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Bíblia em um ano Dia 57/365

Dia 57

Nm 8–10 · Mc 6,38-56 · Sl 35 (36) · cerca de 13 min

  1. Antigo TestamentoNm 8–10
  2. Novo TestamentoMc 6,38-56
  3. Salmos e ProvérbiosSl 35 (36)
Destaque da leitura de hoje“Estende antes a tua misericórdia sôbre os que te conhecem, e a tua justiça sôbre aqueles que têm o coração reto.”Salmo 35,11 (36)

Antigo TestamentoNm 8–10

Números 8

1Tornou o Senhor a falar a Moisés, dizendo: 2Fala a Aarão, e lhe dirás: Logo que tiveres pôsto as sete lâmpadas, levantar-se-á o candieiro na parte do meio-dia. Dá, pois, ordem, que as lâmpadas olhem do lugar oposto ao setentrião para a mesa dos: pães da proposição, elas deverão alumiar aquela parte, que está fronteira ao candieiro. 3E Aarão o fêz, e pôs as lâmpadas sôbre o candieiro, conforme o Senhor o havia ordenado a Moisés. 4O feitio porém do candieiro era êste, todo de ouro batido ao martelo, tanto o tronco do meio, como todos os braços, que lhe saíam dos dois lados: segundo o modelo que o Senhor mostrou a Moisés, assim fêz o candieiro. 5Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: 6Toma os levitas do meio dos filhos de Israel, e os purificarás 7com estas cerimônias: Serão borrifados com a água da expiação, e rapem todos os cabelos da sua carne. E depois que tiverem lavado os seus vestidos, e se tiverem purificado, 8tomarão um boi das manadas, e para a sua libação flor de farinha borrifada com azeite: e tu tomarás outro boi da manada pelo pecado: 9e farás chegar os levitas diante do tabernáculo do concerto, depois de convocada tôda a multidão dos filhos de Israel. 10E quando os levitas estiverem diante do Senhor, os filhos de Israel porão as suas mãos sôbre êles: 11e Aarão oferecerá os levitas como um dom que os filhos de Israel fazem ao Senhor, para que o sirvam no seu ministério. 12Os levitas também porão as suas mãos sôbre as cabeças dos bois, dos quais sacrificarás um pelo pecado, e o outro em holocausto ao Senhor, para que rogues por êles. 13E apresentarás os levitas diante de Aarão e de seus filhos, e os sagrarás depois de os terem oferecido ao Senhor, 14e separá-los-ás do meio dos filhos de Israel, para que sejam meus: 15e depois entrarão no tabernáculo do concêrto para me servirem. E deste modo os purificarás e sagrarás em oferta ao Senhor: porque me foram dados como um presente pelos filhos de Israel. 16Eu os recebi em lugar de todos os primogênitos que abrem o útero em Israel. 17Porque todos os primogênitos dos. filhos de Israel assim de homens, como de animais são meus. Eu os consagrei a mim desde o dia, que feri na terra do Egito todos os primogênitos: 18e tomei os levitas por todos os primogênitos dos filhos de Israel: 19e dêles fiz presente a Aarão e a seus filhos do meio do povo, para me servirem por Israel no tabernáculo do concêrto, e para orarem por êles, para que não venha alguma praga sôbre o povo, se se atreverem a chegar ao santuário. 20Moisés pois e Aarão e tôda a multidão dos filhos de Israel fizeram acerca dos levitas o que o Senhor ordenara a Moisés: 21e foram purificados, e lavaram os seus vestidos. E Aarão os apresentou diante do Senhor, e orou por êles, 22para que depois de purificados entrassem no tabernáculo do concêrto a fazer as suas funções diante de Aarão e de seus filhos. Como o Senhor o ordenara a Moisés acêrca dos levitas, assim se fêz. 23E o Senhor falou a Moisés, dizendo: 24Esta é a lei dos levitas, desde os vinte e cinco anos e daí para cima, entrarão para servirem no tabernáculo do concêrto. 25E quando completarem cinquenta anos de idade, não servirão mais: 26E somente ajudarão a seus irmãos no tabernáculo do concêrto, para guardarem as coisas que lhes forem encomendadas: mas sem se empregarem nos exercícios ordinários. Assim disporás os levitas nos seus empregos.

Números 9

1Falou o Senhor a Moisés no deserto de Sinai, no ano segundo depois que saíram da terra do Egito, em o primeiro mês, dizendo: 2Os filhos de Israel façam a Páscoa a seu tempo, 3no dia catorze deste mês à tarde, segundo tôdas as suas cerimônias e leis. 4Mandou pois Moisés aos filhos de Tsrael que fizessem a Páscoa. 5Os quais a fizeram em seu tempo, no dia catorze do mês à tarde no monte Sinai. Os filhos de Israel fizeram tudo, conforme o Senhor o tinha ordenado a Moisés. 6Eis que uns, que se achavam imundos, por se terem chegado a um morto, os quais não podiam fazer a Páscoa naquele dia, vindo ter com Moisés e Aarão, 7lhes disseram: Estamos imundos por causa de nos têrmos chegado a um morto: Por que razão havemos nós de ser privados de oferecer em seu tempo a oblação ao Senhor entre os filhos de Israel? 8Aos quais Moisés respondeu: Esperai que eu con sulte o Senhor, para saber o que ordena acerca de vós. 9E o Senhor falou a Moisés, dizendo: 10Dize aos filhos de Israel: O homem que estiver imundo por causa de algum morto, ou se achar em jornada longe de vós, faça a Páscoa ao Senhor, 11no segundo mês, no dia catorze do mês, à tarde. Comê-la-á com pães asmos, e alfaces bravas: 12Não deixarão nada dela para a manhã seguinte nem quebrarão osso nela: Guardarão todo o rito da Páscoa. 13Se algum porém estando limpo, e não se achando de jornada, ainda não fêz a Páscoa, será aquela alma exterminada do seu povo, porque não ofereceu em set tempo o sacrifício ao Senhor: Êle mesmo levará sôbre si o seu pecado. 14Do mesmo modo o estrangeiro e adventício, se morarem entre vós, farão a Páscoa em honra do Senhor com tôdas as suas cerimônias e leis. O mesmo preceito será guardado entre vós tanto pelo estrangeiro como pelo natural. 15No dia pois em que o tabernáculo foi ereto, o cobriu uma nuvem. Da tarde porém até a manha via-se como uma chama de fogo sôbre a tenda. 16Assim acontecia de contínuo: De dia cobria-o uma nuvem, e de noite como uma semelhança de fogo. 17E quando se retirava de cima a nuvem que cobria o tabernáculo, então se punham em marcha os filhos de Israel: e no lugar onde a nuvem parava, aí se acampavam. 18À ordem do Senhor partiam, e à sua ordem assentavam o tabernáculo. Todo o tempo em que a nuvem estava parada sôbre o tabernáculo, permaneciam no mesmo lugar: 19E se acontecia estar parada sôbre êle muito tempo, estavam os filhos de Israel de guarda ao Senhor e não partiam, 20por todo o tempo em que a nuvem estava sôbre o tabernáculo. Ao mandado do Senhor erigiam as tendas e ao seu mandado as desarmavam. 21Se a nuvem se detinha desde a tarde até a manhã, e logo ao romper do dia se alongava do tabernáculo, partiam: E se depois dum dia e uma noite se retirava, no mesmo ponto desmanchavam as tendas. 22Se porém se detinha sôbre o tabernáculo dois dias ou um mês, por mais tempo, ficavam no mesmo lugar os filhos de Israel, e não partiam: mas tanto que a nuvem se retirava, levantavam o campo. 23Ao mandado do Senhor assentavam as tendas. e ao seu mandado partiam: e estavam sempre de guarda ao Senhor, segundo a sua ordem, dada por meio de Moisés.

Números 10

1Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo: 2Faze para ti duas trombetas de prata batidas ao martelo, com as quais possas convocar o povo, quando se houver de levantar o campo. 3E quando tiveres feito soar as trombetas todo o povo se ajuntará ao pé de ti, à entrada do tabernáculo do concerto. 4Se as tocares uma só vez, virão a ti os príncipes, e os chefes do povo de Israel. 5Mas se o som fôr mais prolongado e interrompido, descamparão primeiro os que estão para a banda do oriente. 6No segundo toque porém, e igual som da trombeta, levantarão as tendas os que habitam ao Meio-Dia e do mesmo modo farão os outros, quando as trombetas fizerem sinal para a partida. 7Mas quando se houver de congregar o povo, será o som das trombetas singelo, e não soarão interrompidamente. 8Os filhos porém de Aarão, sacerdotes, tocarão as trombetas: e esta lei será guardada para sempre nas vossas gerações. 9Se sairdes do vosso país para a guerra contra os inimigos que vos atacam, fareis soar interrompidamente as trombetas, e o Senhor vosso Deus se lembrará de vós, para vos livrar das mãos de vossos inimigos. 10Quando fizerdes algum banquete, e celebrardes os dias de festa, e as calendas, tocareis as trombetas sobre os holocaustos, e hóstias pacíficas, a fim de que o vosso Deus se lembre de vós. Eu sou o Senhor vosso Deus. 11No dia vinte do segundo mês do segundo ano, se levantou a nuvem do tabernáculo do concerto: 12E os, filhos de Israel partiram do deserto de Sinai pelas suas turmas,.e a nuvem repousou ria solidão de Faran. 13E os primeiros, que desacamparam, conforme a ordem do Senhor intimada por Moisés, 14foram os filhos de Judá pelas suas turmas: Cujo príncipe era Naasson, filho de Aminadab. 15Na tribo dos filhos de Issacar foi príncipe Natanael, filho de Suar. 16Na tribo de Zabulon era príncipe Eliab filho de Zabulon. 17E loi desarmado o tabernáculo, levantado o qual se puseram a caminho os filhos de Gérson e de Merari. 18E partiram também os filhos de Rúben, conforme as suas turmas e ordem: Sendo seu príncipe Elisur, filho de Sedeiir. 19Na tribo porém dos filhos de Simeão foi príncipe Salamiel. filho de Surisadai. 20Mas na tribo de Gad era príncipe Eliasaf, filho de Duel. 21E partiram também os caatitas. que levavam o santuário, E era levado o tabernáculo até chegar ao lugar, onde se devia erigir. 22Descamparam também os filhos de Efraim pelas suas turmas, tendo por príncipe do seu -corpo a Elisama, filho de Amiud. 23Na tribo porém dos filhos de Manasses foi príncipe Gamaliel. filho de Fadassur: 24E na tribo de Benjamim era príncipe Abidan, filho de Gedeão. 25Os últimos que partiram de todo o campo, foram os filhos de Dan pelas suas turmas, em cujo corpo era príncipe Aiezer, filho de Amisadai. 26Na tribo porém dos filhos de Aser era príncipe Fegiel, filho de Ocran. 27E na tribo dos filhos de Neftali foi príncipe Aíra/ filho de Enan. 28Esta é a ordem, com que os filhos de Israel faziam as suas marchas pelas suas turmas quando moviam o campo. 29E disse Moisés a Kobab filho de Raguel madianita, seu parente: Nós partimos para o lugar, que o Senhor nos há de dar: Vem tu conosco, para te fazermos bem: Porque o Senhor prometeu bens a Israel. 30Ao qual êle respondeu: Não irei contigo, mas voltarei para a minha terra, na qual nasci. 31E Moisés lhe tornou: Não nos deixes, porque tu sabes em que lugares pelo deserto devamos acampar, e serás O nosso. guia. 32E se vieres conosco, nós te daremos o melhor de tôdas as riquezas, que o Senhor nos há de entregar. 33Partiram pois do Monte do Senhor caminho de três dias, e a arca da aliança do Senhor ia adiante deles, apontando nos três dias o lugar para o acampamento. 34A nuvem do Senhor também era sôbre êles de dia quando marchavam. 35E quando se elevava a Arca, dizia Moisés: Le-varita-te Senhor, e dissipem-se os teus inimigos, e fujam da tua face os que te aborrecem. 36Quando porém se depunha, dizia: Volta, Senhor, para a multidão do exército de Israel,

Novo TestamentoMc 6,38-56

Marcos 6

38E Jesus lhes disse: Quantos pães tendes vós? ide, e vêde lá isso. E depois de o terem examinado, lhe vêm dizer: Temos cinco e dois peixes. 39Então lhes mandou. que os fizessem recostar a todos em ranchos sôbre a verde relva. 40E se recostaram em ranchos, de cento em cento, e de cinquenta em cinquenta. 41E Jesus tomando os cinco pães, e os dois peixes, com os olhos no Céu, abençoou e partiu os pães, e os deu a seus discípulos, para: que lhos pusessem diante: E repartiu por todos os dois peixes. 42E todos comeram, e ficaram fartos. 43E levantaram doze cestos cheios de pedaços, que sobejaram dos pães, e dos peixes. 44Ora os que comeram, eram cinco mil homens. 45E imediatamente obrigou Jesus a seus discipulos a se embarcarem, para chegarem primeiro que êle à banda dalém a Betsaida, enquanto êle despedia o povo. 46E depois que os despediu, retirou-se a um monte a fazer oração. 47E chegada a tarde achava-se a barca no meio do mar e êle só em terra. 48E vendo o trabalho que êles tinham em remar (porque o vento lhes era contrário), lá junto da quarta vigília da noite foi ter comêles, andando por cima das águas: E queria passar-lhes adiante. 49Quando êles porém o viram caminhar sôbre as águas, cuidaram que era algum fantasma, e puseram-se a gritar. 50Porque todos o viram, e se turbaram. Mas êle logo falou com êles, e lhes disse: Tende ânimo, sou eu, não temais. 51E meteu-se na barca para ir ter com êles, e -cessou o vento. E eles ainda mais se espantavam no seu interior do que viam: 52Pois ainda não tinham conhecido o milagre dos pães: Porque estava obcecado o sew coração.: 53E tendo passado à outra: banda, vieram ao pais -de Genesaré, e: tsnnaram ali porto. Pon 54E como sàirarri da barca, logo o conheceram:. 55E correndo por todo aquele país, comêçaram onde quer que sabiam que Jesus estava, a trazerem-lhe de tôdas as partes; nos: leitos, os: que padeciam. algum «mal. 56E donde quer que êle entrava; fôsse rias aldeias, ou nos casais, ou nas cidades, punham os enfermos. no meio das praças, e. pediam-lhe que os deixasse tocar ac menos à orla do seu vestido, e todos os que q tocavam. fi

Salmos e ProvérbiosSl 35 (36)

Salmo 35 (36)

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais: Salmo 36.

1Ao regente do côro, do mesmo Davi servo do Senhor. 2Disse o injusto entre si mesmo, que êle delinqui-ria: Não há temor de Deus ante seus olhos. 3Porque êle obrou dolosamente na sua presença: De sorte que a sua iniquidade o fêz objeto do ódio. 4As palavras da sua bôca são iniquidade e engano: Não quis instruir-se para fazer o bem. 5Meditou a iniquidade na sua cama: Deixou-se estar em todos os caminhos que não eram bons, e não aborreceu a malícia. 6Senhor, a tua misericórdia está no céu e a tua verdade até às nuvens. 7A tua justiça é como os montes de Deus: Os teus juízos são um abismo profundo. Tu, Senhor, salvarás os homens, e as bestas: 8Segundo tens multiplicado a tua misericórdia, ó Deus. Mas os filhos dos homens esperarão à sombra das tuas asas. 9Embriagar-se-ão da abundância da tua casa: E os farás beber na torrente das tuas delícias. 10Porque em ti está a fonte da vida: E no teu lume veremos o lume. 11Estende antes a tua misericórdia sôbre os que te conhecem, e a tua justiça sôbre aqueles que têm o coração reto. 12Não venha sôbre mim pé de soberba: E mão de pecador não me comova. 13Ali caíram os que obram a iniquidade: Foram empurrados, e não se puderam levantar.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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