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Bíblia em um ano Dia 289/365

Dia 289

Zc 2–6 · Tg 3 · Pr 11,17-24 · cerca de 12 min

  1. Antigo TestamentoZc 2–6
  2. Novo TestamentoTg 3
  3. Salmos e ProvérbiosPr 11,17-24
Destaque da leitura de hoje“Abominável é para o Senhor o coração corrompido: E o seu afeto é para os que andam em simplicidade.”Provérbios 11,20

Antigo TestamentoZc 2–6

Zacarias 2

1Levantei os meus olhos, e me pus a olhar: E cis-que vi um varão, que tinha na sua mão umcordel de me-didores. 2É disse-lhe cu: Para onde vais tu? E êle me respondeu: Vou a medir Jerusalém, e a ver qual é a sua largura, e qual o seu comprimento. 3E eis-que o Anjo, que falava em mim, saía para: fora, e outro Anjo lhe saía ao encontro. 4E lhe disse: Corre, fala a êste moço, dizendo-lhe: Jerusalém será habitada: sem muros, por causa da multidão de.homens, e de alimárias que haverá no meio dela. 5E eu mesmo, diz o Senhor, serei para ela um muro de fogo, que a cerque: E eu estabelecerei no meio dela a minha glória. 6O. ó. fugi da terra do Aquilão, diz o Senhor: Porque eu vos espalhei para os quatro ventos do céu, diz o Senhor. 7Foge, ó Sião, tu que habitas na cidade de Babilônia. 8Porque isto diz o Senhor dos exércitos. Depois da glória me enviou o Senhor contra as gentes, que vos despojaram: Porque aquêle que tocar em vós, toca na menina do meu ôlho: 9Porque eis-aí levanto eu a minha mão sôbre êstes povos, e êles virão a ser a prêsa daqueles que eram seus escravos.: E vós conhecereis que o Senhor dos exércitos é que me enviou. 10Filha de Sião, entoa cânticos de louvor, e alegra-te: Porque eis-aí vou eu mesmo, e habitarei no meio de ti, diz o Senhor. 11E naquele dia se chegarão muitas gentes ao Senhor, e serão o meu povo, e cu habitarei no meio de ti: E tu saberás que o Senhor dos exércitos é que a ti me enviou. 12E o Senhor possuirá a Judá, como sua porção na terra que lhe foi consagrada: E êle escolherá ainda a Jerusalém. 13Tôda a carne esteja em silêncio diante da face do Senhor: Porque êle se levantou da sua santa habitação.

Zacarias 3

1Depois me mostrou o Senhor o sumo sacerdote Jesus, que estava diante do Anjo do Senhor: E Satanás estava à sua direita para se lhe opor. 2E o Senhor disse a Satanás: O Senhor te reprima, ó Satanás: E reprima-te o Senhor, que elegeu a Jerusalém: Acaso não é êste um tição que foi tirado do fogo? 3E Jesus estava revestido de uns hábitos sujos: E pôsto em pé diante do anjo. 4O qual respondeu, e falou aqueles que estavam em pé diante dêle, dizendo: Tirai-lhe êsses hábitos sujos. Depois disse a Jesus: Eis-aí tirei eu de ti a tua iniqüidade, e te revesti de uns hábitos preciosos. 5Ao mesmo tempo ajuntou êle: Ponde-lhe na cabeça uma tiara limpa, E êles ihe puseram na cabeça uma tiara limpa, e O revestiram de preciosos hábitos: Entretanto O Anjo do Senhor estava em pé. 6E o mesmo Anjo do Senhor fazia esta declaração a Jesus, dizendo: 7Isto diz o Senhor dos exércitos: Se tu andares nos meus caminhos, e observares tudo o que tenho mandado que se observe: Tu governarás também a minha casa, e guardarás os meus átrios, e cu te darei alguns dos que aqui atualmente assistem, para que sempre andem contigo. 8Ouve, ó Jesus. sumo sacerdote, tu e teus amigos, que habitam diante de ti, porque são varões de presságio: Porquanto eis-aqui estou eu que FAREI VIR O ORIEN 9Porque eis-ai a pedra que eu pus diante de Jesus: Sôbre esta pedra única estão sete olhos: Eis-aqui estou eu que a lavrarei com o cinzel, diz o Senhor dos exércitos: E eu apagarei num dia a iniquidade desta terra. 10Naquele dia, diz o Senhor dos exércitos, cada um chamará a seu amigo para debaixo da sua parrcira, e para debaixo da sua figueira.

Zacarias 4

1E o anjo, que falava em mim, voltou, e me despertou, como a um homem a quem despertam do seu sono. 2E êle me disse: Que vês tu? E respondi eu: Olhei e eis-que vi um candeeiro todo de ouro, que tinha uma lâmpada no alto do seu tronco principal, e sete lâmpadas sôbre os seus braços: E sete canudos para fazer correr o azeite nas lâmpadas, que estavam no alto do candeeiro. 3Havia também por cima dêle duas oliveiras: uma à direita da lâmpada, outra à sua esquerda. 4Então respondi eu, e digo ao anjo que falava em mim, dizendo: Meu Senhor, que é o que quer dizer isto? 5E o anjo que falava em mim, me respondeu, e disse: Não sabes o que isto é? E eu respondi: Não, meu Senhor. 6E êle respondeu, e me falou dizendo: Esta é a palavra do Senhor a Zorobabel, a qual diz: Nem em algum exército, nem em alguma fôrça, mas sim no meu espírito, diz o Senhor dos exércitos. 7Quem és tu, ó grande monte, diante de Zorobabel? Tu serás arrazado: E êle porá a primeira pedra, e igualará a graça dêste segundo à graça do primeiro. 8E foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: 9As mãos de Zorobabel fundaram esta casa, e as suas mãos a hão de acabar: E vós sabereis que o Senhor dos exércitos é quem me enviou a vós. 10Porque quem desprezou os dias pequenos? Pois êles se alegrarão, e verão a pedra de estanho 'la mão de Zorobabel. Estas sete lâmpadas são os sete oinos do Senhor, que discorrem por tôda a terra. 11Então respondi eu, e lhe disse: Que signiiicam estas duas oliveiras, uma à direita do candeeiro, e outra à sua esquerda? 12E respondi segunda vez, e lhe disse: Que significam estas duas espigas das oliveiras, que estão ao pé dos dois bicos de ouro, nos quais estão os canudos de ouro por onde corre o azeite? 13E êle me respondeu, dizendo: Tu não sabes o que isto significa? E eu lhe respondi: Não, meu Senhor. 14E êle me disse: Estas duas oliveiras são os dois filhos do óleo, que assistem diante do Dominador de tôda a terra.

Zacarias 5

1E eu me voltei depois, e levantei os meus olhos: E me pus a olhar, e eis-que vi um livro que voava. 2E o anjo me disse: Que é o que tu vês? E eu lhe disse: Eu vejo um livro volante: Que tem vinte côvados de comprido, e dez côvados de largo. 3Então me disse o anjo: Esta é a maldição, que vai difundir-se pela face de tôda a terra: Porque todo o ladrão será julgado pelo que está escrito nesse livro: E todo o que jura será da mesma sorte julgado pelo que nesse livro se contém. 4Eu o tirarei para fora, diz o Senhor dos exércitos: E êle irá à casa do ladrão, e à casa do que jura falsamente no meu Nome: E ficará no meio dessa casa, e a consumirá a ela, e a "sua madeira, e as suas pedras. 5Então saiu para fora o anjo que falava em mim: E me disse: Levanta teus olhos, e vê que é o que sai. 6E eu lhe disse: Que é isto? E êle me respondeu: Esta é uma talha que sai. E acrescentou: Esta é o ôlho deles em tôda a terra. 7Depois vi eu que se levava uma pasta de chumbo, que pesava um talento, e reparei que uma mulher estava assentada no meio da talha. 8Então me disse o anjo: Esta é a Impiedade. E êle precipitou esta mulher no fundo da talha, e tapou a bôca da talha com a pasta de chumbo. 9Depois levantei eu os meus olhos, e tive esta outra visão, e vi que saíam duas mulheres, e o vento zunia nas suas asas, e tinham asas como asas de milhano: E elas arrebataram a talha entre a terra e o céu. 10E eu disse ao anjo que falava em mim: Para onde levam elas a talha? 11E o anjo me respondeu: Para Babilônia a fim de que lhe seja edificada uma casa na terra de Senaar, e fique ali de assento, e posta sôbre a sua base.

Zacarias 6

1E eu me voltei, e levantei os meus olhos, e olhei: E eis-que vi quatfo carroças, que saíam dentre dois montes: E eram êste montes uns montes de metal. 2Na primeira carroça eram os cavalos vermelhos, e na segunda carroça eram os cavalos negros. 3E na terceira carroça eram os cavalos brancos, e na quarta carroça eram os cavalos malhados, e fortes. 4E eu respondi, e disse então ao anjo, que falava em mim: Que coisas são estas, meu Senhor? 5E o. anjo me respondeu, e disse: Êstes são os quatro ventos do céu, que saem, para estar diante do Dominador de tôda a terra. 6Os cavalos negros que estavam na segunda carroça, iam para a terra do Aquilão: E os brancos saíram em seguimento dêles: E os malhados foram para a terra do meio-dia. 7Os que porém eram os mais possantes, saíram e procuravam ir, e discorrer por tôda a terra. E o Senhor lhes disse: Ide, correi a terra: E êles correram a terra. 8Depois me chamou êle, e me falou, dizendo: Eis-aí que os que saem para a terra do Aquilão, fizeram repousar o meu espírito na terra do Aquilão. 9E foi-me dirigida a palavra do Senhor, a qual dizia: 10Recebi da mão dos do cativeiro, da de Holdai. e da de Tobias, e da de Tdaia, e tu irás naquele dia, e entrarás em casa de Josias, filho de Sofonias, todos es quais vieram de Babilônia. 11E tu receberás ouro e prata: E farás deles umas coroas, e as porás na cabeça do sumo sacerdote Jesus, filho de Josedec. 12E tu lhe falarás dizendo: Isto profere o Senhor dos exércitos, dizendo: EIS-AQUI O HOMEM QUE TEM POR NOME O ORIENTE: E êste será um renôvo, que brotará de si mesmo, e edificará um templo ao Senhor. 13E êle edificará um templo ao Senhor; e êle será coberto de glória. e se assentará, ce dominará sôbre o seu trono: E será sacerdote sôbre o seu trono, e haverá entre os dois uma conformidade de paz. 14E estas coroas serão consagradas em nome de Helem. e de Tobias, e de Idaia, e de Hem, filho de Sofonias, como um monumento no templo do Senhor. 15E aquêles que estão longe, virão, e trabalharão no edifício do templo do Senhor: E vós sabereis que o Senhor dos exércitos é que me enviou a vós. E isto será assim, se vós ouvirdes com submissão a voz do Senhor vosso Deus.

Novo TestamentoTg 3

Tiago 3

1Não queirais, irmãos meus, fazer-vos muitos de vós mestres, sabendo que vos expondes a um juízo mais severo. 2Porque todos nós tropeçamos em muitas coisas. Se algum não tropeça em qualquer palavra, êste é varão perfeito: Êle pode também suster com o freio a todo o corpo. 3E se pomos freio nas bôcas dos cavalos, para que nos obedeçam, também governamos todo o corpo dêles. 4Vêde também as naus, ainda que sejam grandes, e se achem agitadas de impetuosos ventos, com um pequeno leme se voltam para onde quiser o impulso do que as governa. 5Assim também a língua, pequeno membro é na verdade, mas de grandes coisas se glória. Vede como um pouco de fogo não abrasa um grande bosque! 6Também a língua é um fogo: Um mundo de iniquidade. Entre os nossos membros sé conta a língua, a qual contamina todo o corpo, e tisna a roda do nosso nascimento, inflamada do fogo do inferno. 7Porque tôda a natureza de alimárias, e de aves, e de serpentes, e de peixes do mar se doma, e a natureza humana as tem domado tôdas: 8Porém a língua nenhum homem a pode domar: Ela é um mal inquieto, está cheia de veneno mortífero: 9Com ela louvamos a Deus e Pai: E com ela amal-diçoamos aos homens, que foram feitos à semelhança de Deus. 10De uma mesma bôca procede a bênção e a maldição. Não convém, meus irmãos, que isto assim seja. 11Porventura uma fonte lança por uma mesma bica água doce e água amargosa? 12Acaso, irmãos meus, pode uma figueira dar uvas ou uma videira dar figos? Assim uma fonte dágua salgada não pode dar água doce. 13Quem é entre vós-outros sábio e instruído? Mostre pela boa conversação as suas obras em mansidão de sabedoria. 14Mas se tendes um zêlo amargo, e reinarem contendas em vossos corações: Não vos glorieis, nem sejais mentirosos contra a verdade: 15Porque esta não é a sabedoria que vem lá do alto: Mas 'é uma sabedoria terrena, animal, diabólica. 16Porque onde há citme e contenda, ali há inconstância e tôda a obra má. 17A sabedoria, porém, que vem lá de cima,-primeiramente é na verdade casta, depois pacífica, moderada, dócil, susceptível de todo o bem, cheia de misericórdia e de bons frutos, não julga, não é dissimulada. 18Ora o fruto da justiça se semeia em, paz, por aquêles que fazem obras de paz.

Salmos e ProvérbiosPr 11,17-24

Provérbios 11

17O homem caritativo faz bem à sua alma: Mas o que é cruel, repele até os seus mesmos propínquos. 18O ímpio faz obra que não subsiste: Mas para o que semeia justiça, há fiel recompensa. 19A clemência abre o caminho para a vida: E o seguimento dos males conduz para a morte. 20Abominável é para o Senhor o coração corrompido: E o seu afeto é para os que andam em simplicidade. 21O mau não será inocente, ainda quando tiver uma mão sôbre a outra: Mas a linhagem dos justos será salva. 22A mulher formosa e insensata é como um anel de ouro na tromba duma porca. 23O desejo dos justos estende-se a todo o bem: A expectação dos ímpios é o furor. 24Uns repartem o que é seu, e ficam mais ricos: Outros arrebatam o que não é seu, e sempre estão em pobreza.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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