constituiu rei a seu filho Ozias em idade de dezesseis anos, em lugar de Amasias seu pai. 2E reedificou a Ailat, e a restituiu ao domínio de Judá depois que o rei adormeceu com seus pais. 3Tinha Ozias dezesseis anos quando começou a reinar, e reinou cinquenta e dois anos em Jerusalém; sua mãe chamava-se Jequelia de Jerusalém. 4E êle fêz o que era reto aos olhos do Senhor conforme tudo o que tinha feito Amasias seu pai, 5E buscou o Senhor enquanto viveu Zacarias homem inteligente e profeta de Deus: E como êle buscava o Senhor, o Senhor o dirigiu em tudo. 6Enfim êle se pôs em campanha, e fêz guerra aos filisteus e destruiu os muros de Get, e os muros de Jab-nia, e os muros de Azoto: Edificou também praças fortes em Azoto, e nas terras dos filisteus. 7E Deus o ajudou contra os filisteus, e contra os árabes, que habitavam em Gurbaal, e contra os amonitas. 8E os amonitas pagavam tributos a Ozias: E a sua reputação se difundiu até o Egito por causa das suas frequentes vitórias. 9E levantou Ozias torres em Jerusalém sôbre a porta do ângulo, e sôbre a porta do vale, e outras mais no mesmo lanço do muro, e fortificou-as. 10Edificou também torres no deserto, e mandou abrir muitas cisternas, porque tinha muito gado, assim nos campos, como pelo vasto ermo: Tinha também vinhas e vinhateiros nos montes, e no Carmelo: Porque era homem afeiçoado à agricultura. 11E o exército dos seus guerreiros, que saíam â campanha estava debaixo do mando de Jeiel secretário, e de Maasias doutor da lei, e debaixo do mando de Hananias, que era um dos generais do rei. 12E todo o número dos príncipes das famílias dos homens de valor, montava a dois mil e seiscentos. 13E estava debaixo das suas ordens o exército, que era de trezentos e sete mil e quinhentos soldados: Os quais eram gente guerreira, e pelejavam pelo rei contra os inimigos. 14E Ozias os proveu, isto é, a todo o exército, de escudos, e de lanças, e de capacetes, e de couraças, e de arcos, e de fundas para atirar pedras. 15E mandou fazer em Jerusalém tôda a casta de máquinas, as quais mandou pôr nas torres, e nos cantos das muralhas, para se arrojarem flechas, e grossas pedras: E a fama do seu nome voou até muito longe, porque o Senhor o auxiliava, e o fortalecia. 16Mas tendo chegado a tanto poder, o seu coração se elevou de soberba para ruína sua: E desprezou o Senhor seu Deus: E tendo entrado no templo do Senhor, quis oferecer incenso sôbre o Altar dos perfumes. 17E entrou logo após êle o pontífice Azarias, e com êle oitenta sacerdotes do Senhor, homens da maior firmeza, 18e se opuseram ao rei, e disseram: A ti, Ozias, não é que pertence o queimar incenso ao Senhor, mas aos sacerdotes, isto é, aos filhos de Aarão, que foram consagrados para este ministério: Sai do santuário, não queiras fazer este desprezo: Porque esta ação não te será reputada em glória pelo Senhor Deus. 19E Ozias irado, tendo na mão o turíbulo para oferecer incenso, ameaçou os sacerdotes. E no mesmo ponto lhe nasceu lepra na testa em presença dos sacerdotes, no templo do Senhor, junto do altar dos perfumes. 20E como o pontífice Azarias, e todos os outros sacerdotes pusessem nele os olhos, viram a lepra na sua testa, e sem mais detença o lançaram fora. E êle mesmo passado de mêdo, deu pressa a sair, porque logo sentiu a praga com que o Senhor o tinha ferido. 21O rei Ozias pois foi leproso até o dia da sua morte, e morou numa casa separada, cheio de lepra, por amor da qual tinha sido lançado fora da casa do Senhor. Joatão seu filho governava a casa do rei, e fazia justiça ao povo da terra. 22O resto das ações de Ozias assim das primeiras como das últimas foi escrito pelo profeta Isaías, filho de Amós. 23E Ozias adormeceu com seus pais, e foi enterrado no campo dos sepulcros dos reis, porque era leproso: E em seu lugar reinou seu filho Joatão.

2 Paralipômenos 27

1Joatão era de vinte e cinco anos quando começou a reinar, e reinou dezesseis anos em Jerusalém: Sua mãe chamava-se Jerusa filha de Sadoc. 2E êle fêz o que era reto diante do Senhor conforme tudo o que havia feito Ozias seu pai, exceto que não entrou no templo do Senhor, e ainda o povo prosseguia a delinquir. 3Êle edificou a porta grande da casa do Senhor, e mandou fazer muitas obras sôbre o muro de O fel. 4Mandou também fundar cidades nos montes de Judá, e castelos, e torres nos bosques. 5O mesmo fêz guerra ao rei dos amonitas, e os venceu, e por esse tempo lhe deram os filhos de Amon cem talentos de prata, e dez mil coros de trigo, e outros tantos de cevada: Isto lhe deram os filhos de Amon no segundo e terceiro ano. 6E Joatão se fêz pujante, porque tinha dirigido os seus caminhos na presença do Senhor seu Deus. 7Mas o resto das ações de Joatão, e tôdas as suas guerras, e empresas, estão escritas no livro dos reis de Israel e de Judá. 8E êle tinha vinte e cinco anos quando entrou a reinar, e reinou dezesseis anos em Jerusalém. 9E adormeceu Joatão com seus pais e enterraram-no na cidade de Davi: E em lugar dêle reinou seu filho Acaz.

2 Paralipômenos 28

1Acaz tinha vinte anos quando começou a reinar e reinou dezesseis anos em Jerusalém: Êle não fêz o que era reto na presença do Senhor como Davi seu pai: 2Mas andou pelos caminhos dos reis de Israel e até mandou fundir estátuas a Baal. 3Êle foi o que ofereceu incenso no Vale de Benenom, e o que íêz passar seus filhos pelo fogo, segundo o rito das ações, que o Senhor destruiu na chegada dos filhos de Israel. 4E sacrificava, e queimava perfumes nos altos e nos outeiros, e debaixo de tôdas as árvores frondosas. 5E o Senhor seu Deus o entregou nas mãos do rei da Síria, que o desbaratou, e que levou para Damasco uma grande presa do seu domínio: Entregou-o também nas mãos do rei de Israel, e foi ferido de uma grande calamidade. 6Porque Faceia, filho de Romélia, matou os cento e vinte mil homens de Judá num só dia, todos homens guerreiros: Porque eles tinham abandonado o Senhor Deus de seus pais. 7No mesmo tempo Zecri, homem poderoso de Efraim, matou a Maasias filho do rei, e a Ezrica mordomo-mor da sua casa, e a Elcanão o segundo abaixo do rei. 8E os filhos de Israel fizeram cativos duzentos mil, de seus irmãos, mulheres, meninos, e meninas, e um grande esbulho: E os levaram para Samaria. 9Achava-se então lá um profeta do Senhor, por nome Oded: O qual saindo ao encontro ao exército que vinha para Samaria, lhes disse: Vós vêdes que o Senhor Deus de vossos pais, irado contra Judá, vo-los entregou ás mãos, e vós os matastes dcsumanissimamente, de sorte que a vossa crueldade chegou até ao céu. 10Além disto quereis ainda sujeitar os filhos de. Judá, e de Jerusalém, para serem escravos e escravas: O que vós não deveis fazer: Porque nisso pecastes vós contra o Senhor vosso Deus, 11Mas ouvi o meu conselho, e reconduzi os cativos, que vós trouxestes de entre vossos irmãos, porque um grande furor do Senhor está a descarregar sôbre vós. 12Assim alguns dos príncipes dos filhos de Efraim, a saber, Azarias filho de Joanan, Baraquias filho de Mosolamot, Ezequias filho de Selum, e Amasa filho de Adali se puseram diante dos que voltavam da batalha, 13e lhes disseram: Não introduzais aqui os cativos, não suceda que pequemos contra o Senhor: Por que quereis vós ajuntar novos pecados aos que já temos cometido, e acumulá-los aos antigos delitos? Porque é um grande pecado, e a ira do furor do Senhor está a descarregar sôbre Israel. 14E aqueles homens guerreiros deixaram a presa, e tudo o que tinham tomado, diante dos príncipes, e de tôda a multidão. 15E os sujeitos, de que falamos acima, pararam, e pegando nos cativos, e em todos os que estavam nus, vestiram-nos dos despojos: E depois de os vestirem, e calçarem, e de os refazerem de comer e de beber, de os ungirem para os aliviarem do cansaço, e cuidarem deles: A todos os que não podiam andar, e eram fracos do corpo, os puseram em bêstas, e os levaram a Jericó, cidade das Palmeiras, a seus irmãos,” e êles voltaram para Samaria, 16Neste tempo o rei Acaz mandou pedir socorro ao rei dos assírios. 17E vieram os idumeus, e mataram a muitos "de Judá, e tomaram uma grande presa. 18Os filisteus também se espalharam pelas cidades campestres, e ao Meio-dia de Judá, e tomaram a Betsames, e Aialon, e Gaderot, e Soco, e Tamnan, e Gamzo, com as suas aldeias, e estabeleceram-se nelas. 19O Senhor pois tinha humilhado a Judá por causa de Acaz rei de Judá, porque o tinha despojado de socorro, e porque havia desprezado o Senhor. 20Fêz o Senhor também vir contra êle a Telgatfalnasar. rei dos assírios, que também o bateu, e destruiu sem resistência alguma. 21Acaz pois, despojada a casa do Senhor, e o palácio dos reis, e dos príncipes, presenteou ao rei dos assírios, e todavia lhe não serviu de nada. 22Além disto ainda no tempo da sua maior aflição, aumentou o desprezo contra o Senhor; o rei Acaz, por si mesmo, 23imolou vítimas aos deuses de Damasco, como autores das suas desgraças, e disse: Os deuses do rei da Síria dão socorro a êstes, a quem eu farei favoráveis com os sacrifícios, e êles me assistirão, quando pelo contrário êles foram a sua ruína, e de todo o Israel. 24Acaz pois, tendo tomado, e feito em pedaços todos os vasos da casa de Deus, fechou as portas do templo de Deus, e mandou levantar altares a si em tôdas as praças de Jerusalém. 25Levantou também altares em tôdas as cidades de Judá para oferecer incenso, e provocou a ira do Senhor Deus de seus pais. 26O resto das suas ações, e de todo o seu procedimento, desde o princípio até ao fim está escrito no livro dos reis de Judá e de Israel. 27E Acaz adormeceu com seus pais, e ò enterraram na cidade de Jerusalém: Mas não o puseram no jazigo dos reis de Israel, e em lugar dêle reinou seu filho Ezequias.

Novo TestamentoHb 1

Hebreus 1

1Deus tendo falado muitas vêzes, e de muitos modos noutro tempo a nossos pais pelos profetas: 2Ùltimamente nestes dias nos falou pelo Filho, ao qual constituiu herdeiro de tudo, por quem fêz também os séculos: 3O qual sendo o resplendor da glória e a figura da sua substância, e sustentando tudo com a palavra da sua virtude, havendo feito a purificação dos pecados, está sentado à direita da majestade nas alturas: 4Feito tanto mais excelente que os Anjos, quanto herdou mais excelente nome do que êles. 5Porque a qual dos Anjos disse jamais: Tu és meu filho, eu te gerei hoje? E outra vez: Eu serei seu Pai e êle me será meu Filho? 6E segunda vez quando introduz ao primogênito no mundo, diz: E todos os Anjos de Deus o adorem. 7Assim mesmo sôbre os Anjos diz: O que faz aos seus Anjos espíritos, e aos seus ministros chama de fogo. 8Mas acêrca elo. Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsistirá no século do século: Vara será de equidade a vara do teu reino. 9Tu amaste a justiça e aborreceste a iniquidade: Por isso, ó Deus, o teu Deus te ungiu com óleo de alegria sôbre os teus companheiros. 10E noutro lugar: Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra: E os Céus são obras de tuas mãos. 11files perecerão,. mas tu permanecerás e todos se envelhecerão, como vestido: 12E tu os mudarás como uma capa, e êles serão mudados: Mas tu és sempre o mesmo, e os teus anos não minguarão. 13Pois a qual dbs Anjos disse alguma vez: Senta-te à minha direita, até que eu ponha teus inimigos por estrado de teus pés?. 14Porventura não são todos os espíritos uns administradores, enviados para exercer o seu ministério a favor daqueles que hão de receber a herança da salvação?

Salmos e ProvérbiosPr 6,27-35

Provérbios 6

27Acaso pode o homem esconder o fogo no seu seio, sem que ardam os seus vestidos? 28Ou pode êle andar por cima das brasas, sem que se queime a planta dos seus pés? 29Assim o que se chega à mulher de seu próximo, não ficará limpo depois de a tocar. 30Não é grande culpa, quando algum furtar: Porque furta para saciar a sua esfaimada alma: 31Também depois de colhido às mãos, pagará sete vêzes em dôbro, e entregará todos os bens da sua casa. 32Porém o que é adúltero perderá a sua alma por causa da loucura do seu coração: 33Êle ajunta para si a infâmia e a ignomínia e não se apagará o seu opróbrio: 34Porque o ciúme e o furor do marido não lhe perdoará no dia da vingança, 35nem êle se dobrará aos rogos de nenhum, nem receberá em satisfação presentes, ainda que sejam em mui grande número.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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