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Bíblia em um ano Dia 216/365

Dia 216

Lm 2–4 · 1Cor 13; 1Cor 14,1-20 · Sl 118,95-104 (119) · cerca de 17 min

  1. Antigo TestamentoLm 2–4
  2. Novo Testamento1Cor 13; 1Cor 14,1-20
  3. Salmos e ProvérbiosSl 118,95-104 (119)
Destaque da leitura de hoje“A caridade é paciente, é benigna, a caridade não é invejosa, não obra temerária, nem precipitadamente, não se ensoberbece.”1 Coríntios 13,4

Antigo TestamentoLm 2–4

Lamentações 2

1Aleph. Como cobriu o Senhor de escuridade no seu furor a filha de Sião: Derribou do céu à terra a iínclita de Israel, e não se lembrou do estrado de seus pés no dia do seu furor. 2Beth. Senhor precipitou tudo o que havia de espe-cioso em Jacó, e não perdoou a nada: Êle destruiu no seu furor as fortificações das virgens de Judá, e as lançou por terra: Tratou como profanos ao reino, e aos seus príncipes. 3Ghimel. Quebrantou na ira do seu furor todo o poder de Israel: Retirou para trás a sua direita da face do inimigo: E acendeu em Jacó um como fogo que tudo devora com a sua chama em giro. 4Daleth. Estendeu o seu arco como inimigo, firmou a sua direita como adversário: E matou tudo o que era formoso à vista na tenda da filha de Sião, derramou como fogo a sua indignação. 5He. Senhor se tornou como inimigo: Derribou a Israel, derribou tôdas as suas muralhas, destruiu as suas fortificações, e encheu de humilhação aos homens, e mulheres da filha de Judá. 6Vau. E destruiu como um enxido a sua tenda, demoliu o seu tabernáculo: Ao esquecimento entregou o Senhor em Sião as festas, e o sábado: E ao opróbrio e à indignação do seu furor o rei, e o sacerdote. 7Zain. Senhor rejeitou o seu Altar, amaldiçoou o seu santo lugar: Entregou na mão do inimigo os muros das suas tôrres: Deram gritos na casa do Senhor, como em dia de solenidade. 8Heth. Senhor resolveu abater o muro da filha de Sião: Estendeu o seu cordel, e não retirou a sua mão, sem que ficasse tudo arruinado: E o antemural gemeu, e o muro foi da mesma sorte destruído. 9Teth. As suas portas estão encravadas na terra: Êle quebrou e fêz pedaços as suas trancas: Baniu o seu rei, e os seus príncipes para entre as nações: Não há lei, nem os seus profetas receberam visões do Senhor. 10Jod. Os velhos da filha de Sião se assentaram em terra, ficaram em silêncio: Cobriram as suas cabeças de cinza, vestiram-se de cilícios, as virgens de Jerusalém abaixaram as suas cabeças até à terra. 11Caph. Os meus olhos enfraqueceram à fôrça de chorar, as minhas entranhas se turbaram: O meu fígado se derramou pela terra vendo a ruína da filha do meu povo, quando cairam mortos os meninos e as crianças de mama nas praças da cidade. 12Lamed. Êles diziam a suas mães: Onde está o trigo e o vinho? Quando, como se fôssem feridos, desfaleciam nas praças da cidade: Quando exaltavam as suas almas no seio de suas mães. 13Mem. A quem te compararei? Ou a quem te asseme-lharei, filha de Jerusalém? A quem te igualarei, e como te consolarei, ó virgem filha de Sião? Porque grande é como o mar o teu desfalecimento: Quem te remediará? 14Nun. Os teus profetas viram para ti coisas falsas, e fátuas, e não te manifestavam a tua iniquidade, para te excitarem à penitência: E viram para ti profecias falsas de desgraça, e para os teus inimigos a expulsão da Judéia. 15Samech. Todos os que passavam pelo caminho, batiam com as mãos, vendo-te: Êles assobiaram e menearam a sua cabeça à filha de Jerusalém: Esta é aquela cidade, diziam eles, duma exiremada formosura, as delícias de tôda a terra? 16Ain. Todos os teus inimigos abriram contra ti a sua bôca: assobiaram, e rangeram com os dentes, e disseram: Devorá-la-emos: Eis-aqui está o dia que nós esperávamos: Nós o achamos, nós o vemos. 17Phe. Fêz o Senhor o que tinha determinado, cumpriu a sua palavra, que mandando pronunciara desde os dias antigos: Destruiu, e não perdoou, e alegrou ao inimigo sôbre ti, e exaltou o poder dos teus adversários. 18Sade. O seu coração clamou ao Senhor sôbre os muros da filha de Sião: Faze correr uma como torrente de lágrimas de dia, e de noite: Não te dês descanso algum, nem a menina do teu ôlho se cale. 19Coph. Levanta-te, louva de noite no princípio das vigílias: Derrama o teu coração como água diante do acatamento do Senhor: Levanta as tuas mãos a êle pela alma de teus filhinhos, que cairam mortos de fome a todos os cantos das ruas. 20Res. Ve, Senhor, e considera a quem assim vindimaste: E” possível que as mulheres hão de comer os frutos das suas entranhas, as crianças que não excedem o tamanho da palma da mão? Que há de ser morto no santuário do Senhor o sacerdote, e o profeta? 21Sin. Ficaram nas ruas estendidos por terra o moço, e o velho: As minhas virgens, e os meus mancebos caíram mortos à espada: Tu os mataste no dia do teu furor: Feriste-os, e não tiveste compaixão alguma. 22Thau. Chamaste como a um dia de solenidade aos que me aterrassem de tôdas as partes, e não houve no dia do furor do Senhor quem escapasse, nem ficasse com vida: Aos que criei, e alimentei, o meu inimigo os acabou.

Lamentações 3

1Aleph. Homem sou eu que vejo a minha pobreza debaixo da vara da sua indignação. 2Conduziu-me, e levou-me às trevas, e não à luz. 3Não fêz senão virar e revirar contra mim a sua mão todo o dia. 4Beth. Fêz envelhecer a minha pele, e a minha carne, quebrantou os meus ossos. 5Edificou ao redor de mim, e me cercou de fel, e de trabalho. 6Pôs-me em lugares tenebrosos, como os que estão. mortos para sempre. 7Ghimel. Edificou à roda contra mim, pára que eu não saia: Agravou os meus grilhões. 8E ainda quando eu clamar, e rogar, êle excluiu a minha oração. 9Fechou os meus caminhos com pedras de silharia, soverteu as minhas veredas. 10Daleth. Fêz-se-me como urso de emboscada: Um leão em esconderijo. 11Soverteu as minhas veredas, e quebrantou-me: Pôs-me em desolação. 12Armou o seu arco, e me pôs como alvo à seta. 13He. Meteu nos meus rins as setas da sua aljava. rIE 14Estou feito um objeto de escárnio para todo o meu povo, O assunto da sua cantilena todo o dia. 15Encheu-me de amargura, embriagou-me de absíntio. 16Vau. E quebrou os meus dentes a um e um, deu-me a comer cinza. 17E está desterrada da minha alma a paz, perdi a memória de todo o bem. 18E eu disse: Pereceu o meu fim, e a esperança que eu tinha no Senhor. 19Zain. Lembra-te da minha pobreza, e do excesso dela, do absíntio, e do fel. 20Eu me lembrarei muito bem disto, e a minha alma 'se definhará dentro de mim. 21Por eu recordar estas coisas no meu coração, por isso esperarei. 22Heth. Misericórdias são do Senhor o não têrmos sido consumidos: Porque as suas comiserações nunca faltaram. 23Elas se renovam cada manhã, grande é a tua fidelidade. 24A minha porção é o Senhor, disse a minha alma: Portanto eu o esperarei a êle. 25Teth. Bom é o Senhor para os que nêle esperam, para a alma que o busca. 26Boa coisa é esperar em silêncio a salvação de Deus. 27Bom é para o varão o ter levado o jugo desde a sua mocidade. 28Jod. Assentar-se-á solitário, e ficará em silêncio: Porque levou êste jugo sôbre si. 29Porá a sua bôca no pó, a ver se acaso há esperança. 30Oferecerá a face ao que o ferir, fartar-se-á de opróbrios. 31Caph. Porque o Senhor não nos rejeitará para sempre. 32Porque se êle nos rejeitou, êle também se compadecerá, segundo a multidão das suas misericórdias. 33Porque êle não humilhou, nem rejeitou por seu gôsto os filhos dos homens. 34Lamed. Para pisar aos seus pés todos os cativos da terra. 35Para desviar o juízo do varão ante a presença do Altíssimo. 36Para perverter ao homem no seu juízo, o Senhor nunca tal soube fazer. 37Mem. Quem é o que disse, que se fizesse uma coisa, sem que o Senhor mandasse? 38Não sairão da bôca do Altíssimo nem os males, mem os bens? 39Por que murmurou sempre o homem vivendo, o varão pelo castigo de seus pecados? 40Nun. Esquadrinhemos os nossos caminhos, e investi-guemo-los, e voltemos ao Senhor. 41Levantemos ao Senhor os nossos corações com as mãos para os céus. 42Nós obramos injustamente, e te provocamos a ira: Por isso tu te mostras inexorável. 43Samech. Tu te encobriste no teu furor e nos feriste: Mataste-nos, e não nos perdoaste. 44Tens pôsto uma nuvem diante de ti, para que a nossa oração não passe. 45Como planta desarraigada, e abjeta me puseste no meio dos povos. 46Ain. Todos os inimigos abriram contra nós a sua bôca. 47A profecia veio a ser o nosso mêdo e o nosso laço, e a nossa ruína. 48O meu ôlho derramou rios de lágrimas, vendo o quebrantamento da filha do meu povo. 49Phe. O meu ôlho se afligiu, e não se calou, porque não havia descanso. 50Até que olhasse e visse o Senhor desde os céus. 51O meu ôlho quase me roubou a vida, chorando sôbre tôdas as filhas da minha cidade. 52Sade. Como ave na caça me prenderam os meus inimigos sem causa. 53A minha alma caiu no lago, e êles puseram sôbre mim uma pedra. 54Um dilúvio de águas veio sôbre a minha cabeça: Eu disse: Pereci. 55Coph. Invoquei, Senhor, o teu nome desde o profundo do lago. 56Tu ouviste a minha voz: Não apartes o teu ouvido dos meus soluços, e dos meus clamores. 57Tu te chegaste no dia em que eu te invoquei: Disseste: Não temas. 58Res. Tu, Senhor, julgaste a causa da minha alma, Redentor da minha vida. 59Viste, Senhor, a iniqüidade dêles contra: mim, julga tu a minha causa. 60Viste todo o seu furor, todos os pensamentos dêles contra mim. 61Sin. Ouviste, Senhor, os vitupérios que me dizem, todos os desígnios que êles formam contra mim. 62As palavras daqueles que me fazem guerra: E que maquinam contra mim todo o dia. 63Observa-os a êles ao assentarem-se, e ao levantarem-se: Eu sou a sua canção. 64Thau. Tu, Senhor, lhes darás o pago, como merecem as obras das suas mãos. 65Dar-lhes-ás por escudo do seu coração o trabalho que lhes hás de enviar. 66Tu os perseguirás no teu furor, e tu os farás em pó, Senhor, debaixo dos céus.

Lamentações 4

1Aleph. Como assim se escureceu o ouro, se mudou a sua côr tão bela, foram espalhadas as pedras do Santuário pelos ângulos de tôdas as praças? 2Beth. Os filhos de Sião esclarecidos, e vestidos de fino ouro: Como assim têm sido reputados como vasos de terra obra de mãos de oleiro? 3Ghimel. Mas até as lâmias descobriram os seus peitos, deram leite às suas crias; a filha do meu povo fêz-se cruel, como a avestruz no deserto. 4Daleth. A língua do que mama pela sêde ficou pegada ao seu paladar: Os pequeninos pediram pão, e não havia quem lho partisse. 5He. Os que comiam delicadamente morreram nos caminhos: Os que se nutriam entre púrpuras, abraçaram o estêrco. 6Vau. E a iniqüidade da filha do meu povo se fêz maior que o pecado de Sodoma, a qual foi sovertida num momento, sem que mãos algumas se apoderassem dela. 7Zain. Os seus nazarenos eram mais alvos que a neve, mais nítidos que o leite, mais vermelhos que o antigo marfim, mais formosos que a safira. 8Heth. Denegrida está a face dêles mais do que os carvões: E não são conhecidos nas praças: A sua pele se pegou aos ossos: Secou-se, e tornou-se como um pau. 9Teth. Melhor lhes foi aos mortos à espada, que aos mortos de fome: Pois êstes padeceram uma morte lenta pela esterilidade da terra. 10Jod. As mãos das mulheres compassivas cozeram seus filhos: Serviram-lhes de mantimento na ruína da filha do meu povo. 11Caph. Deu o Senhor cumprimento ao seu furor, derramou a ira da sua indignação: E ateou fogo em Sião, o.qual devorou os fundamentos dela. 12Lamed. Nunca tal creram os reis da terra, nem todos os moradores do mundo, que entraria o inimigo, e o adversário pelas portas de Jerusalém: 13Mem. Pelos pecados dos seus profetas, e pelas inigiui-dades dos seus sacerdotes, que derramaram no meio dela o sangue dos justos. 14Nun. Erraram cegos nas praças, contaminaram-se de sangue: E não podendo, levantavam as extremidades das suas roupas. ( S) 15Samech. Apartai-vos, imundos, lhes gritaram: Retirai-vos, ide-vos, não nos toqueis: Porque altercaram, e os que foram comovidos disseram entre as gentes: Não continuará daqui em diante a habitar entre eles. 16Ain. A face do Senhor os apartou de si, não tornará a olhar para êles: Não respeitaram o rosto dos sacerdotes, nem se compadeceram os anciãos. 17Phe. Quando nós ainda subsistiamos, cansaram os nossos olhos de esperar para nós um vão socorro, olhando nós atentos para uma gente que nos não podia salvar. 18Sade. Os nossos passos escorregaram, andando pelas nossas ruas; está chegado o nosso fim: Os nossos dias estão cumpridos, porque chegou o nosso têrmo. 19Coph. Os nossos perseguidores foram mais velozes que as águias do céu: Êles nos perseguiram sôbre os montes, armmaram-nos ciladas no deserto. 20Res. O espírito da nossa bôca, o Cristo Nosso Senhor foi prêso por nossos pecados: A quem dissemos: À tua sombra viveremos entre as gentes. 21Sin. Alegra-te, e regozija-te, ó filha de Edom, que habitas na terra de Hus: A ti também chegará o cálice, tu serás dêle embriagada, e serás despida. 22Thau. Chegou ao seu têrmo a tua maldade, ó filha de Sião, não te tornará mais a transportar: Êle visitou a tua maldade, ó filha de Edom, descobriu os teus pecados.

Novo Testamento1Cor 13; 1Cor 14,1-20

1 Coríntios 13

1Se eu falar as línguas dos homens, e dos Anjos, e não tiver caridade, sou como o metal que soa, ou como o sino que tine. 2E se eu tiver o dom de profecia, e conhecer -todos os mistérios, e quanto se pode saber: E se tiver tôda a fé, até o ponto de transportar montes, e não tiver caridade, não sou nada. 3E se eu distribuir todos os meus bens em o sustento dos pobres, e se entregar o meu corpo: para ser queimado, se todavia não tiver caridade, nada disto me aproveita. 4A caridade é paciente, é benigna, a caridade não é invejosa, não obra temerária, nem precipitadamente, não se ensoberbece. 5Não é ambiciosa, não búsca os seus próprios interêsses, não se irrita, não suspeita mal. 6Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. 7Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo sofre. 8A caridade nunca jamais há de acabar, ou deixem de ter lugar as profecias, ou cessem as línguas, ou seja abolida a ciência. 9Porque em parte conhecemos e em parte profetizamos. 10Mas quando vier o que é perfeito, abolido será o que é em parte. 11Quando eu era menino, falava como menino, Julgava como menino, discorria como menino. Mas depois que eu cheguei a ser homem feito, dei de mão às coisas que eram de menino. 12Nós agora vemos a Deus como por um espelho em enigmas, mas então face a face. Agora conheço-o em parte, mas então hei de conhecê-lo, como eu mesmo sou também dele conhecido. 13Agora pois permanecem a Fé, a Esperança, a Caridade, estas três virtudes; porém, a maior delas é a Caridade.

1 Coríntios 14

1Segui a caridade, anelai aos dons espirituais, e sôbre todos ao de profecia. 2Porque o que fala uma língua desconhecida, não fala a homens, senão a Deus: Porque nenhum o ouve, e em Espirito fala mistérios. 3Mas o que profetiza, fala aos homens para sua edificação, e exortação, e consolação. 4O que fala uma língua desconhecida, se edifica a si mesmo, porém o que profetiza, edifica a Igreja de Deus. 5Quero pois que todos vós tenhais o dom de línguas: Porém muito mais que profetizeis. Porque maior é o que profetiza que o que fala diversas línguas, a não ser que também êle intérprete, de maneira que a Igreja receba edificação. 6Agora pois, irmãos, se eu fôr ter convosco falando em diversas línguas, de que vos aproveitarei eu, se vos não falar ou por revelação, ou por ciência, ou por profecia, ou por doutrina? 7Certamente as coisas inanimadas, que fazem con-sonância, como a flauta, ou a cítara: Se não fizerem diferença de sons, como se distinguirá o que se canta à flauta, ou o que se toca na cítara? 8Porque se a trombeta der um som confuso, quem se preparará para a batalha? 9Assim também vós, se pela língua não derdes palavras inteligíveis: Como se entenderá o que se diz? Porque sereis como quem fala ao vento. 10Há, como acontece, tantos gêneros de línguas neste mundo, e nada há sem voz. 11Se eu pois não entender o que significam as palavras, serei um bárbaro para aquêle a quem falo: E o que fala, sé-lo-á para mim do mesmo modo: 12Assim também vós, porquanto sois desejosos êle dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da Igreja. 13E por isso o que fala uma língua desconhecida Peça o dom de a interpretar. 14Porque se eu orar numa língua estrangeira, verdade é que o meu espírito ora, mas o meu entendimento fica sem fruto. 15Que farei eu logo? Orarei com o espírito, orarei também com a mente: Cantarei com o espirito, cantarei. também com a mente. 16Mas se louvares com o espirito: O que ocupa o lugar de simples povo como dirá Amém sôbre a tua bênção? visto não entender êle o que tu dizes. 17Verdade é que tu dás bem as graças: Mas o outro não é edificado. 18Graças dou ao meu Deus, que falo tôdas as línguas que vós falais. 19Mas eu antes quero falar na Igreja cinco pala: vras da minha inteligência, para instruir também aos outros: Do que dez mil palavras em língua estranha, 20Irmãos, não sejais meninos no sentido, mas sêde pequeninos na malícia: E sêde perfeitos no sentido.

Salmos e ProvérbiosSl 118,95-104 (119)

Salmo 118 (119)

Numeração da Vulgata. Nas Bíblias atuais: Salmo 119.

95Os pecadores me esperaram para me perder: Os teus testemunhos tenho entendido. 96Tenho visto o fim de tôda a coisa acabada: O teu mandamento é largo sem medida. 97Mem. De que modo tenho eu, Senhor, amado a tua lei? ela é a minha meditação todo o dia. 98Mais que os meus inimigos me fizeste prudente no teu mandamento: Porque o tenho perpètuamente diante de meus olhos. 99Mais que todos os que me ensinavam tenho entendido: Porque os teus testemunhos são a minha meditação. 100Mais que os anciãos entendi: Porque busquei os teus mandamentos. 101De todo o mau caminho retirei os meus pés: Para guardar as tuas palavras. 102De teus juízos não me tenho apartado: Porque tu me prescreveste uma lei. 103Quão doces são as tuas palavras ao meu paladar, mais que o mel à minha bôca! 104Pelos teus mandamentos tenho adquirido inteligência: Por isso aborreço todo o caminho de iniquidade.

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Texto bíblico da tradução do Pe. Antônio Pereira de Figueiredo (1725–1797), em domínio público, conforme a edição de 1950 da Editora das Américas (São Paulo), com Nihil Obstat e Imprimatur, na ortografia daquela edição. Numeração dos versículos segundo a Vulgata. Sem as notas de rodapé.

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