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Bíblia em um ano Dia 277/365

Dia 277

2Cr 35–36 · Hb 6 · Pr 8,1-10 · cerca de 12 min

  1. Antigo Testamento2Cr 35–36
  2. Novo TestamentoHb 6
  3. Salmos e ProvérbiosPr 8,1-10
Destaque da leitura de hoje“A vós, ó homens, é que eu estou continuamente clamando, e aos filhos dos homens é que se dirige a minha voz.”Provérbios 8,4

Antigo Testamento2Cr 35–36

2 Paralipômenos 35

1Depois celebrou Josias em Jerusalém a Páscoa cio Senhor, a qual foi imolada no décimo quarto dia do primeiro mês: 2È estabeleceu os sacerdotes nos seus ministérios, e os exortou a servirem na casa do Senhor. 3E aos levitas, por cujas instruções Israel estava santificado para o Senhor, disse: Ponde a Arca do santuário do templo, que edificou Salomão filho de Davi rei de Israel, porque vós não tornareis a carregar mais com ela: Agora porém servi ao Senhor vosso Deus, e ao seu povo de Israel. 4Preparai-vos pois pelas vossas casas, e pelas vossas famílias, segundo a distribuição de cada um de vós, assim como ordenou Davi rei de Israel, e assim o escreveu Salomão seu filho. 5E ministrai no Santuário, segundo a distribuição das famílias e das turmas levíticas, 6e depois de santificados, imolai a Páscoa: E disponde também vossos irmãos para que a possam celebrar segundo o que o Senhor ordenou por meio de Moisés. 7Deu além disso Josias a todo o povo, que se tinha ajuntado na solenidade da Páscoa, cordeiros e cabritos dos rebanhos, e do resto do seu gado, até trinta mil e três bois: Tudo isto da fazenda do rei. 8Os seus oficiais também ofereceram o que tinham prometido voluntariamente tanto ao povo, corno aos sacerdotes e aos levitas. Mas Helcias, e Zacarias, e Jaiel príncipes da casa do Senhor, deram aos sacerdotes para celebrar a Páscoa duas mil e seiscentas reses de gado miúdo, e trezentos bois. 9Conenias porém, e Semeias, e Natanael seus irmãos, como também Hasabias, e Jeiel, e Jozabad, chefes dos levitas, deram aos outros levitas para celebrarem a Páscoa, cinco mil reses miúdas, e quinhentos bois. 10E preparòu-se tudo para a função, e puseram-se os sacerdotes na sua ordem: E também os levitas divididos por turmas, segundo o mandado do rei. 11Imolou-se pois a Páscoa: E os sacerdotes conr as suas mãos derramaram o sangue, e os levitas esfolaram os holocaustos: 12E os separaram para os distribuírem pelas casas e famílias de cada um, e para os oferecerem ao Senhor, conforme o que está escrito no livro de Moisés: E o mesmo fizeram eles aos bois. 13Depois assaram a Páscoa sôbre o lume, como está escrito na lei: Mas as hóstias pacíficas êles as cozeram em marmitas, e caldeirões, e panelas, e as distribuíram prontamente a todo o povo: 14E depois as prepararam para si, e para os sacerdotes. Porque os sacerdotes estiveram ocupados até à noite na oblação dos holocaustos e das banhas: Pelo que os levitas prepararam o comer para si e para Os sacerdotes filhos de Aarão em último lugar. 15E os cantores filhos de Asaf também estavam na sua ordem, conforme o mandamento de Davi, e de Asaf, e de-Heman, e de Iditun, profetas do rei. Os porteiros porém guardavam também cuidadosamente tôdas as portas, sem se apartarem um só momento do seu ministério: Por conta do que também os levitas seus irmãos lhes prepararam o comer. 16Portanto todo o culto do Senhor foi cumprido conforme o rito naquele dia, celebrando-se a Páscoa, e oferecendo-se os holocaustos sôbre o altar do Senhor, segundo o mandado do rei Josias. 17E os filhos de Israel, que ali se acharam, naquele tempo celebraram a Páscoa, e a solenidade dos asmos por sete dias. 18Não houve Páscoa semelhante a esta èm Israel desde o tempo do profeta Samuel: E dentre todos os reis de Israel não houve nenhum que fizesse Páscoa como a que fêz Josias, com os sacerdotes, e com os levitas, e com todo o povo de Judá, e com tudo o que se achou de Israel, e com os habitantes de Jerusalém. 19Foi celebrada esta Páscoa no ano décimo oitavo do reinado de Josias. 20Depois que Josias reparou o templo, foi Necau rei do Egito fazer guerra em Carcames junto ao Eufrates: E Josias marchou ao seu encontro. 21Mas aquele príncipe, mandando-lhe mensageiros, lhe disse: Por que te embaraças tu comigo, ó rei de Judá? Não venho contra ti hoje, mas eu vou fazer guerra a outra nação, contra a qual me mandou Deus que marchasse a tôda a diligência: Cessa pois de te opores aos desígnios de Deus, o qual é comigo, não suceda que êle te mate. 22Não quis Josias tornar atrás, mas preparou-se para o combater, e não esteve pelo que Necau lhe disse da parte de Deus: Mas marchou por diante para lhe dar batalha no campo de Magedo. 23E ali sendo ferido pelos frecheiros, disse para os seus criados: Tirai-me da peleja, porque estou muito ferido. 24Êles o passaram dum coche para outro coche, que: o seguia de reserva, segundo o costume dos reis, e o trouxeram para Jerusalém, e morreu, e foi sepultado no mausoléu de seus pais, e todo Judá e Jerusalém o prantearam. 25E muito particularmente Jeremias, cujas Lamentações sôbre Josias se cantam até este tempo por todos os músicos e músicas, costume que ficou em Israel como lei: Elas se acham escritas entre as Lamentações. 26O resto das ações de Josias, e as suas boas obras, conformes com o que ordena a lei do Senhor: 27E as suas façanhas tantò primeiras como últimas, estão escritas no Livro dos reis de Judá e de Israel.

2 Paralipômenos 36

1Pegou logo o povo da terra em Joacaz filho de Josias, e o aclamou rei em Jerusalém em lugar de seu pai. 2Tinha Joacaz vinte e três anos, quando começou, a reinar, e reinou em Jerusalém três meses. 3Porque o rei do Egito tendo vindo a Jerusalém o" depôs, e condenou a terra à contribuição de cem talentos de prata, e um talento de ouro. 4E em lugar de Joacaz constituiu a Eliaquim seu irmão, rei sôbre Judá e sôbre Jerusalém: E mudou-lhe o nome em Joaquim: E pegou no mesmo Joacaz, e o levou consigo para o Egito. 5Joaquim tinha vinte e cinco anos quando começou a reinar, e reinou onze anos em Jerusalém: Mas êle fêz o mal diante do Senhor seu Deus. 6Contra este marchou Nabucodonosor, rei dos caldeus, e carregado de cadeias o levou para Babilônia. 7Transportou também para esta cidade os vasos do Senhor, e os pôs no seu Templo. 8E o resto das ações de Joaquim, e das suas abominações, que êle cometeu, e o que se achou nêle, se contém no Livro dos reis de Judá e de Israel. Em seu lugar porém reinou seu filho Joaquim. 9Joaquim tinha oito anos, quando começou a reinar, e reinou três meses e dez dias em Jerusalém, e êle fêz o mal na presença do Senhor. 10E tendo decorrido o espaço de um ano, mandou o rei Nabucodonosor tropas, que o conduziram a Babilônia. levando juntamente os mais preciosos vasos da casa do Senhor. E êle em lugar de Joaquim constituiu rei sôbre Judá e sôbre Jerusalém a Sedecias seu tio paterno. 11Sedecias tinha vinte e um anos quando começou a reinar, e reinou onze anos em Jerusalém. 12E êle fêz o mal diante cios olhos do Senhor seu Deus, e não teve respeito à pessoa do profeta Jeremias, que lhe falava da parte do Senhor. 13Sublevou-se também contra o rei Nabucodonosor, a quem tinha dado juramento de fidelidade em nome de Deus: Êle pois endureceu a sua cerviz e o seu coração, para não voltar para o Senhor Deus de Israel. 14E até também todos os príncipes dos sacerdotes, e o povo, se entregaram a tôdas as abominações gentílicas, e profanaram a casa do Senhor, que a tinha santificado para si em Jerusalém. 15Mas o Senhor Deus de seus pais lhes dirigia frequentemente a sua palavra por meio dos seus mensageiros, levantando-se de noite, e admoestando-os todos os dias: Porque queria perdoar ao seu povo, e à sua casa. 16Mas eles zombavam dos mensageiros de Deus, e desprezavam as suas palavras, e mofavam dos sfcus profetas, até que o furor do Senhor se levantou contra o seu povo, e não houve remédio algum. 17Porque fêz vir contra eles o rei dos caldeus, e degolou seus filhos na casa do seu santuário, não tendo piedade nem do moço, nem da donzela, nem do velho, nem do decrépito, mas Deus lhos entregou todos nas suas mãos. 18Trasladou também para Babilônia todos os vasos da casa do Senhor, assim grandes, como pequenos, e os tesouros do templo, e os do rei, e dos príncipes. 19Os inimigos queimaram a casa de Deus e arrui-narâm ôs muros de Jerusalém, e puseram fogo a tôdas as torres, e destruíram tudo o que havia de precioso. 20Se algum tinha escapado da espada, esse levado á Babilônia, foi ser escravo do rei, e de seus filhos, até que teve o império o rei dos persas, 21e se cumpriu á palavra do Senhor pronunciada por bôca de Jeremias, e a terra celebrou os seus sábados: Porque durante todo o tempo da sua desolação ela esteve num sábado continuado até que se completaram setenta anos. 22Mas no primeiro ano de Ciro rei dos persas, para se cumprirem as palavras, que o Senhor tinha dito por bôca de Jeremias, tocou o Senhor o coração de Ciro rei dos persas: O qual mandou publicar por todo o reino, e ainda expedir Patentes, dizendo: 23«Eis-aqui o que diz Ciro rei dos persas: O Senhor Deus do céu pôs nas minhas mãos todos os reinos da terra, e êle me mandou também que lhe fizesse uma casa em Jerusalém, que é na Judéia: Qual dentre vós se acha ser de todo o seu povo? O Senhor seu Deus seja com êle e vá-se.

Novo TestamentoHb 6

Hebreus 6

1Pelo que deixando os rudimentos dos que começam a crer em Cristo, passemos a coisas mais perfeitas, não lançando de novo o fundamento da penitência das obras mortas, e ela Fé em Deus. 2Da doutrina sôbre os Batismos, como também da imposição das mãos, e da ressurreição dos mortos, e do juízo leterno. 3E isto é o que nós faremos, se Deus o permitir. 4Porque é impossível que os que foram uma vez iluminados, que tomaram já o gôsto ao dom celestial e que foram feitos participantes do Espírito Santo: 5Que gostaram igualmente a boa palavra de Deus, e as virtudes do século vindouro. 6E depois disto cairam; é impossível, digo, que eles tornem a ser renovados pela penitência, pois crucifi-cam de novo ao Filho de Deus em si mesmos, e o expõe ao ludíbrio. 7Porque a terra que embebe a chuva, que cai muitas vêzes sobre ela, e produz erva proveitosa âque-les por quem é lavrada: Recebe a bênção de Deus: 8Mas se ela produz espinhos e abrolhos, é reprovada, e está perto de maldição: Cujo fim é ser queimada. 9Porém de vós outros, ó muito amados, esperamos melhores coisas, e mais vizinhas à salvação, ainda que assim falamos. 10Porque Deus não é injusto, para que se esqueça da vossa obra, e da caridade que mostrastes em seu nome, os que haveis subministrado o necessário aos Santos, e ainda o subministrais. 11Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo zêlo até ao -fim, para complemento da sua esperança: 12Para que vos não façais frouxos, mas sim imi-, tadores daqueles que, por fé e por paciência, hão de her-dar as promessas. 13Porque quando Deus fêz a Abraão a promessa, como não teve outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo, 14dizendo: Certamente abençoando te abençoarei, e multiplicando te multiplicarei. 15E assim esperando com larga paciência, alcançou a promessa. 16Porque os homens juram pelo que há maior que êles: E o juramento é a maior segurança para terminar tôdas as suas contendas. 17Pelo que querendo Deus mostrar mais seguramente aos herdeiros da promessa a imutabilidade do seu conselho, interpôs o juramento: 18Para que por duas coisas infalíveis, pelas quais é impossível que Deus minta, tenhamos uma poderosis-sima consolação, ôs que pomos o nosso refúgio em alcançar a esperança proposta. 19A qual temos como uma âncora segura, e firme da alma, e que penetra até as coisas do interior do véu. 20Onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós, sendo constituído pontífice eterno, segundo a ordem de Melquisedec.

Salmos e ProvérbiosPr 8,1-10

Provérbios 8

1Porventura a sabedoria não está repetidas vêzes clamando, e a prudência não faz ouvir a sua voz? 2No mais alto e elevado das eminências, ao longo do caminho, no meio das veredas posta em pé, 3junto às portas da cidade, na mesma entrada, fala, dizendo: 4A vós, ó homens, é que eu estou continuamente clamando, e aos filhos dos homens é que se dirige a minha voz. 5Aprendei, ó pequeninos, a astúcia, e vós, insensatos, prestai-me atenção. 6Ouvi, porque tenho de vos falar acêrca de grandes coisas: E os meus lábios se abrirão para anunciarem o que é reto. 7A minha garganta meditará a verdade, e os meus lábios detestarão ao ímpio. 8Justos são todos os meus discursos, nêles não há coisa má, nem depravado: 9Retos são para os inteligentes, e de equidade para os que acham ciência. 10Recebei as minhas instruções com maior gôsto, do que se recebêsseis dinheiro: Escolhei antes a doutrina que o ouro.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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