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Bíblia em um ano Dia 329/365

Dia 329

2Mc 13–14 · Jo 16 · Pr 22,16-22 · cerca de 17 min

  1. Antigo Testamento2Mc 13–14
  2. Novo TestamentoJo 16
  3. Salmos e ProvérbiosPr 22,16-22
Destaque da leitura de hoje“Para que ponhas no Senhor a tua confiança, por cuja causa também eu ta mostrarei hoje.”Provérbios 22,19

Antigo Testamento2Mc 13–14

2 Macabeus 13

1O ano cento e quarenta e nove, soube Judas que Antíoco Eupator marchava com grandes tropas contra a Judéia. 2E com êle Lisias, regente, o primeiro ministro dos negócios do reino, trazendo consigo cento e dez mil homens de pé, e cinco mil de cavalo, com vinte e dois elefantes, e trezentas carroças armadas de foices. 3E Menelau se uniu também a êles: E com muito ardil procurava por meio de rogos abrandar a Antíoco, não pela salvação da pátria, mas esperando ser êle pro-movido ao principado. 4Porém o rei dos reis suscitou o coração de Antíoco contra êste pecador: E persuadido por sugestão de Lísias, que Menelau era a causa de todos os males, mandou que, prêso que fôsse, o matassem no mesmo lugar, segundo o costume dêles. 5É de saber que naquele lugar havia uma tôrre de cinqüenta côvados de altura, que de tôdas as partes estava cercada de um grande montão de cinzas: Do cimo da qual não se via ao redor senão um grande precipício: 6Mandou o rei que precipitassem aquêle sacrílego dali abaixo sôbre a cinza, empurrando-o todos para lhe dar a morte. 7E em observância da tal lei coube morrer a Menelau, prevaricador da lei, sem que o seu corpo fôsse dado à terra. 8E isto sem dúvida aconteceu por um juízo assaz justo: Porque como êle tinha cometido muitas impiedades contra o altar de Deus, cujo fogo e cinza eram umas coisas santas: Foi êle justamente condenado a morrer abafado na cinza. 9Entretanto marchava o rei bravamente desen-freado, prometendo mostrar-se mais violento aos judeus que seu pai. 10O que sabendo Judas, mandou ao povo que in-vocassem o Senhor de dia e de noite, para que também então lhes assistisse, como sempre tinha feito: 11Pois que receavam verem-se privados da sua lei, e da sua pátria, e do seu santo templo: E que não permitisse que o seu povo, que não havia muito tempo começara a respirar um pouco, ficasse outra vez sujeito às nações que blasfemavam o seu santo nome. 12E fazendo todos uniformemente o que Judas lhes havia ordenado, e implorando a misericórdia do Senhor com lágrimas, e jejuns, prostrados diante dêle três dias contínuos, Judas os exortou que se preparassem. 13E êle com os anciãos resolveu marchar contra o rei, antes que êle fizesse entrar as suas tropas na Judéia, e se apoderasse da cidade, e deixar ao juízo do Senhor o êxito da emprêsa. 14Remetendo pois tudo ao poder de Deus, criador do universo, e tendo exortado os seus a combater valorosamente, e a resistir até à morte em defesa das suas leis, do seu templo, da sua cidade, da sua pátria, e dos seus compatriotas, fêz acampar o seu exército junto a Modin. 15E depois de ter dado aos seus por sinal, A VITÓRIA DE DEUS, tomando consigo os mais valentes dentre os mancebos, atacou de noite o quartel do rei, matou no seu campo quatro mil homens, e o mais corpu-lento dos elefantes, com todos os que levava em cima: 16E tendo enchido de espantosissimo terror, e de turbação o campo dos inimigos, depois do feliz sucesso desta emprêsa, se retiraram. 17E foi êste feito cometido ao romper do dia, assistindo a Macabeu a proteção do Senhor. 18Mas o rei, depois de ter assim provado a audácia dos judeus, procurava tomar as cidades fortes por estratagema: 19E veio pôr o cêrco diante de Betsura, que era uma: praça dos judeus bem fortificada: Mas foi recha-çado, achou seus encontros, perdeu muita gente. 20Entretanto Judas mandava aos sitiados o que lhes era necessário. 21Mas um certo Rodoco, do exército dos judeus, ia descobrir aos inimigos os segredos do seu partido, mas depois de reconhecido, foi apanhado, e metido em prisão. 22O rei fêz que se tornasse a falar aos que estavam em Betsura: Deu-lhes a sua palavra: Recebeu a dêles: Foi-se: 23Pelejou contra Judas, foi vencido: Mas tanto que teve por notícia, que Filipe, que tinha ficado por superintendente dos negócios, se havia rebelado em Antióquia, todo consternado no seu espírito fazendo deprecações aos judeus, e submetendo-se a êles, jurou guardar-lhes tôdas as condições que parecessem justas: E depois desta reconciliação ofereceu um sacrifício, honrou o templo, e fêz-lhe presentes: 24Abraçou a Macabeu, e o declarou governador e príncipe de todo o país, desde Ptolemaida até os Gerrenos. 25Quando porém Antíoco entrou em Ptolemaida, estavam os ptolemenses num grande descontentamento por causa das condições daquela aliança, mostrando a sua indigpação por temerem não viessem êles a romper o tratado. 26Então subiu Lísias ao tribunal, e expôs as razões desta aliança, e apaziguoir o povo, e tornou para Antióquia: E desta maneira foi a jornada do rei contra a Judéia, e depois a sua retirada.

2 Macabeus 14

1Mas passado o espaço de três anos soube Judas, e os que com êle estavam, que Demétrio, filho de Seleuco, tinha vindo pelo pôrto de Trípoli com um poderoso exército, e navios, para se apoderar dos postos vantajosos. 2E que se tinha feito senhor de diversas províncias, apesar de Antíoco, e do seu general Lísias. 3Ora um certo Alcimo, que tinha sido sumo sacerdote, e que voluntariamente se tinha manchado no tempo da mistura, considerando que êle de nenhum modo podia ter melhoramento de estado, nem acesso ao altar, 4veio ter com o rei Demétrio no ano cento e cinquenta, oferecendo-lhe uma coroa de ouro e uma palma, além disto também uns ramos, que pareciam ser do templo. E com efeito aquêle dia não lhe disse nada. 5Mas tendo achado ocasião oportuna de executar o seu louco intento, chamado por Demétrio ao conselho, e perguntado em que fundamentos e conselhos se estribavam os judeus, 6respondeu: Aquêles de entre os judeus, que se chamam Assideus, cujo capitão é Judas Macabeu, fomen-tam guerras, e excitam sedições, e não sofrem que o reino esteja quieto. 7Porque até eu mesmo despojado da glória que tinha recebido de meus pais (quero dizer do sumo pon- - tificado) vim ter aqui. 8Primeiramente para guardar por certo a fidelidade que devo ao rei, no tocante aos seus interêsses, e segundariamente para negociar também as conveniên-cias de meus compatriotas: Porque tôda a nossa nação está vexada não de mui leves opressões pela maldade destas pessoas. 9Assim que, eu te rogo, ó rei, que informando-te miudamente de tôdas estas coisas, olhes pelos interêsses tanto da nossa terra, como da nossa nação, conforme a tua bondade por todos já tão conhecida. 10Porque enquanto viver Judas, é impossível que haja paz no estado. 11E depois que Alcino assim falou, os outros amigos, que mostravam uma declarada inimizade contra Judas, inflamaram ainda mais contra êle a Demétrio. 12Enviou logo Demétrio por general à Judéia a Nicanor, intendente dos elefantes. 13Dando-lhe ordem que tomasse com efeito às mãos vivo ao mesmo Judas: E que dissipasse todos os que estavam com êle, e que constituísse a Alcimo sumo sacerdote do grande templo. 14Então os pagãos que tinham fugido da Judéia por temor de Judas, vieram em magotes unir-se a Nicanor, havendo que as misérias, e perdas dos judeus serviam de prosperidade para os seus negócios. 15Assim que tendo os judeus ouvido a chegada de Nicanor, e a união dos gentios com êle, cobertas suas cabeças de pó, faziam as suas rogativas àquele que tinha fundado o seu povo, para o conservar eternamente, e que protegia com evidentes prodígios a sua herança. 16E logo depois partiram êles do lugar onde estavam, por ordem do seu general, e foram pôr-se ao pé do castelo de Dessau. 17Ora Simão, irmão de Judas, tinha principiado a batalha contra Nicanor: Mas foi aterrado com a im-prevista chegada dos inimigos. 18Todavia Nicanor ouvindo falar do esfôrço da gente de Judas, e da grandeza de ânimo com que êles pelejavam pela pátria, temia expor-se a um combate san-guinolento. 19Portanto enviou diante a Possidônio, e a Teodó-cio, e a Matias, para que presentassem, e recebessem proposições de paz. 20E como por largo tempo sc tomasse deliberação a respeito destas ocorrências e tivesse o mesmo general exposto a causa a todo o exército, foram todos unifor-inemente de parecer que se aceitasse a concórdia. 21Pelo que ajustaram os dois generais um dia certo, em que conferenciassem entre si secretamente sôbre o ponto: E para cada um se assentar se tiraram cadeiras: E com efeito lhes foram postas. 22Entretanto Judas tinha mandado que estivesse gente armada em lugares oportunos, por não suceder que lhes viesse de repente algum mal dos inimigos: E êles tiveram uma conferência tendente ao bom êxito do seu negócio. 23Iicou pois Nicanor em Jerusalém, e não obrou ali nada contra a eqitidade, e despediu a multidão de tropas, que se lhe tinham ajuntado. 24E êle amava sempre a Judas com um amor sincero, e sentia particular inclinação para a sua pessoa. 25Até lhe pediu que se casasse, e que visse se tinha filhos. Judas se casou: Teve descanso e êles viviam familiarmente um com outro. 26Mas Alcimo, vendo a amizade, e boa harmonia que havia entre êles, foi ter com Demétrio, e lhe' disse. que Nicanor favorecia os interêsses dos seus inimigos, e que tinha destinado por seu sucessor dele Alcimo a Judas que aspirava ao reino. 27Então exasperado o rei, e todo irritado com as mui detestáveis calúnias que ouvia da bôca dêste mau homem, escreveu a Nicanor, dizendo-lhe que levava por certo muito a mal que êle tivesse feito amizade com Macabeu, que todavia lhe ordenava que o mais depressa que pudesse ser, lho remetesse prêso a Antióquia. 28Nicanor, recebida esta nova, ficou todo consternado, e custava-lhe muito haver de violar o concêrto que tinha feito com Macabeu, não tendo recebido agravo algum da sua pessoa. 29Mas porque não podia resistir ao rei, buscava ocasião favorável para executar a ordem recebida. 30Entretanto Macabeu, vendo que Nicanor o tratava mais desabridamente que de ordinário, e que lhe mostrava, quando se encontravam, um aspecto mais carrancudo do que costumava, refletindo que esta aus-teridade não podia proceder de boa causa, convocados alguns poucos dos seus, furtou-se a Nicanor. 31Quando Nicanor veio a conhecer que êle tinha sido prevenido por Judas com valente resolução, foi ao augustíssimo e santíssimo templo: E oferecendo os sacerdotes as vítimas ordinárias, lhes mandou que lhe entregassem nas mãos a Macabeu: 32Mas afirmando-lhe êles com juramento, que não sabiam onde estava aquêle que buscava, estendendo a mão para o templo, 33jurou, dizendo: Se vós me. não entregardes Judas debaixo de prisão, eu arrazarei êste templo de Deus, e derribarei o altar, e consagrarei êste templo ao pai Baco. 34E ditas estas coisas, foi-se. Os sacerdotes porém levantando as mãos ao céu, invocavam aquêle que sempre se tinha declarado protetor da sua nação, dizendo assim: 35Senhor de todo o universo, que de nada necessitas, tu quiseste que se edificasse um templo da tua habitação no meio de nós. 36Agora pois, ó santo dos santos, ó Senhor de tôdas as coisas, isenta para sempre de profanação esta casa, que há pouco foi purificada. 37Então foi acusado diante de Nicanor um dos anciãos de Jerusalém, chamado Razias, homem zeloso pela cidade, e que estava em grande reputação: O qual era chamado o pai dos judeus, pelo afeto que lhes tinha. 38Este já de tempos muito atrasados fazia uma vida puríssima no judaismo, e estava pronto para entregar o seu corpo e a sua vida, por perseverar assim até o fim. 39Querendo pois Nicanor mostrar o ódio que tinha dos judeus, mandou quinhentos soldados a prendê-lo: 40Porque tinha para si, que se seduzisse a êste homem, haveria êle de causar um grandíssimo estrago aos judeus. 41A tempo pois que estas tropas forcejavam por entrar na sua casa, e arrombar a porta, e pôr-lhe fogo, como êle se viu a ponto de ser prêso, deu em si um golpe com a espada. 42Escolhendo antes morrer nobremente do que ver-se sujeito a pecadores, e padecer ultrajes indigaos do seu nascimento. 43Mas como pela pressa com que o deu, não fôra mortal o golpe, e entrando tôda aquela soldadesca de tropel em sua casa correndo com extraordinária resolução ao muro, se precipitou êle mesmo animosamente de alto a baixo sôbre o povo: 44Tendo-se todos afastado com presteza, para não dar em cima dêles a queda, caiu no chão, dando primeiro com o meio da cerviz: 45E como ainda respirasse, tendo cobrado alentos se pôs em pé: E não obstante correr-lhe o sangue em largos rios, e estando muito maltratado com as feridas, atravessou numa carreira pelo meio do povo: 46E pôsto sôbre um escarpado penedo, e tendo já, perdido quase todo o sangue, tirando de corpo para fora as suas entranhas, com ambas as mãos as lançou sôbre o povo, invocando o Senhor da vida e da alma, para que lhas tornasse a dar algum dia: E assim acabou a vida.

Novo TestamentoJo 16

João 16

1Eu disse-vos estas coisas, para que vós vos não escandalizeis. 2les vos lançarão fora das Sinagogas: E está a chegar o tempo em que todo o que vos matar, julgará que nisso faz. serviço a Deus: 3E êles vos tratarão assim, porque não conhecem ao Pai, nem a mim. 4Ora eu disse-vos estas coisas: Para que quando chegar êste tempo, vos lembreis vós de que eu vo-las disse. 5Não vo-las disse porém desde o princípio, porque estava convosco: E agora vou eu para aquele que me enviou, e nenhum de vós mo pergunta: para onde vais? 6Antes porque eu vos disse estas coisas, se apoderou do vosso coração a tristeza. 7Mas eu digo-vos a'verdade, a vós convém-vos que eu vá: Porque se eu não fôr, não virá a vós o Consolador: Mas se fôr, enviar-vo-lo-ei. 8E êle quando vier, argüirá o mundo do pecado, e da justiça, e do juízo: 9Sim do pecado, porque não creram em mim: 10E da justiça, porque eu vou para o Pai, e vós não me vereis mais. 11Do juízo enfim, porque o príncipe dêste mundo já está julgado. 12Eu tenho ainda muitas coisas que vos dizer, mas vós não as podeis suportar agora. 13Quando vier porém aquele Espírito de verdade, êle vos ensinará tôdas as verdades: Porque êle não falará de si mesmo: Mas dirá tudo o que tiver ouvido, e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir. 14Êle me glorificará: Porque há de receber do que é meu, e vo-lo-á de anunciar. 15Tôdas quantas coisas tem o Pai são minhas; por isso é que eu vos disse, que êle há de receber do que é meu, e vo-la-á de anunciar. 16Um pouco, e já me não vereis: E outra vez um pouco; e ver-me-eis: Porque vou para o Pai. 17Disseram então alguns de seus discípulos uns para os outros: Que vem a ser isto, que êle nos diz: Um pouco, e já me não vereis: E outra vez um pouco, e ver-me-eis, e porque eu vou para o Pai? 18E diziam: Que vem a ser isto que êle nos diz: Um. pouco? Nós não sabemos o que êle vem a dizer. 19E entendendo Jesus que lho queriam perguntar, disse-lhes: Vós perguntais uns aos outros que é o que vos quis eu significar, quando disse: Um pouco, e já me não vereis, e outra vez um pouco, e ver-me-eis. 20Em verdade, em verdade vos digo: Que vós haveis de chorar, e gemer, e que o mundo se há de alegrar: E que vós haveis de estar tristes, mas que a vossa tristeza. se há de converter em gôzo. 21Quando uma mulher pare, está em tristeza, porque é chegada a sua hora: Mas depois que ela pariu um menino, já se não lembra do apêrto, pelo gôzo que tem: Por haver nascido ao mundo um homem. 22Assim também vós outros sem dúvida estais agora tristes, mas eu hei de ver-vos de novo, e o vosso coração ficará cheio de gôzo: E o vosso gôzo ninguém vo-lo tirará. 23E naquele dia nada mais me perguntareis. Em verdade, em verdade vos digo: Se vós pedirdes a meu Pai alguma coisa em meu nome, êle vo-la-á de dar. 24Vós até agora não pedistes nada em meu nome. Pedi, e recebereis, para que o vosso gôzo seja completo. 25Eu tenho-vos dito estas coisas debaixo de parábolas. Está chegado o tempo em que eu vos não hei de falar já por parábolas, mas abertamente vos falarei do Pái. 26Naquele dia pedireis vós em meu nome: E eu não vos digo que hei de rogar ao Pai por vós outros: 27Porque o mesmo Pai vos ama, porque vós me amastes, e crestes que eu sai de Deus. 28Eu saí do Pai, e vim ao mundo: Outra vez deixo o mundo, e torno para o Pai. 29Disseram-lhe seus discípulos: Eis aí está que tu agora é que nos falas abertamente, e não usas de parábola nenhuma: 30Agora conhecemos nós que tu sabes tudo, e que a ti não é necessário fazer-te ninguém perguntas: Nisto cremos que saíste de Deus. 31Respondeu-lhes Jesus: Vós credes agora? 32Eis aí vem, e já é chegada a hora em que sejais espalhados, cada um para sua parte, e que me deixeis só: Mas eu não estou só, porque o Pai está comigo. 33Eu tenho-vos dito estas coisas, para que vós tenhais paz em mim. Vós haveis de ter aflições no mundo: Mas tende confiança, eu venci o mundo.

Salmos e ProvérbiosPr 22,16-22

Provérbios 22

16Aquêle que calunia ao pobre para acrescentar as suas riquezas, êle mesmo dará a outro mais rico, e virá a ser necessitado. 17Inclina o teu ouvido, e ouve as palavras da sabedoria: E aplica o teu coração à minha doutrina: 18A qual terás tu por formosa, quando a guardares dentro do teu ventre e êle trasbordará nos teus lábios: 19Para que ponhas no Senhor a tua confiança, por cuja causa também eu ta mostrarei hoje. 20Eis-aqui estou eu mesmo que ta descrevi em três maneiras, com pensamentos e com ciência: 21Para te mostrar a firmeza, e as expressões da verdade, a fim de responderes com estas coisas aqueles que te enviaram. 22Não faças violência ao pobre, porque é pobre, nem oprimas em juízo ao que não tem nada:

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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